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Cuiabá MT, Sexta-feira, 19 de Junho de 2026

ARTIGO
Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008, 21h:33

LEITOR

Sindipetróleo denuncia prática de dumping

“Qual o motivo do ICMS do álcool ser de R$ 0,40 quando o valor do litro na usina é de R$ 0,57? Não tenho posto de combustível, mas o que vejo é uma perseguição pirotécnica contra estes comerciantes. Claro que o povo quer ouvir sinetas de redução, entretanto deve o poder público atacar a fonte - que neste caso se volta ao preço de pauta - ao invés de buscar medidas paliativas e televisivas. Não podemos mais aceitar o estado policial a que somos submetidos, a ‘Ditadura Banca’ deve ser sufocada. Os cidadãos de bem desse Brasil devem acordar e observar realmente quais interesses estão ocultos em cada operação policial. Não me importa se é o MP ou a PF. O limite é a Constituição, e qualquer ente deve respeitá-la, caso contrário será instalado um regime de excessão que nos levará a um novo período de trevas. Ai abre precedente à medidas radicais, que determinam condutas e burocratizam o viver e conviver - daqui a pouco vão vetar o lucro dos comerciantes, controlando sua margem em até 20%, depois virão os loucos e sobre os flashes televisivo ‘pedirá’, para averiguação e depoimento, o presidente do CDL, sobre acusação de cartel, enquanto isso, bancos (com suas taxas abusivas), Estado (com seus impostos ferinos) e shoppings (com seu super e rentável estacionamento) continuarão a ‘faturar’, livres leves e soltos. Isso é um abuso que precisamos coibir!” FABIANO RABANEDA, estudante, Cuiabá/MT [email protected] *** “É com estranheza que vejo, como cidadão e consumidor que sou, a insistência do Sindalcool/MT e agora, sinfonicamente, o Sindipetróleo vir a público manifestar as suas indignações dos baixos preços do litro de álcool na capital. Estranho que eles só querem ‘brigar’ quando os preços estão baixos. Pergunto: Por que não questionam quando os preços estão altos? A livre concorrência e o livre mercado é uma garantia constitucional, sabemos disso, é uma questão de respeito ao consumidor, ao produtor e a todos que estão no mercado, é um equilíbrio. Recentemente me manifestei no Diário de Cuiabá, que não foi divulgado, e agora, me permitam repetir o que eu disse, nas linhas que se seguem. Na ocasião, o Diretor Executivo do Sindalcool/MT, foi assim que ele se identificou, educadamente, contestou ou procurou dar suas explicações ou justificativas. Para mim, são números, que por eu não conhecer a realidade, repito, são números que não me convencem, com todo respeito. O Consumidor Brasileiro, em especial o mato-grossense, ao ler uma reportagem como esta e outras já veiculadas, se sente apreensivo com a incerteza da sua capacidade de conseguir usar em seu veículo, o álcool, que é um produto que se torna cada vez mais essencial, não é para menos, razão assiste ao consumidor que assim teme. A meu ver, sem análise mais aprofundada da realidade dos usineiros e das distribuidoras, e mais do que isso, não tenho dados dos custo de cultivo, produção e distribuição, aliás, não tenho prova nenhuma, mas não posso deixar de entender que tudo isso é para atender os interesses do setor, do Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras do Estado (Sindálcool) bem como do Sindipetróleo. Ao se falar em valores, por litro de álcool, que seria o ideal a ser praticado nas ‘bombas’, vejo ai no mínimo quatro interesses distintos: do produtor, dos usineiros, da distribuidora e do consumidor. Com toda humildade, mas partindo da premissa de que o Presidente do respeitável sindicato tenha declarado, na época que ‘... Este tipo de sobressalto não é bom para ninguém. O ideal seria que tivéssemos um preço médio constante de R$ 1,50 na bomba de janeiro a dezembro...’, é mais do que óbvio, o ‘...ninguém...’ declarado é um ‘ninguém’ do setor da cadeia produtiva até a distribuição, e olha lá se não for exigência ou interesse somente das distribuidoras. É dispensável discorrer qualquer comentário sobre o desejo do consumidor em sua opinião e intenção de compra do litro de álcool, por certo quererá o valor mais baixo possível. Sem querer atender os interesses desregrado de quem quer que seja, da cadeia produtiva, ou da distribuição ou do consumidor, necessário é que se tenha um custo real do produto, respeitando um lucro ponderável, ao ponto da cadeia produtiva e de distribuição sobreviva, pagando os impostos devidos. Assim, todos saem ganhando. Não é admissível em dias atuais, com tanta tecnologia e profissionais altamente capacitados, não se chegue a um custo real, a meu ver, é não querer. Nessa celeuma toda, quem perde é o consumidor, desrespeitosamente, como de costume. Veja o quanto os interesses são diversos, o nobre Presidente do sindicato, e também agora o Sindipetróleo, afirmam não entender o porquê de os preços para o consumidor estarem tão baixos, já o consumidor não consegue entender o porquê de os preços ficarem ou podem ficar tão altos. O nosso Estado tem uma vasta área geográfica, fértil e produtiva, estamos ao lado dos produtores e das usinas. Realmente não dá pra entender. Por favor, alguém explique aos descontentes consumidores! O empresário alegar que os impostos são altos e por isso seus lucros são pequenos e que por isso muitas empresas estão fechando, essa declaração não é plausível, quem assim diz, só pode partir de quem desconhece a realidade, ou decorou o que os outros falam ou quer enganar a opinião pública, se é que pode. Quem põe a mão no bolso para pagar os impostos é consumidor, o empresário apenas repassa ao ente federado, quem não sabe disso? Diante a tudo isso, com todo respeito, falta seriedade em querer prestar um serviço e oferecer um produto de boa qualidade, e por que não dizer que estamos deixando de pensar na melhoria de vida de toda a sociedade. É obrigação do Estado de fiscalizar, e o faz com eficiência, mas também cabe aos sindicados e de toda a sociedade querer ser séria e fazer a ‘coisa’ certa. Agindo assim, estaremos caminhando para uma sociedade mais justa. Todos, independentemente de que lado esteja, ‘ponhamos a mão na consciência’ e não no bolso de quem quer que seja. Com todo respeito!” MAURY BORGES, Cuiabá/MT [email protected] Polícia prende falso servidor do Detran “O corpo jurídico do Detran (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso) está de parabéns, pois agora sim começaram as investigações e é só o começo é preciso buscarem as raízes agora devido esse tipo de ocorrência ser muito ramificada dentro do órgão.” LUIZ AUGUSTO VIEIRA SILVA, acadêmico de administração, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16966




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