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Cuiabá MT, Quinta-feira, 11 de Junho de 2026

ARTIGO
Quarta-feira, 25 de Maio de 2011, 20h:34

LEITOR

Pena alternativa a pilotos do Legacy

“Alguém da área jurídica, por favor, me explique os critérios desse juiz! Se a gente der um tapa num bandido-mirim pega cana de cinco a seis anos. Os caras são responsáveis pela morte de 154 pessoas e pegam quatro meses de pena alternativa? Estou perplexo com tamanha bondade desse meritíssimo! NATAL SANTANA, educador, Cuiabá/MT [email protected] *** “‘Brasileiros são tão bonzinhos’, os mais antigos lembram dessa frase. Que ‘M’ (é aquilo mesmo), 154 vidas e nada fizeram. Se fosse lá o ocorrido, meu Deus não quero nem pensar. Grande é o PAI.” J.P. AVELÓZ, policial, Várzea Grande/MT [email protected] Instituições tentam alterar cotidiano de ponto de prostituição “No chamando Zero só vai quem quer. Retirando os ‘profissionais’ das ruas de acesso aos bairros, está tudo certo. Afinal, essa é a profissão mais antiga do mundo. O que deveria incomodar mesmo as autoridades são as novelas que conseguiram inverter os valores morais, e estão destruindo a família brasileira. Se em nome da liberdade de expressão pode-se passar qualquer ‘coisa’, então as autoridades deveriam entrar em um ‘acordo’ com as concessionárias e ‘pedir’ uma forcinha para ajudarem na educação dos nossos filhos. Lembro-me do tempo em que todos os filmes e desenhos animados terminavam com a frase: O crime não compensa. E o mocinho, representante do bem, sempre vencia no final. Sem saudosismo, tenho boas lembranças desta época, e gostaria que meus netos vissem algo parecido na TV e na internet. Professores eram educadores de verdade, e os pais ainda podiam usar a varinha de marmelo no bumbum da molecada, e tínhamos uma sociedade mais segura e menos revoltada. O modernismo na educação dos filhos até agora não provou nada. Excesso não é bom em nada, mas uma chineladinha de vez em quando se faz necessária a qualquer tempo.” RUBENS ALMEIDA, economista, Cuiabá/MT [email protected] As marcas de Silval “Impressionante um artigo querer nos fazer acreditar que a inoperância e a incompetência do governo, exaltando o atual ocupante da cadeira máxima do Executivo estadual, é apenas cautela e estratégia de um estilo novo de governar. A história separa chefes e líderes; governantes e estadistas; além dos que mesmo sem poder são exemplos e inspiração aos seus pares. Da mesma forma que a 'presidenta' o atual governador está incluso no governo de continuidade, daí os anos de negligência atingirem de maneira direta sua gestão. Afinal, ele era o vice-governador e ocupou os últimos meses dos oito anos do governo da botina. Que herança maldita vai reclamar? Como não é mineiro e nem general, duvido muito que exista uma estratégia para diminuir o caos da Saúde estadual, visto que no tour pela Europa tanto ele como o staff que o acompanhou apenas estavam e estão preocupados com a mobilidade urbana, sem saberem que o problema maior no quesito Saúde é a imobilidade no chão do pronto-socorro de Cuiabá.” FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] Filho relata reconquista do amor da mãe “Boa noite, essa história foi real mesmo. Eu vivi de perto tudo isso, convivi com isso e não aguentei, até eu sofri com as consequências; ela pegava até meu dinheiro e dizia que não era ela. Vendia minha roupa. Até que eu arrumei meu esposo, fui morar com ele e ela ficou na casa que eu alugava, mas não pagava aluguel, porque o dinheiro que ela ganhava não chegava em casa, ficava na rua. Ou dizia que não tinha recebido. Mas graças a Deus ela recuperou tudo isso. Ela é muito especial para mim.” EDINEIA CAMPOS, cozinheira, Cuiabá/MT [email protected] SP tem política de redução de execuções “Todas as medidas adotadas pelo governo de São Paulo são válidas e muito eficazes no meu ponto de vista... A banalização da criminalidade é o que mais agride a população mato-grossense, população vulnerável e indefesa, desprotegida e injustiçada, uma vez que não têm a quem recorrer neste momento horrível em que corremos grandes riscos de morrer dentro de nossos próprios lares... Assalto, estupro, morte...isso virou assunto de boteco, de fila de banco, de saída da missa, de tão comum o trágico fato de estarmos nas mãos dos bandidos...Se até o Banco do Brasil está sofrendo com a vulnerabilidade do sistema, mesmo dispondo de segurança privada, virou rotina toda semana ser assaltado...me desculpem a sinceridade, mas parece que não há organização suficiente, nem há vontade de mudar essa situação, pois está aí o exemplo da grande São Paulo onde os responsáveis tomaram medidas simples e pelo menos conseguiram minimizar o problema...Tomara que o Deus da nossa tribo aqui tenha piedade de todos nós, nos guarde e proteja, porque é o que podemos fazer no momento. Depois, é claro, de termos pago uma verdadeira fortuna em impostos: rezar, rezar e rezar!!!” VIVIAN OCHOVE, médica-veterinária, Cuiabá/MT [email protected] Policial preso por corrupção e tráfico “Na condição de integrante da Polícia Judiciária Civil, hoje aposentado após trinta anos de dedicação e amor pela causa policial, creio que não se deve generalizar as coisas. É verdade que existem alguns ratos que se passam por policiais, mas são bandidos e que corroem a imagem da instituição que, em sua quase totalidade, é composta por gente séria e que desempenha com responsabilidade suas funções e fazem por merecer o salário pago pelo cidadão. Não obstante o Estado nunca dar totais condições de trabalho, principalmente quanto ao efetivo que hoje é menos da metade do necessário, os que estão aí se desdobram e vão tocando as ações de Segurança Pública com os recursos disponíveis, embora, como já disse, estejam aquém da realidade e da necessidade da própria Polícia e da sociedade. Tenho certeza de que, além de burra, a generalização mancha a imagem e a moral daqueles que no dia-a-dia dão suas vidas pelo trabalho, mas não aparecem nas manchetes porque estão fazendo aquilo que manda a lei, visto que não estão usando viaturas para traficar ou praticar quaisquer tipos de crimes. Mesmo a DHPP, ora manchada por maus policiais e delegados, tem um elevado índice de apuração de crimes, um dos mais altos de país, numa cidade como Cuiabá e Baixada que raramente têm menos de cinco homicídios num final de semana. Então, que condenemos com veemência os maus policiais e os extirpemos de nosso meio e valorizemos aqueles que honram as credenciais e poderes dados pelo Estado.” ALCIR MARTINS ATAÍDES, funcionário público, Nobres/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16960




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