Espera-se que o Dnit, sob a direção geral de Luiz Antonio Pagot, consiga rapidamente esclarecer ao TCU e liberar as licitações para as obras de melhoria em Mato Grosso das BRs 070, 158, 163, 174 e 364. Agora com alguém comprometido com nosso estado no Dnit, é grande a chance para que Mato Grosso tenha uma malha rodoviária federal um pouco mais decente e que tem imposto tanto sofrimento aos usuários nas ultimas décadas. MARCELO MATTOS, estudante, Cuiabá/MT
[email protected] Juízes podem pedir certidão cível de candidatos Corretíssima essa atitude dos juízes eleitorais; tem que vingar, se um cidadão sem privilégios tem que estar com seu nome limpo para qualquer negociação, seja bancária, imobiliária e tantas outras, por que um candidato ou mesmo um político que pleiteia uma eleição pode se candidatar com o seu nome sujo? ROBERTO NEGRI, bibliotecário, Aracaju/SE
[email protected] Marqueteiro faz defesa de Rabello Serys e Verinha faltam com a verdade, distorcem os fatos, recorrem ao artifício odioso do preconceito para tentar desancar a candidatura de Walter Rabello. Aliás, essas senhoras traíram as mulheres, abandonaram suas convicções e se aliaram ao motosserra de ouro e hoje estão a serviço da turma da botina. Eu estive na convenção do PP e o Walter, ao destacar as muitas qualidades e atributos das mulheres, acrescentou mais duas: Somente as mulheres conseguem dar à luz e fazer o homem gemer sem sentir dor. Claro que o candidato não se referiu nem a Serys e muito menos a Verinha e não o fez por razões óbvias. A letra da música cantada por Amelinha se refere a mulher bonita e carinhosa. Acho que ambas não se enquadram nessa descrição, daí a revolta plenamente justificada. EDESIO DO CARMO ADORNO, advogado, Cuiabá/MT
[email protected] Senado: CCJ aprova piso de R$ 950 Se quiserem me elogiar, chamem-me de professor, escrevi este pensamento - com licença dos pensadores - pelo tamanho do apreço que tenho ao professor - e professora, claro! - Infelizmente, por mais empenho e capacidade que tenha um professor, o resultado de seus esforços nem sempre dá mostras de ter sido assimilado. O exemplo está aí: Um Congresso todinho formado por analfabetos. Analfabetos, porque, fora disso, seriam retardados que, na qualificação, ainda seria melhor do que os maus-caráteres que são. R$ 950,00 - para vigorar, se a partir do próximo ano - inferior a dois salários mínimos. Perceberam? Para se ter um ganho salarial próximo de dois salários mínimos não são necessários, além de uma mínima escolaridade, alguns anos de experiência e desempenho, naturalmente. Porém, o professor, para se inscrever em um concurso público, necessita de, no mínimo, quinze anos de escolaridade e, nessa soma, um curso superior específico, muitas vezes particular. Vindo a ser aprovado e empossado, para melhorar esse salário, ainda dependerá de vários cursos de especialização e, nem sempre, gratuitos. Mas, por que isso acontece? Porque no dia em que o professor tiver o seu justo reconhecimento, via salário, teremos um povo mais ciente e consciente de seus direitos e isso é tudo o que menos interessa àqueles marginais travestidos de defensores do povo. Bandidos caem na mão da puliça porque abusam. Pela similaridade, é bom se cuidarem! Sou mais uma farda! JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT
[email protected] O partido de cabresto A oposição que Verinha sempre fez ao governador vai ser muito útil, hoje, na elaboração de uma nova política estadual de desenvolvimento socialmente, economicamente e ambientalmente sustentável, livre dos coronéis, mas com o apoio de uma Capital que será de prestígio internacional e politicamente forte graças a uma possível parceria republicana entre o presidente Blairo Maggi e os vice-presidentes Mauro Mendes e Murilo Domingos, em nível do Conselho do Aglomerado Urbano, permitindo a criação de parcerias público-privadas permitindo a implantação de infra-estruturas urbanas de grande porte, na saúde (Hospital Universitário Metropolitano), na segurança pública (Polícia Urbana Metropolitana) e na mobilidade urbana, essência mesmo da cidade, ou seja, na priorização do pedestre, na reorganização do trânsito e na implantação de um transporte coletivo tipo metropolitano, eficaz, digno e a preço social justo. JEAN M. VAN DEN HAUTE, consultor, Cuiabá/MT
[email protected] Professor da USP repara pontos de Cuiabá Cidade limpa significa, sobretudo, mudança comportamental. Alguns dias pós 31 de março de 2007, a cidade de São Paulo respira mais, está mais limpa, está mais bonita, está, agora, de fato, mais belezura. No entanto, são necessárias soluções inovadoras que não provoquem o retorno da poluição visual e buscar soluções estéticas da mensagem visual, restaurar a arte publicitária, valorizando a intratextualidade presente, aumentar a imaginabilidade da significância do referencial e do contexto urbano. Enfim, conforme Dondis, maior inteligência visual que signifique compreensão mais fácil de todos os significados assumidos pela forma visual. É hora de parar de lamentar o cinza que se desnudou e a população começa a cuidar das fachadas manchadas, mal- acabadas, pois o detalhe e a arquitetura que se pôs, finalmente, à mostra, permitiram a construção de um novo espaço, uma nova paisagem mais envolvente, construída a partir das ruas, praças, passeios, edifícios, monumentos... São Paulo deu uma mostra e exemplo significativo de dignidade e de amor à cidade. E Cuiabá, como está a cidade, alguém resolveu se mexer para retirada destes monstrengos maléficos nos cruzamentos dos semáforos? Olha, vai ficar tão mais bonito... e limpo. ISSAO MINAMI, urbanista, Cuiabá/MT
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