Uma associação presidida por Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves, passou a ser alvo da Polícia Federal a partir de um inquérito sobre a empreiteira Andrade Gutierrez. Em um relatório anexado ao inquérito, a PF destaca conversas do ex-presidente da construtora, Otávio Azevedo, sobre valores destinados à irmã do tucano, além de troca de mensagens com Oswaldo Borges, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais, e apontado como tesoureiro informal de Aécio.