O Tribunal de Justiça de Roraima libertou ontem dois acusados de integrar uma rede de pedofilia no Estado, presos desde o dia 6 de junho, pela operação Arcanjo da Polícia Federal. Os habeas-corpus favoreceram o empresário José Queiroz da Silva e o funcionário do Tribunal Regional Eleitoral Hebron Silva Vilhena. Por 68 dias, eles dividiram celas de uma delegacia de Boa Vista com mais seis acusados do esquema, entre eles o ex-procurador de Roraima, Luciano Alves de Queiroz. O ex-procurador foi denunciado pelo Ministério Público como principal cliente da quadrilha, que também passou a ser investigada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, do Senado Federal.