Mais de 44 mil crianças em situação de risco estão acolhidas temporariamente no Brasil, disse o juiz auxiliar da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Gabriel Matos ontem, no Encontro Nacional de Coordenadores da Infância do Ministério Público e do Poder Judiciário, que ocorre no plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em Brasília. O evento se destina a debater metas que atendam aos princípios do Estatuto da Criança e do Adolescente. Matos disse que as crianças acolhidas só irão para adoção se não houver mais possibilidades de elas voltarem para suas casas. É apenas uma situação temporária até que se perceba se há tranquilidade e segurança para que as crianças voltem para suas famílias.