Órgão publico é assim: funcionário não precisa mostrar produtividade, ter responsabilidade com terceiros - pois está coberto pela impunidade. Vivem fazendo greve (digo, fabricando férias) quando bem entendem. Não está bom? Com um mercado de trabalho aquecido na iniciativa privada (para profissionais competentes), por que não se demitem? Simples: na iniciativa, privada tem que mostrar competência, qualificação e produtividade e não apenas ficar falando. E não existem férias fabricadas todos os anos. LUIZ MARAN, representante comercial, Cuiabá/MT
[email protected] SIGEDUCA O Sigeduca até que seria uma boa opção, se funcionasse, pois desde a segunda quinzena de abril que não funciona (lento, muito lento. A lentidão é tanta, que chega ao ponto de todas as vezes que se pretende salvar as informações digitadas cai o sistema e perdemos tudo). Se não bastasse, os gestores ficam inventando coisas absurdas e exigindo que se faça o mesmo serviço, duas, três vezes... Ou seja, além de ter que passar essas informações no sistema, que seria suficiente, temos que passar as mesmas informações em vários outros instrumentos internos, criados a bel-prazer das equipes gestoras de cada escola. Mas o pior não é isso, o pior são as desculpas esfarrapadas que dão a respeito do tema. No final de abril, jogaram a culpa no navegador, depois viram que haviam pegado pesado e tentaram se justificar dizendo que a lentidão era devido ao grande número de pessoas fazendo a sua declaração do imposto de renda ao mesmo tempo, e, por isso, o navegador não estava comportando. No entanto, já estamos a 14 dias do término das declarações do imposto de renda, o sistema ficou fora do ar por várias vezes para manutenção, e até o presente momento, exatamente às 21:00h do dia 14/05/2012, vejo a sala dos professores lotada de pessoas querendo trabalhar e o tal sistema, que, por sinal, passou todo o final de semana fora do ar, para manutenção, insiste em não funcionar, permanecer lento e cair a cada comando que damos. Isso é imperdoável!!! STOESSEL MEDEIROS, professor, Juína/MT
[email protected] Sérgio Ricardo renuncia ao Parlamento Sabia que iria dar nisso mesmo. Os que acreditaram no abrace o rio Cuiabá devem estar se perguntando como é que o conselheiro vai politizar o problema do meio ambiente agora. FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT
[email protected] VLT: quem vai pagar a conta? Os detratores do VLT se deliciaram com essa situação. Não deixa de ser mais um desafio. MAINARDO ARAGAO, Cuiabá/MT
[email protected] *** A senha para não reduzir preço. Guimarães disse que a primeira opção será tentar baixar os valores. Se isso não for necessário, nós temos várias alternativas para fazer essa complementação. SEBASTIÃO FREITAS, economista, Cuiabá/MT
[email protected] *** Quem vai pagar a conta semos nóis mermo, visto, que desde o início já se previa esses atrasos propositais e planejados para tratar tudo como obras emergenciais, apesar das licitações não tão claras ou esclarecedoras. Cadê os orçamentos iniciais com a previsão de alocação dos recursos? Só agora se preocupam em saber quem vai pagar a conta? É brincadeira de mau gosto e o que vai correr de bereré por fora não está escrito em nenhum gibi. E pensar que tem tanta gente morrendo nas portas de hospitais públicos por falta de médicos, salas de UTI, pessoal credenciado, falta de leitos, etc., sem falar das nossas escolas deficitárias, segurança pública falida com traficantes, bandidos, assassinos e criminosos à solta, corrupção tipo conta única do Estado, etc., etc. O povo vive mesmo é de teimosia. Copa do Mundo não vai resolver nem mesmo o problema crítico da mobilidade urbana, única vantagem que o povo poderia herdar, mas parece que vai emperrar por falta de recursos. A Arena Pantanal, se ficar pronta, não vai lotar nem mesmo nos jogos da Copa, quanto mais com um campeonato estadual de baixo nível... Vai virar outro Verdão que acabou deteriorado por falta de manutenção. Uma vergonha! MARCELO MATTOS, universitário, Cuiabá/MT
[email protected] *** A opção pelo VLT foi, desde o princípio, uma ideia megalomaníaca e ególatra. O Estado e Cuiabá não comportam um modal ferroviário urbano, não apenas pelo seu custo exorbitante, mas também pela baixa demanda. Sistemas ferroviários só se justificam em metrópoles e regiões metropolitanas de alta densidade populacional, situação em que a Baixada Cuiabana não se enquadra. A razão manda que essa ideia seja abortada agora, enquanto ainda há tempo para reestruturar o modelo de transporte coletivo urbano e os gastos ainda são absorvíveis. Mas, o governador e seus secretários, quando se fala em VLT, reagem como que acometidos por um desequilíbrio mental digno de internação no Adauto Botelho, infelizmente. ANTONIO P. PACHECO, jornalista, Cuiabá/MT
[email protected] *** Manda a conta para o deputado José Geraldo Riva. MARLAN PEREIRA, func. público, Cuiabá/MT
[email protected] *** Com certeza, vai chegar a 2 ou 3 bilhões e quem vai pagar a conta como sempre seremos nós, os otários de plantão... LUIZ MARAN, representante comercial, Cuiabá/MT
[email protected] Sons e cheiros da vida Inspiradíssimo o texto do professor Roberto Boaventura! Vivi esses belos e gostosos momentos em minha querida Rosário Oeste/MT por culpa da minha saudosa mãe, que adorava ouvir Tonico e Tinoco, Cascatinha e Inhana e outros cantores da autêntica música caipira/sertaneja. Ah, professor Robertinho, mês passado, por coincidência, em passeio pela região, tirei foto na estátua em homenagem ao Menino da Porteira, em Ouro Fino/MG! Relembrei, com saudades mesmo, minha infância gostosamente vivida! JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT