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BRASIL
Terça-feira, 18 de Maio de 2010, 20h:37

PREVENÇÃO

PF promove campanha contra exploração sexual infantil

SOLANGE SPIGLIATTI e PRISCILA TRINDADE
Da Agência Estado - São Paulo
A Polícia Federal realizou ontem uma campanha educativa para prevenir e reprimir a exploração sexual de crianças e adolescentes em todo território nacional. A Operação Prevenção é realizada em todo o país, no Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A Operação Prevenção teve como principal objetivo promover o debate entre autoridades competentes de combate à exploração sexual infantil, a comunidade estudantil e a imprensa, para que a sociedade possa também ajudar a coibir esse tipo de crime. Em Rondônia, o evento iniciou com debates entre representantes de órgãos estaduais e federais sobre o tema específico da "Exploração sexual infantil". Após a apresentação haverá abertura para perguntas, tanto da comunidade estudantil, quanto dos meios de comunicação presentes. Em Santa Catarina a Polícia Federal com o apoio do Instituto Estadual de Educação - IEE, em Florianópolis, realizou uma palestra sobre o tema, com a participação de cerca de 200 alunos, professores, pais e entidades interessadas. A partir desta data vários encontros serão realizados no IEE a fim de conscientizar e alertar a sociedade sobre esse tipo de delito. Em Itajaí, com o apoio da Secretaria Municipal de Educação, a palestra foi realizada na Escola Básica Arnaldo Brandão. Após a apresentação haverá abertura para perguntas, tanto da comunidade em geral, quanto dos meios de comunicação presentes. NEGADO A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio negou ontem o pedido de habeas-corpus para a procuradora Vera Lúcia Gomes, presa acusada de torturar uma menina de 2 anos, que estava sob sua guarda provisória. Os desembargadores decidiram mantê-la na prisão por dois votos a um. A defesa da procuradora vai recorrer da decisão. O único desembargador a votar pela libertação de Vera Lúcia foi Francisco Azevedo. Ele argumentou que a presa, mesmo aposentada, tem direito ao foro privilegiado por ser procuradora. Tanto a relatora Giselda Leitão, quanto a desembargadora Fátima Clemente entenderam que a prerrogativa é do cargo, e não da pessoa que o exerceu. No relatório, Giselda Leitão escreveu ainda que o crime do qual Vera Lúcia está sendo acusada está caracterizado como tortura e não como violência doméstica - o advogado da procuradora aposentada, Jair Pereira Leite, queria que o caso fosse encaminhado para o Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. PROTESTO Policiais Federais de todo o Brasil irão paralisar as atividades por 24 horas a partir de hoje. Em alguns locais, como aeroportos, portos e fronteiras, os agentes realizarão operação padrão, operando com parte do efetivo e em ritmo de trabalho menor. De acordo com nota da Federação Nacional do Policiais Federais (Fenapef), os profissionais pedem a reestruturação de sua carreira e da tabela salarial da categoria. Hoje, os policiais ainda farão uma avaliação do diretor-geral, superintendentes e chefes de delegacia em todas as unidades da PF.

Edição EDIÇÃO 16962




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