Não é possível que o deputado Sérgio Ricardo irá deixar-se enganar novamente. Traído a primeira vez pela primeira dama Terezinha Maggi, posteriormente por Blairo, Pagot e cia, o nobre deputado já deveria saber que o PR não é sua praia. Sérgio Ricardo, você que tem sua maior votação em Cuiabá, pare de errar e venha para o ninho tucano, com certeza aqui o senhor será senador. O diretório municipal do PSDB está de portas abertas. VALMIR MOLINA, economista, Cuiabá/MT
[email protected] *** Desde os primórdios da humanidade o processo evolutivo vem se desenvolvendo cada vez para melhor com exceções em alguns campos sociais e políticos; nestes não se veem grandes mudanças. Retrocedamos um pouco para as peripécias de Moisés. Moisés há aproximadamente 1.500 A.C. já seguia rigorosamente os mandamentos de seu Supremo. Não foi fácil cumprir essa missão; para poupar vidas foi preciso exterminar tantas outras que não seguiam os mandamentos do Pai, além de tantas conquistas e recompensas adquiridas para o seu povo, Moisés teve alguns privilégios para seus ascendentes e descendentes. Por exemplo: estabeleceu seu irmão Arão como Sumo Sacerdote e designou para Sacerdotes os filhos de Arão. Nepotismo da atualidade. Quem sabe esse nosso outro Moisés recebe ordens e tem boas pretensões para um futuro cada vez melhor, se assim for? Crucifique logo o Sérgio! OSVALDO S PIMENTEL, contador, Jaraguá do Sul/SC
[email protected] Trânsito só melhora com grandes obras Metro de superfície, metro leve, VLT ou veículo leve sobre trilhos, nada disso! Simplesmente trata-se da volta espetacular do velho bonde, de roupa nova, com tecnologia de vanguarda. Na cidade, o verdadeiro elevador horizontal limpo, seguro, eficaz e para todos. No abandono há décadas em benefício do metro, do ônibus e do carro, o bonde está voltando com toda força. Barrado em Cuiabá por quase quinze anos de incompetência política, agora ele está chegando a Brasília. Pela eficiência de suas novas tecnologias, oferecendo um alto padrão de qualidade no transporte coletivo urbano, o bonde chique contribui na revalorização dos centros ativos da cidade pelo novo conceito de mobilidade urbano, devolvendo para a cidade o seu verdadeiro papel socioeconômico. O bonde é um dos primeiros meios de transporte coletivo, símbolo de modernidade nas grandes capitais desde o século XIX até a segunda guerra mundial. No entanto, a implantação das primeiras redes de metro e a versatilidade do ônibus e dos meios individuais de transporte motorizado tiraram o bonde das ruas. Só algumas cidades mais avisadas conservaram o bonde melhorando o sistema pela criação de vias segregadas. No entanto, o crescimento urbano, os congestionamentos nos grandes aglomerados e os desafios ambientais estão mudando os dados. Saturados pelo trafego automobilístico poluente e barulhento, os aglomerados urbanos de primeiro mundo redescobriram as virtudes do bonde que mudou, não só pela acessibilidade do seu piso baixo e pelo alto padrão de qualidade ambiental, mas também, graças à implantação de corredores segregados isolando o bonde do tráfego geral, melhorando radicalmente as performances de velocidade e pontualidade. Pelas suas características gerais o bonde chique permite um novo conceito de mobilidade urbana oferecendo aos passageiros um conforte indiscutível à um preço social justo, resultado da durabilidade dos materiais nobres utilizados na sua construção e do consumo de energia, por pessoa transportada, 4 vezes inferior a do ônibus e 10 vezes a do carro. Muito mais rápido e barato, na sua implantação, do que as obras pesadas do metro convencional, ágil e silencioso, o bonde é a solução ideal para cidades de grande porte, oferece uma alternativa complementar eficaz nas grandes metrópoles e garante a preservação arquitetônica dos centros históricos pela sua perfeita integração estética. Pelo monitoramento em tempo real, o passageiro fica sempre informado do tempo de espera, das opções de integração, de tudo que permite o melhor aproveitamento das soluções oferecidas, além disso, o alto nível de segurança obtido através dos equipamentos embarcados e ligados a sala de monitoramento da mobilidade urbana, oferece a segurança que cada cidadão pode esperar numa cidade que, graças ao bonde, dará um passo decisivo para ser a cidade sustentável definida no Estatuto da Cidade. JEAN M. VAN DEN HAUTE, consultor, Cuiabá/MT
[email protected] Agentes arrombam casas à caça do Aedes Acho louvável a luta dos agentes contra a dengue, mas tem que ser feito mais, por exemplo, a rua 4, do Boa Esperança, que faz divisa com o 9º BEC, tem muito mato e muita lagoa e dentro do terreno do Exército também tem muito mato; o que será que este pessoal vai fazer? Aguardamos providências. JOSÉ FRANCISCO BARBOSA ORTIZ, engenheiro, Cuiabá/MT
[email protected] *** Sou professora da rede pública de São Gonçalo (RJ), e aqui temos feito uma campanha com nossos alunos que tem ajudado muito na divulgação da prevenção e combate à dengue. Os alunos têm utilizado panfletos e revistinhas do Ziraldo. Cada um ficou responsável por dois vizinhos e os vizinhos por outros dois e, desta maneira, temos tido um resultado altamente positivo na localização de focos e extermínio dos mesmos. DULCINÉA VIEIRA GAMA, professora, Cuiabá/MT
[email protected] As chuvas de Cuiabá Não tinha aldeia é simplesmente ótimo. A tática do espaço vazio é criminosa. O progresso predador é mais fácil e lucrativo. Produz meia dúzia de fortunas e o resto (população tradicional, meio ambiente, etc.) que se dane. O estudo Em direção à economia de fronteira de Lilia Galetti e Inês Castro, feito para o Ibama, esclarece melhor o assunto. TADEU SILVA, historiador, Cuiabá/MT
[email protected] 10 casas invadidas em bairros nobres O outrora tranquilo bairro do Quilombo, também conhecido como Morada do Sol, está sofrendo com a bandidagem, com uma média de assaltos/roubos em torno de um a cada dois dias, em plena luz do dia. Que saudades do tempo do Dr. Travassos! ALOISIO PÓVOAS, aposentado, Cuiabá/MT
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