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ARTIGO
Sexta-feira, 22 de Junho de 2007, 20h:06

LEITOR

Unemat pode enfrentar corte nas despesas

“Problemas, problemas e mais problemas... seria muito bom se eles não existissem, pois nossas vidas seriam muito melhores sem eles, mas sei que na prática isso nunca acontece. Gostaria de chamar a atenção das autoridades que se julgam competentes administradoras dos recursos públicos de uma outra forma, mas a única coisa que está ao meu alcance neste momento é apenas o poder de escrever um pequeno texto como este demonstrando minha total indignação ao que considero um direito de todo cidadão, que é ter uma educação de qualidade. Não posso fechar meus olhos para uma situação dessas sem pelo menos deixar bem transparente a minha opinião sobre essa crise vivida hoje pela instituição. Nosso caro secretário de planejamento, Yênes Magalhães, assim como o restante do seu pessoal deveriam rever seus conceitos de planejamento e buscar aplicar isso de forma consistente. Sou acadêmico da Unemat e acredito plenamente em seu potencial, e o que eu consigo entender é que a instituição está crescendo e precisa que o governo ajude a manter esse crescimento ao ponto de atender aquilo que era bandeira política em época de eleição, ou seja, uma educação de qualidade. Será que até isso é tão difícil assim? A educação em Mato Grosso é precária e os índices estatísticos mostram isso claramente toda vez que sai o resultado de algum exame. Como seria bom viver em um lugar onde as pessoas pudessem enxergar isso e passar essa mensagem adiante, assim como estou fazendo agora e lutar pelo que realmente acham justo. Fica aqui o meu apreço às pessoas que realmente lutam por essa questão e fica aqui também o meu repúdio para aquilo que considero uma tremenda palhaçada meu caro governador do estado de Mato Grosso. E lembre-se que tem eleição chegando e eu sei que certamente você baterá em nossas portas e vai ser nesta hora que mostraremos a você o que pensamos a respeito desse assunto.” MARLUS RODRIGUES, assistente administrativo, Cuiabá/MT [email protected] *** “Deixo aqui meus sinceros pêsames aos nossos líderes, pois vejo que eles não têm capacidade suficiente de analisar o nosso estudo com maior ênfase, pois a educação é nosso futuro, nossa base para toda uma vida e se vocês que têm o poder de resolver esta questão, não estão lutando em prol de uma educação melhor, que o fará? Isso nos deixa entristecidos, pois a nossa faculdade não sobreviverá sem essa ajuda de custo, precisamos de recursos cada vez maiores, pois o nível de estudantes a cada dia cresce muito mais, e não vejo uma pessoa progredir na vida se não tiver se inserido na universidade, só ela nos mantém no mercado que cada vez está exigindo mais... então vamos lutar para que isso não acabe, obrigada.” GUIOMAR F. NERIS GONÇALVES, secretária, Tangará da Serra/MT [email protected] Deputado investiga nova fraude na Sema “A criação do Instituto Florestal pelo Governo de Mato Grosso, com participação de entidades representativas sejam CREA, AMEF, Faculdades de Engenharia Florestal, Ambiental, Biologia, Geologia, Agronomia, ETF, Ceprotec, Senai, Intermat, Incra, indústrias e empresariado, ajudariam muito na estruturação, gestão e fiscalização do setor, que deveria ser descentralizado em cidades pólos para dar maior agilidade anos procedimentos de licenciamento, vistorias e acompanhamento aos planos de manejo. Apenas a superintendência de gestão florestal da Sema-MT não está sendo suficiente para fazer funcionar a cadeia produtiva da exploração florestal do estado, que tem 901 mil quilômetros quadrados. Existe muita reclamação dos envolvidos no setor, mas temos que reconhecer que muitos projetos que chegam para ser analisados para obtenção do licenciamento são muito ruins, alguns forjados e como se diz no jargão cópia e cola. Os engenheiros não têm a preocupação de ler o que estão produzindo. Na realidade estão com muita demanda e dão o nó nos interessados em explorar a atividade. Em conversa com um engenheiro florestal da Sema fiquei sabendo que as estatísticas apresentadas em inventários como índice de diversidade de florestas mostram números que nem floresta clonada poderia ter. Caso de polícia. O CREA, AMEF e a faculdade de engenharia florestal deveriam auditar estes projetos e excluir de seus quadros estes maus profissionais. Deputado Dal Bosco, seria inteligente de sua parte articular a criação deste Instituto. É impossível a venda de planos de manejo sem a participação dos profissionais que produzem estes documentos.” NELSON LATURNER, analista ambiental, Cuiabá/MT [email protected] Furtos de cabos aumentam 150% na Capital “Só as autoridades policiais não sabem! Esses cabos de alumínio estão nos sucatões, ferros-velhos e, principalmente, nas fábricas de panelas de alumínio. Acusação leviana? Verifiquem, e depois conversaremos.” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT [email protected] E agora, presidente? “Onofre Ribeiro, engano seu. Este cara-de-pau chamado Lula tem coringa pra tudo. É só dizer que não sabia e pronto. O povo brasileiro se julga o mais inteligente da face da Terra, mas aceita este argumento. Não podemos exigir muito porque até o Supremo Tribunal de todas as justiças nacionais também aceita. 90% do eleitorado aceita esta desculpa. Este mesmo titular do Palácio do Planalto será eleito por mais quantos mandatos quiser, até com seu voto. Com o meu tenho certeza que não.” RICARDO HUSS VANDER DA SILVA, estudante, Cuiabá/MT *** “Quem autoriza escuta é o Judiciário. A tese da polícia política não se sustenta nem é original. A atuação da Polícia Federal é diretamente proporcional, ou quase, à corrupção sistêmica que sempre assolou o país. Um ponto a ser considerado é a reação de quem tem culpa no cartório. Se o presidente tiver culpa comprovada, aí sim, cabe a interrogação? É bom para a democracia que a autoridade máxima fique na berlinda, diferentemente do império tucano, quando Sua Majestade O Príncipe ficou protegido pelo ‘cordão sanitário’.” TADEU SILVA, historiador, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16962




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