Nossas praças estão esquecidas faz muito tempo. Faço um convite ao nosso competentíssimo Prefeito Galinho, digo, Galindo e seus vereadores para darem uma passadinha na Praça da Boa morte e constatarem o que eu vejo há mais de trinta anos, ou seja, a mesma porcaria de sempre. Obs: Esta praça fica a cem metros de minha casa e a três quadras aproximadamente da prefeitura. LUIZ GUSTAVO VIEIRA SILVA, Cuiabá/MT
[email protected] *** O pior que não é só na Região Oeste de Cuiabá na qual a Avenida São Sebastião passa, que tem problemas estruturais em Praças Públicas, e sim na cidade inteira. Temos como exemplo, o parque Lagoa Encantada no meu bairro: CPA III, na qual foi construída em pouco tempo e já carece de infraestrutura. Má administração diga-se de passagem. RENATO DA SILVA BEZERRA, Estagiário de Direito, Cuiabá/MT
[email protected] Tangará: Crise política e administrativa entra na 2ª década Acho que esses politicos corruptos serão cassados pra botar moral na Câmara. Tem mais gente pra ser casado. O povo de Tangará está cansado de tanta impunidade. Da impressão que aqui é terra de ninguém. Vamos botar um chega de tanta impunidade. HELIO DE BARROS, representante comercial, Tangará da Serra/MT
[email protected] Farmácia de novo desabastecida O remédio de minha mãe nem na lista de compra está segundo funcionário da farmácia de alto custo. Privatizaram a farmácia de alto custo para melhorar, mas está pior. Continua a não ter remédio. DJANGO SILVEIRA, estudante, Cuiabá/MT
[email protected] Tiroteio deixa 3 mortos Uma das gírias mais usadas em Mato Grosso hoje é perdeu, perdeu mano, na realidade o estado perdeu a autoridade e o controle da criminalidade... Por motivos diversos, o Estado perdeu a autoridade e o controle da situação relativamente à segurança pública e hoje se vê refém da criminalidade, organizada ou não, que domina todo o estado e tambem todo o país, faz imperar sua vontade e espalha verdadeira cultura de terror, sobretudo nos médios e grandes centros urbanos. Mato Grosso cresce nas proporções dos países que mais crescem no mundo, o Brasil em sí é um país que cresce econômicamente, mas patina noutros segmentos, razão pela qual está longe de sair do terceiro mundo. Se a segurança, a educação e a saúde pública repetissem os sucessos conquistados pelas empresas transnacionais brasileiras, pelo agronegócio, por suas indústrias e alguns dos seus centros de excelência, com certeza o país já estaria na eminente condição de uma potência mundial e não apenas na de pretenso líder dos países pobres ou contaminados por paradoxos internos. É necessário defender a sociedade inocente da constante e crescente escalada da violência interna no país, escalada esta que tangencia o colapso institucional e desperta mesmo nos homens mais pacíficos sentimentos profundos de indignação que se esparramam para a raiva e a quase intolerância (o que é extremamente grave e perigoso). Sentimentos, a propósito e lamentavelmente admitindo, plenamente justificáveis pelo nível insustentável de maldade que eiva a criminalidade contemporânea e, principalmente, pela hipocrisia com que o tema segurança pública é tratado por todos os segmentos importantes da chamada sociedade organizada. O povo está sufocado, não aguenta mais a passividade do estado. o terror hoje tem nome e sobrenome, adolescentes projetos de bandidos, crianças se achando; dezesseis, dezessete, dezoito anos ou menos... até quando? Estamos cansados de sermos assaltados, roubados e principalmente saqueados. Pagamos altíssimos impostos pra que? Pra manter prédios, salas refrigeradas, homens e homens engravatados? Enquanto na rua policiais mal pagos lutando contra a corrente, prendendo e prendendo e o sistema soltando e soltando e povo sofrendo e sofrendo... Esse é nosso amado Mato Grosso, nosso amado Brasil... Governador pelo amor de Deus a sociedade não pode pagar pela intransigência do estado para com os policiais que estão em greve e vice versa... Cadê a Guarda Nacional? A baixada cuiabana virou um banho de sangue, até quando? Ainda tem políticos lutando por Copa de 2.014, aqui? Lamentável. LEO SANTOS, Cuiabá/MT
[email protected] Efeito Tiradentes e as greves O nobre Professor Doutor Roberto Boaventura da Silva Sá nos presenteia/brinda com mais um de seus excelentes e pontuais artigos e pensamentos. Professores de História da UFMT favoráveis a não greve? Por ironia, trabalhando na contramão da própria história? Não seria muito estranho tudo isso, professor? E que não venham declarar serem vítimas do chamado patrulhamento ideológico. O que seria mais irônico ainda! Quanto à inútil e caríssima propaganda veiculada em horário nobre na televisão pelo pomposo (?) Fórum das Entidades Empresariais intitulada Greve Custa Caro, esta mesma entidade perdeu a grande e valiosa oportunidade de veicular anúncio cobrando dos parlamentares mato-grossenses no Congresso Nacional o debate e a efetiva implantação/implementação da reforma tributária e fiscal tão cara à sociedade brasileira. Não é de se admirar ou estranhar que a classe empresarial é contrária às justas reivindicações da classe trabalhadora por salários mais justos e melhores condições de trabalho. A serviço de quem estaria este famigerado Fórum. JOSÉ CEZÁRIO M.ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT Câmara debaterá ameaças de morte contra juízes Enquanto os nossos parlamentares discutem legislação para proteger os magistrados,o que é fundamental para o sistema judiciário, nossa população diariamente é vitima de assaltos, invasão de domicílios e todo tipo de violência praticada pelos bandidos, que festejam a impunidade. Impunidade implantada através de leis votadas pelos parlamentares e promulgadas pelo Executivo. A tal fiança paga com recursos ilegais, continua em plena vigência no Pais. Vamos propôr plebiscito popular sobre medidas necessárias para acabar com os bandidos; a população vai dizer o que quer, é só perguntar. Portanto, ou tomamos providências para resolver essa calamidade que assola o nosso país, através dos nossos legisladores ou vamos esperar que a população se organize e comece a fazer justiça. O que sabemos é que do jeito que está não pode continuar. Com a palavra aqueles detentores de mandato obtido através do voto, enfim são os representados do povo, ou não são. ACIR CARLOS OCHOVE, aposentado, Cuiabá/MT
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