Certíssimo governador Silval, a população matogrossense está do seu lado, a Copa do Pantanal não pode ser manchada a diesel poluidor pelos ultrapassados BRTs da antiguidade... aqui não... Que tome como exemplo o grande Bento Gonçalves, Mato Grosso não é uma simples província do imperio. Mato Grosso merece respeito... Enquanto o resto do mundo tenta retirar carros e ônibus de circulação, incentivando o transporte não poluente, alguns cidadãos insistem andar na contramão. A baixada cuiabana é turismo. É Chapada, Nobres, Manso, Pantanal e tantos outros, agora quererem trazer ou impôr máquinas ultrapassadas pro meio ambiente é no minimo ignorar a inteligência do povo da baixada. Não somos cachorros vira-latas que vamos nos curvar, ficar de cócoras, cabeça baixa pra imposição da sacanagem. O VLT é um trem urbano movido a eletricidade. Seu tamanho praticamente descarta a necessidade de construir pista exclusiva para o veículo, pois permite que os trilhos se encaixem no meio urbano existente. Se for aprovado o BRT ele já nasce saturado. Os dados públicos de outras cidades mostram que o BRT é 2,8 mais caro do que o VLT, que é muito mais econômico, confortável, com menos risco de acidente, ecologicamente correto. O VLT é um veículo estruturador que permite o transporte de até 300 mil passageiros por dia por uma tarifa acessível ao bolso dos usuários. Outro diferencial, é que ocupa apenas seis metros de largura, fato que diminui, significativamente, as desapropriações de imóveis para a implantação. Cuiabá não suporta mais veículos; faltam avenidas, tá travado... As grandes cidades no mundo estão substituindo os velhos BRTs, agora Cuiabá é sítio? - Terra de ninguém? - Favela? O crescimento da economia mato-grossense é um chamariz para que novos empreendimentos cheguem ao Estado. No primeiro quadrimestre deste ano foram abertas 4,167 mil empresas, quantidade 4,67% maior sobre a registrada no mesmo período de 2010, quando 3,981 mil unidades empresariais abriram as portas no Estado. Mato Grosso cresce em média 10% ao ano. Índice maior que o registrado pela China. Agora tanto desenvolvimento quererem colocar BRT aqui, aqui não... Brasília precisa respeitar Mato Grosso... Se não vier o VLT, que também nossos representantes respaldados pelo povo não aceitem o BRT, que se espelhem em Bento Gonçalves... Imposição imperialista? Aqui, não! LEO SANTOS, Cuiabá/MT
[email protected] Colocação de blocos não foi autorizada Cidade que não tem prefeito e muitos incompetentes secretários, não poderíamos esperar outras coisas, se não os desmandos rotineiros a que estamos presenciando todos os dias. Onde o poder público se ausenta, o poder econômico e o poder criminoso toma posse. Se a secretaria não autorizou a colocação dos blocos, logo deveriam tê-los retirado imediatamente e multado com rigores os infratores. Mas na verdade, a prefeitura não deveria ter concedido o alvará de funcionamento ao Atacadão, que aliás, não tem e nunca tiveram o mínimo de respeito ao povo cuiabano. ALZINO BERNARDES DA SILVA, Cuiabá/MT
[email protected] *** Amadorismo e dolo. Falta de planejamento, irresponsabilidade, inoperância da prefeitura como sempre, ou seja uma sucessão de erros gerados pela ganancia e pouco caso para com os cuiabanos. Uma Vergonha. EPAMINONDAS BARROS, engenheiro, Cuiabá/MT
[email protected] Qual modal é mais importante? Senhor Jonas Jozino, uma metrópole não se planeja através da intuição humana e muito menos a partir de elucubrações jornalísticas. O Senhor perdeu a oportunidade de ficar calado e mais ainda, de participar na elaboração do Plano Diretor Participativo de Cuiabá em 2006. Se mostrando cidadão comprometido, o Senhor seria informado, hoje, que o VLT é Lei Complementar Municipal de Cuiabá n°150 desde 29 de janeiro de 2007 e, num país sério, Lei não se discute, se aplica. JEAN M. VAN DEN HAUTE, consultor, Cuiabá/MT
[email protected] Rodovia para Chapada será fechada hoje Reabrir até pode. Mas restaurantes e quiosques não podem sangrar o povo, cobrando um absurdo as coisas. E tem que manter arrumado de verdade. Com policiamento e tudo. Aí sim. ITAMAR FRANCISCONI, comerciante, Cuiabá/MT
[email protected] *** Bloquear rodovias, só o MST tem a devida complacência e leniência das autoridades. Caso contrário polícia neles. Como ousam usar uma prerrogativa de grupelhos sociais? FRANCISCO KEVERN, comerciante, Cuiabá/MT
[email protected] *** É uma vergonha, eu que passo por ali de vez em quando, como que pode tampar com placas de zinco um dos lugares mais lindos do complexo turístico de Chapada, e até agora não tem nenhuma movimentação de trabalhadores no local, será mais uma obra abandonada pelo Poder Público, como que ficam os que dali tiravam os seus sustentos, voces tem que entrar como uma ação junto Tribunal de Justiça solicitando a reabertura desse terminal, tem que mostrar na televisão fazer pressão é assim que funciona as coisa no nosso País. JOSE DA SILVA, Cuiabá/MT
[email protected] *** O fato de vivermos em um estado agropecuarista, talvez faça com que as autoridades públicas, que vivem das benesses do estado, achem que os trabalhadores possuam condições de frequentarem áreas de lazer privadas (clubes/associações)! Só que essa não é a realidade, pois a única área disponível e com preço popular está fechada há quase um ano. Além do mais, acho temerária a dita reforma prometida pela secretaria de turismo do estado, que geralmente prioriza turistas endinheirados, enquanto que a maioria da pessoas, ficam excluídas de frequentarem a bela e famosa Salgadeira! Quanto aos comerciantes do dito local, estão no direito de reclamarem e protestarem pelo seu ganha pão. HERMISON LEVI, servidor público, Cuiabá
[email protected] *** O fechamento da Salgadeira foi um tapa na cara dos mais humildes, era o único ponto de lazer da populaçao mais carente de nosso estado e por que não dizer até dos turista que aqui nos visitam. Cadê a revitalizaçao que até agora não saiu do papel, até quando vamos conviver com esses abusos por parte daqueles que acham que tudo podem, inclusive tirar o único ponto de lazer daqueles que suam a camisa a semana toda e pagam seus impostos em dia, para pagar salários vultuosos aos canetudos de plantão. DIOCLIDES MACEDO, geógrafo, Cuiabá/MT
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