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Cuiabá MT, Terça-feira, 23 de Junho de 2026

ARTIGO
Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009, 00h:15

LEITOR

Projeto pretende limitar publicidade

“Acho que é preciso regulamentar o setor. Cuiabá é sim poluída visualmente, porque não há regras para o setor. É urgente a definição de regras, como estabelecer os locais onde a publicidade pode ser colocada e não simplesmente excluí-las como aconteceu em São Paulo. Sabe o objetivo da propaganda de conquistar novos clientes, divulgar produtos e serviços? Pois é, aqui em Cuiabá é ofuscado pela poluição de resíduos sólidos que encontramos nas calçadas. Caminhar e ao mesmo tempo olhar para um Front light, empena ou outdoor, nem pensar. Corre-se o risco de tropeçar no lixo e torcer o pé (literalmente cair do salto). Mas se estiver dirigindo, corre-se o risco de bater o carro numa caçamba de entulhos. Como publicitária sou suspeita... mas em minha opinião nenhuma cidade, ou melhor, nenhuma paisagem urbana estaria de fato completa sem a presença de propagandas exteriores. Esse tipo de mídia cumpre uma função decorativa e de estetização essencial a própria concepção atual de urbanismo na sociedade atual. Mesmo que uma cidade sem a mídia exterior melhore o cenário urbano, nada acontecerá se a prefeitura e as pessoas não fizerem sua parte.” SIMONNE DE OLIVEIRA, publicitária, Cuiabá/MT [email protected] *** “O prefeito e sua equipe de Serviços Urbanos precisam preocupar-se com a poluição visual das ruas sem asfaltos e asfaltos estragados!” SARITA CRISTINA AGUIAR, Professora, Cuiabá/MT Albano promete julgamento concomitante “Matéria muito interessante e esclarecedora. Louvável a postura do Presidente do TCE/MT. A sociedade precisa desses avanços: julgamentos técnicos e transparência.” CÍCERO CASTELLUCCIO, comerciário, Campo Grande/MS [email protected] De ecos “Artigo oportuno e importante, principalmente se considerarmos a ânsia política de criação constante de novos municípios, disfarçados, mas não convencidos, de não serem de novos currais eleitorais. Confesso que não havia, ainda, atentado para essa ‘desatenção’ política, em se tratando de nomes de cidades/municípios, embora já tivesse pensado em algo semelhante no que se refere a leis a respeito da nomeação de ruas que, além de homenagear pessoas que deram de si, de alguma forma, em favor de uma coletividade, comunidade, estado, país, quiçá ao mundo, também fizesse parte dos currículos escolares, de todos os níveis, do porquê dessas homenagens. Infelizmente, Sr. articulista, com tantos ‘assuntos’ - escândalos políticos - a ocupar a pauta das reuniões não sobra tempo para os legisladores atentarem para coisas tão, digamos, tão banais.” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT [email protected] Dirigente critica posição da OAB “Concordo plenamente com a reportagem. Acrescento ainda, que a posição do Presidente da OAB é um tanto imatura, quando usa termos como "fulminar" parece até que acabou de sair da faculdade e ainda pensa nos jogos acadêmicos. Tal cargo merece mais profissionalismo e discrição. Espero que os colegas advogados levem isso em consideração na eleição do próximo Presidente.” AUGUSTO CÉSAR MARTINS DE OLIVEIRA, Advogado, Rio Grande/RS [email protected] Pacientes começam a ser transferidos “Falta gestão para redistribuir os pacientes nos hospitais credenciados pelo SUS. O HPSMC tem 7 cirurgiões que não aderiram ao movimento médico inclusive 3 cirurgiões visitadores que podem receber pós-operatório de outros hospitais. A Santa Casa tem vários leitos vagos, Bom Jesus tem leitos vagos, o HUJM tem 5 leitos vagos disponíveis para internação aguardando regularização dos mesmos na central de regulação.” JEAN CARLO CHAVES, servidor público, Cuiabá/MT [email protected] Projeto de Alexandre visa incentivo a projetos ambientais “Fiquei muito feliz e ao mesmo tempo surpresa, ao me deparar com um texto sobre o projeto Ambiental proposto pelo deputado Alexandre César, onde o jornal Diário de Cuiabá se faz solidário, enfatizando a iniciativa do Nobre Deputado. Este anteprojeto de Lei fez parte da minha tese acadêmica, na qual defendi em 2001. E neste ano fui agraciada com incentivos fiscais da Lei de Incentivo a Cultura de Vitória, no Espírito Santo, primeira Lei de Incentivo Cultural Municipal, chamada Lei Rubem Braga, a qual me proporcionou a publicação do meu segundo livro (o primeiro foi o manual técnico sobre leis de incentivo a cultura), chamado incentivos fiscais para o meio ambiente, lançado no dia 05 de Junho, dia do Meio Ambiente, na Sema, que enfatiza a educação ambiental, um pouco do direito ambiental tributário e claro, todos projetos de leis ambientais em tramitação no Congresso Nacional, entre elas, na integra, o anteprojeto de Lei que institui o Programa de Incentivos ao Meio Ambiente - Preama, que tem em sua defesa a prevenção do que ainda temos conservado no Meio Ambiente, ao invés de uma Lei que somente pune depois de já degradado o habitat natural do ser vivo. Gostaria de ficar a disposição para quaisquer explanações sobre este anteprojeto de lei e desejar sucesso ao deputado Alexandre César que comprou a idéia, agiu e a está defendendo na AL. E que todos que desejam mais fomento e mais políticas públicas ambientais, que façam parte da defesa deste projeto de Lei nº 508/09, em tramitação na nossa Casa de Leis, juntamente com nosso deputado, e obviamente comigo, para que este meu sonho de 9 anos, se torne realidade, e finalmente vire uma Lei de Incentivo ao Meio Ambiente!” ELAINE THOME PARIZZI, Advogada, Cuiabá/MT [email protected] Maioria no PT quer candidatura própria “Uma eventual candidatura própria do PT ao governo do Estado estará fadada ao fracasso total. O outrora partido de lutas se tornou uma espécie de partido de aluguel uma vez que todas as decisões do partido passam pelo crivo do governador Blairo Maggi através do seu PR. É o governador quem dá as cartas no Palácio Paiaguás em contato direto com o presidente Lula no Palácio do Planalto. A cúpula do diretório regional fica apenas assistindo a tudo de camarote concordando com um amarelado sim. Tanto os manda-chuvas como os militantes do partido deverão abaixar a cabeça e concordar com a coligação encabeçada pelo PR do governador. Triste fim do PT em Mato Grosso.” JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT

Edição EDIÇÃO 16967




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