Como a PF não conseguiu encontrar este rapaz em Cuiabá? A PF que desenvolve megaoperações divulgadas na mídia? O MEC quer explicações? Pergunte ao Ministério das Relações Exteriores, porque este moço ficou ilegal 7 meses neste país? Se fosse um brasileiro no exterior seria assim? Com certeza não-alunos da UFMT que fazem intercâmbio com a Europa e Estados Unidos voltam assim que concluem suas atividades. Então se este jovem ficou entregue à sua própria doença, por incapacidade do governo brasileiro em fazê-lo retornar ao seu país, o governo federal representado por estes dois ministérios não tem nenhuma responsabilidade? É uma vergonha este descaso, até a embaixada do país de origem deste rapaz só teve conhecimento de sua situação após o óbito e está revendo a situação dos estudantes daquele país no Brasil.Como diria Borys Casoy, é uma vergonha! BENEDITA DA SILVA, Cuiabá/MT
[email protected] *** Nada justifica a violência, mas quem procura sempre acha. Quem vive à margem da lei está sempre sujeito a ser vítima do meio em que vive. Ou será que estou enganado e o moço era um cidadão exemplar que honrava o seu País e seguia as leis de quem o acolheu? PAULO BOSS, Cuiabá/MT
[email protected] *** O cidadão vem para um país que o acolhe e ainda comete vários delitos. Na minha opinião, o Brasil não dá conta nem dos nativos e ainda quer importar? Como é feita essa seleção para ganharem essa bolsa? Aliás, somos nós que pagamos essa conta. Façam-me o favor, primeiro arrume a sua casa e somente depois tente arrumar a casa dos outros. JERÔNIMO UREI, Cuiabá/MT
[email protected] Luta pela vida Parabéns, senador Jayme Campos! É mais que justa sua preocupação, pois em nosso Estado, e em todo o País, perdemos a todo momento um grande contingente de jovens, a maioria já preparada para alavancar o desenvolvimento do Brasil. É necessária muito mais verba para a saúde! Deputados e senadores derrubaram a CPMF, imposto que estava dando certo! Pague durante a vigência sem nenhum ressentimento! É hora de apoiar a presidente Dilma Rousseff na criação de novo instrumento que venha amparar de fato a Saúde no País! A ação transforma! Palavras, apenas pairam nos papéis! Allea jacta est: A sorte está lançada! BENEDITO RUFINO DA SILVA, professor, Cuiabá/MT
[email protected] Bancos param em MT Adesão à greve é de 99% em Cuiabá e VG Estou a favor da greve da categoria, pois os bancos com lucros exorbitantes e metas abusivas sugam o sangue dos funcionários e nunca estão dispostos a abrir o bolso para algo justo aos funcionários. DARCY LUIZ MATTIELLO, empresário e aposentado, Guarapari-ES
[email protected] *** Mais uma vez, férias para bancários e quem perde é a população. Gente, esses bancários querem é bagunça mesmo. ADRIANE SOUZA E LIMA, Cuiabá/MT
[email protected] Silval diz que terá controle da Secopa Se o Eder Moraes ficar como secretário eu duvido que Silval vai mandar na Secopa. Será somente dor de cabeça para o governador. Agora é a hora de dispensar o Eder. O Silval ainda vai sofrer com a permanência do Eder na Secopa. O José Riva também vai ter problema com Eder Moraes. DJANGO SILVEIRA, estudante, Cuiabá/MT
[email protected] O mapa da mina está em Mato Grosso Um estado para estar no mapa da mina deve também dotar a região metropolitana de infraestrutura que porte realmente novas e as atuais importantes indústrias! Várzea Grande é um exemplo: a segunda maior cidade de Mato Grosso é o maior polo cerâmico, retífica de motores, estofados, refrigerantes, cerealista e outros e não há possibilidade nenhuma do governo do Estado em fazer nessa cidade um novo distrito no abandonado Trevo do Largarto. Isso é uma vergonha! Numa área de 500 hectares e os empresários se veem obrigados a se instalar em Rondonópolis, Sorriso e até Lucas do Rio Verde, e Várzea Grande padecer de uma iniciativa ou força de vontade deste governo que prioriza a Ferronorte para o interior, indústrias para o interior, e não é culpa do prefeito porque uma região metropolitana como a de Cuiabá também tem e deve ter responsabilidade do governo do Estado, como nos estados de Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul deve aqui reportar e tornar presente o Estado nas políticas públicas de infraestrutura para novas indústrias que venham para a segunda maior cidade de Mato Grosso. BRUNO LUIZ DA COSTA BULHÕES, Várzea Grande/MT
[email protected] Recolhimento no Porto Há alguns anos, quando ainda era policial militar, trabalhava no 1° BPM, o comandante do batalhão na época era o cel. Farias, hoje comandante-geral. Por ordem do coronel Farias, fizemos esse trabalho de retirada de moradores de rua em parceria com a Secretaria de Bem- estar Social da prefeitura de Cuiabá, fazíamos constantemente a retirada dessas pessoas e fazíamos o acompanhamento diário do retorno delas para o bairro, isso porque trabalhava no policiamento ciclístico diariamente na região. Acredito nessa forma de trabalho, uma vez que que já foi feito na região e deu certo. O que ocorreu para não ter tido continuidade é a mudança constante de comandantes da PM em todos os graus de hierarquia, visto que, quando muda o comandante muda a maneira da condução das coisas. Não há uma política pública de continuidade daquilo que está dando certo, como na PM a indicação para os comandos é politica e acaba por ocorrer uma guerra de vaidades dentro da coorporação para a manutenção do poder, e as políticas públicas e eficientes ficam em segundo plano. Eu mesmo respondi a um processo disciplinar onde na recomendação do relatório final constava que esse trabalho que estão fazendo hoje e que realizamos em um passado recente, não deveria ser realizado por não se tratar de função da PM. O bairro do Porto merece respeito e não pode ficar à merce de vaidades. Existem ali muitos problemas que passam, sim, por um conjunto de esforços incluindo o debate com a associação de moradores e comerciantes do bairro quem realmente conhece as demandas da região. Acredito muito no coronel Farias enquanto visão futurista, comprometida, e legalista. Entretanto, é humanamente impossível verificar o que realmente acontece em cada região e em cada bairro ou cidade, mesmo porque cada lugar tem as suas particularidades. É preciso desenvolver esse canal de discussão com a comunidade para que ela indique as políticas públicas que melhor a atendem. A PM precisa estabelecer uma relação de confiança com a comunidade e direcionar seus trabalhos vinculados ao princípios constitucionais como a impessoalidade, eficiêcia e dignidade da pessoa humana. Ser PM não é só uma profissão, é fazer dela sua vida, é uma verdadeira vocação e as responsabilidades dessa profissão enquanto agente social é muito grande. Não pode ser conduzida apenas na discricionaridade de quem está no poder no momento. ROGERIO SENA DA SILVA, fiscal do Procon, Cuiabá/MT
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