Sou contra a utilização da estrada-parque da Chapada para o transporte pesado de caminhões, como tem ocorrido com freqüência cada vez maior. A estrada não está preparada para isso, o que aumenta a possibilidade de acidentes a cada curva, a cada subida. Isso sem falar no Portão do Inferno, que é um hot spot de acidentes, todo mundo sabe disso (o nome não é à toa...). O Sr. Marchetti demonstra falta de respeito aos mato-grossenses que utilizam a estrada e não são sojeiros, que têm outras profissões igualmente honradas. Os caminhões são um transtorno para a cidade, não trazem qualquer benefício para os moradores, o que por si só já seria um absurdo em qualquer lugar decente do mundo. Para parodiar o laudo por encomenda, que ofende os profissionais sérios da UFMT, essa iniciativa é praticamente insana. Obrigada e parabenizo o Diário pela iniciativa. MARIA FATIMA ROBERTO MACHADO, Professora, Cuiabá/MT
[email protected] *** Esta não é uma estrada para qualquer tipo de tráfego. É uma estrada parque, voltada em primeiro lugar, portanto, para tráfego médio ou leve. Sou contra caminhões, jamantas, bi-trens ou tre-minhões nela. Entendeu Sr. Marchetti? Fui claro? Tráfego pesado é pela Serra de São Vicente, por enquanto!... CARLOS DE OLIVEIRA MACHADO, engenheiro eletricista, Cuiabá/MT
[email protected] Adversários centram fogo em tucano Que candidatos critiquem uma gestão e, por conseguinte, seus ocupantes e/ou candidatos apoiados por estas, tudo bem: é normal. Mas, crítica é uma coisa, ataque é outra. E o que os candidatos em especial o Mauro Mendes têm feito é desonesto e da mais pura maldade, má fé mesmo! Não vejo nenhuma proposta concreta, apenas idéias genéricas e críticas, ataques, muitos ataques! O que ele espera com isso? Acha que as pessoas só querem ouvir baixarias sobre a vida das pessoas? Isso os programas populares já fazem. Cadê as propostas concretas, grande empresário! Onde estão as suas ações concretas como cidadão em prol da cidade que te abrigou nesses quase 30 anos? NATAL SANTANA, educador, Cuiabá/MT
[email protected] Ação contra o tráfico Acho que a sociedade rondonopolitana merece saber quem são essas pessoas, para separar o joio do trigo; não tem porque a PF deixar transcorrer em segredo de justiça, pois já vem de muito tempo essa investigação, sigilos pra proteção dessas pessoas é ate piada, pois de maneira indireta a sociedade sofre com esses marginais. EDSON MANOEL PINTO, engenheiro agrônomo, Rondonópolis/MT
[email protected] Discussões dividem opiniões no Estado O voto facultativo, na minha opinião, poderá significar um avanço para o país, pois só assim políticos serão obrigados a mostrar serviço para angariarem votos suficientes, além de sairmos dessa obrigatoriedade, que é um resquício da ditadura. BENEDITO RIBEIRO, servidor público estadual, Cuiabá/MT
[email protected] Walter vê complô de adversários Olha, eu sou da roça, mas esse Walter Rabello não me engana, todos nós sabemos que ele é um falastrão, um Lino Rossi piorado; a retirada de sua candidatura seria o melhor que ele faria por Cuiabá. Pois ele não tem competência para gerir a administração de uma cidade como Cuiabá, cheia de problemas estruturais, que exige do seu gestor conhecimentos de políticas públicas e vocação para gerir conflitos. Walter Rabello, aceite um conselho, renuncie e volte a cantar os seus bregas e a fazer o seu programinha mundo cão. PEDRO PAULO BARROS LEITE, agricultor, Cuiabá/MT
[email protected] Nas câmeras, candidatos focam propostas Por uma questão de cidadania assisti ao debate dos nossos candidatos ontem pela TV, mas foi apenas por um ato de cidadania, sem cunho partidário. Procurei ver neles qual o perfil ideal, o modelo de um verdadeiro alcaide para nossa querida Cuiabá. Confesso que o projeto para programas relacionados a debates em nossas TVs tem-nos frustrado muito; maquiam as propostas dos candidatos pois os mesmo mal têm tempo para descreverem suas plataformas e objetivos frente ao município. O tolhimento de suas falas, dos tempos curtos e as intervenções dos mediadores passam a ser o ponto alto no curto espaço de tempo da programação. Enfim, ao final de tudo, pouco se sabe das verdadeiras propostas dos candidatos, nem sempre por culpa deles, somente pela forma estrutural dos programas que, ao meu ver, visa mais a divulgação da emissora, patrocinadores e ,também, dos mediadores que as vezes se sobressaem mais que os próprios candidatos. Lamento muito não poder, ao final do debate, saber o que os candidatos farão por nossa bela e quase verde Cuiabá? O que será proposto para projeto ambientalístico da nossa capital? E o nosso rio Cuiabá? Continuará abandonado? Os córregos serão para sempre um depósito de lixo? A urbanização da cidade dependerá de projetos dos arquitetos estrangeiros, que não sabem quase nada de nossas tradições? Trocaram nossas belas árvores que antes nos davam sobras, por pinheiros, plátanos ou postes de metal? Falta dizer: Que proposta teremos para abrandar o imenso calor em nossas vias públicas, calçadas e praças? Nada contra os pinheiros, plátanos ou até mesmo os arquitetos estrangeiros, todos serão bem vindos, desde que sejam em comum acordo com as nossas necessidades. Temos que pensar nesta calorosa cidade com muito carinho, ela acolhe à todos sem distinção, assim foi comigo e será com todos que aqui chegarem respeitando sua história, tradições e o seu povo. LUCELIO COSTA, autônomo, Cuiabá/MT
[email protected] Ibope aponta empate entre candidatos Aqui em Cáceres, ultimamente, tem aparecido vários resultados de pesquisas, cada instituto que até dá vergonha nos cacerenses, pois os mesmos conseguem registrar os resultados no cartório eleitoral, zombando da inteligência do povo pantaneiro. O Instituto IBOPE é de nome reconhecido e de confiança, esse é o verdadeiro resultado de uma pesquisa. Já chegamos a ver candidato com 51%, isso é um absurdo. Mas nós, cacerenses, já decidimos pelo progresso, não pelo retrocesso. GISELDA ALMEIDA, estudante, Cáceres/MT
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