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ARTIGO
Quinta-feira, 05 de Junho de 2008, 21h:22

LEITOR

Parlamentar propõe nova rota a Chapada

“É brilhante a iniciativa do ilustre parlamentar e por isso merece o aplauso e apoio de todos nós. A insuficiência da estrada atual é tema de constantes debates e preocupação da sociedade local. Essa preocupação se acentua ainda mais agora, às vésperas de ser concluído o asfaltamento da rodovia MT 251, entre Chapada e Campo Verde, o que, a toda evidência, avolumará o tráfego de veículos de passeio e de carga pela atual estrada-parque. Uma nova estrada, como está sendo proposto, traz, de imediato, pelo menos as seguintes vantagens: 1) permite o controle do tráfego de veículos de carga pela estrada-parque atual, evitando potenciais danos a bens ambientais importantes, abrigados e protegidos pelo Parque Nacional. 2) oferece uma opção de deslocamento mais rápida e mais segura não só aos moradores de Cuiabá e Chapada, mas a todos os que venham a escolher esta região como opção de passagem. 3) oferece uma opção de deslocamento seguro aos moradores de Chapada que se deslocam frequentemente para Cuiabá para estudar e trabalhar, e aos moradores de Cuiabá que freqüentam a região de Chapada dos Guimarães. 4) permite o direcionamento e controle do fluxo de veículos de carga diretamente para a região do Distrito Industrial de Cuiabá. 5) possibilita ao Ibama/Sema maior controle sobre a circulação de veículos e pessoas pela atual estrada-parque, sobretudo nas épocas críticas de estiagem, evitando as freqüentes queimadas. 6) viabiliza maior integração física, econômica e cultural entre a Capital e o principal ícone do turismo e meio ambiente do Estado, criando condições mais adequadas para o desenvolvimento sustentável, sem desvio de vocação da região. 7) evita, ou ao menos reduz drasticamente, os gravíssimos acidentes que têm ceifado a vida de centenas de jovens, em épocas de festividades, em razão da insuficiência de estrutura da estrada-parque.” JAIME ROMAQUELLI, Promotor de Justiça, Cuiabá/MT [email protected] Primeira mulher negra assume cadeira “Rondonópolis está de parabéns, bem como o Poder Legislativo. A posse da suplente, primeira negra a assumir uma cadeira no legislativo estadual representa um marco histórico em nossa sociedade. Importante que as mulheres nos representam cada vez mais, mesmo porque, representam serenidade, competência e envolvimento com as pessoas mais necessitadas do poder político.” VILMAR DO CARMO ADORNO, estudante, Cuiabá/MT [email protected] Novo combate à exploração “Problemas dessa natureza, bem como sonegação, roubos e subornos jamais terão fim, ou pior, nem mesmo reduções. E, por uma simples razão, deixando de lado uma das causas citadas, a corrupção: a preguiça. Isso mesmo, preguiça. Pois para combater todas essas mazelas há que se fazer semelhante a um provérbio - chinês, se não me engano - ‘Não se caminha um quilômetro se não se der o primeiro passo’, que traduzo ‘primeiro passo’, como ações - sistemas e métodos - que partem do individual. No caso presente, madeira. Onde estão as madeiras extraídas? Nas serrarias e, por último, nas madeireiras. Aí vem a preguiça: Ah, dá muito trabalho, são muitas a serem fiscalizadas. Claro, dá trabalho, mas, trabalho não significa emprego? Sem falar do problema ambiental, o prejuízo tributário dessas ações não pagaria todos os funcionários, sobraria troco e, ainda, dificultaria a perpetuação do suborno? Com a resposta os que sabem e podem mais do que eu.” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT [email protected] Ianomâni! Quem? (I) “Antes da ação do Movimento Negro induzir uma discussão sobre a afro-descendência, ‘preto era tudo igual’. Tal conotação facilita a discriminação, mesmo porque enfraquece a importância e a riqueza humana do diverso. Isso permite a operacionalização de diversos interesses na sociedade heterogênea. A questão indígena padece desse anacronismo. Alguém mais especializado poderia problematizar para informação a nós, leitores. Na minha infância, que não foi no tempo dos bandeirantes (nem antigos, nem modernos), os índios conhecidos eram aqueles do cinema americano. No Paraná tem uma cidade, que não me lembro, com uma rua que se chama Bororós.” TADEU SILVA, historiador, Cuiabá/MT [email protected] Amazônia tem dono “Amazonia tem dono. O melhor seria a Amazônia ‘tinha’ dono. Infelizmente, os ‘ecologistas do asfalto’, aliados a três centenas de ONGs (que conseguiram atingir suas metas) e uma pessoa inconseqüente chamada Marina Silva, simplesmente transformaram a Amazônia em uma terra de ninguém. Com medidas esdrúxulas, descabidas e inconseqüentes o Governo Federal acabou com o sono de 20 milhões de brasileiros. Pior, tornou os agricultores (verdadeiros guardiões daquelas terras), em delinqüentes. Acabando com as famílias do bem, só sobrará naquela região as do mal. As favelas do Rio de Janeiro são um retrato fiel do que acontecerá com a Amazônia daqui a alguns anos. Não é que lá não existam famílias do bem, ao contrário, são a maioria, porém sob o domínio de traficantes. A Amazônia será a mesma coisa, com a expulsão das famílias do bem, prevalecerá no local as do mal. Se o Governo não consegue dominar uma favela (10 ou 20 hectares), como irá querer cuidar de uma área que representa em torno de 60% do território nacional? Quem respeita a lei são pessoas do bem, são famílias com sonhos e com perspectivas de sucesso. Desamparados e destruídos moralmente, tenho certeza de que os moradores daquela região não pensarão duas vezes em renunciar a pátria brasileira, tornando-se cidadãos americanos, europeus, asiáticos ou de qualquer outro Governo que lhes proporcionem dignidade. Lamentavelmente o Brasil perdeu 60% do seu território.” GILBERTO ROSSETTO, empresário, Lucas/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16960




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