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BRASIL
Terça-feira, 05 de Junho de 2012, 10h:53

MACONHA

Federal faz a maior apreensão do ano

A PF (Polícia Federal) prendeu três suspeitos e apreendeu 2,9 toneladas de maconha, no último sábado, no bairro Iguatemi (zona leste). De acordo com a polícia, foi a maior apreensão do ano feita pela corporação na cidade de São Paulo. Também foram localizados 15,3 kg de cocaína. Segundo a PF, a droga estava escondida em um fundo falso de um caminhão-baú e o veículo foi localizado dentro de um galpão durante uma operação. Três pessoas faziam a retirada da mudança que era levada pelo caminhão no momento em que a polícia chegou. Durante a abordagem, porém, a PF percebeu o fundo falso. A polícia constatou o material encontrado no fundo falso e no revestimento das portas era em sua maioria de maconha prensada. Outros tijolos de cocaína também foram encontrados. A droga, o caminhão e um carro que também estava no galpão foram apreendidos e levados a Superintendência da PF em São Paulo. Os três presos podem responder pelos crimes de formação de quadrilha, associação para o tráfico e tráfico de drogas. De acordo com a polícia, as penas podem atingir 15 anos de prisão. DENÚNCIA Um grupo de policiais militares é investigado pelo DHPP (departamento de homicídios), da Polícia Civil de São Paulo, e também pela Corregedoria da PM sob suspeita de participar da morte do empresário Marcos Kitano Matsunaga, 40, CEO (executivo-chefe) da Yoki, uma das maiores empresas do ramo alimentício do país. Os PMs são investigados porque fariam parte da escolta particular do empresário. O corpo de Matsunaga foi esquartejado e, ao longo das últimas semanas, as partes foram desovadas em cidades da Grande São Paulo. A cabeça, uma perna e os dois braços do empresário foram encontrados na estrada dos Pires, em Caucaia do Alto, na região de Cotia, no último dia 27. Apesar de espalhadas, as partes estavam próximas e em sacos plásticos. Para a polícia, as partes do corpo do empresário foram mantidas em um refrigerador antes de serem jogadas na região de mata onde foram achadas. O empresário havia desaparecido em 20 de maio. Não houve pedido de resgate aos familiares de Matsunaga, mas o DHPP não descarta que ele tenha sido vítima de um sequestro e, ao reconhecer algum envolvido no crime, foi morto. Outra hipótese é a de que o crime foi passional. Em maio, a Yoki foi vendida para a norte-americana General Mills, sexta maior empresa de alimentos do mundo e dona de marcas globais como Yoplait e Häagen-Dazs. O negócio foi de cerca de R$ 1,75 bilhão, mais R$ 200 milhões de uma dívida pendente da Yoki.

Edição EDIÇÃO 16962




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