NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Sábado, 13 de Junho de 2026

ARTIGO
Quarta-feira, 01 de Agosto de 2012, 21h:09

LEITOR

OAB questiona TJ sobre salários

“Salários altos e falta de celeridade na tramitação processual, um mau exemplo o Judiciário mato-grossense”. EVERTON CATUNDA, advogado, Diamantino/MT [email protected] *** “Onde está o Ministério Público para fiscalizar? Ora, eles também recebem acima do teto. Vergonha dupla!” RICARDO SANTOS SILVA, comerciário, Cuiabá/MT [email protected] Aos olhos de todos “Tal reportagem em nada acresce ao que todos sabem. A prostituição sempre existiu e nem mesmo os países em que é tratada com pena de morte, como nos islâmicos, foi erradicada. O que se nota em tais casos é a hipocrisia de se tratar o fato como algo alheio à sociedade ‘honesta’, uma vez que muitas filhas de famílias ‘de bem’ ganham mais dinheiro com programas sexuais do que com salários legalmente constantes em carteira, visto que se torna muito mais lucrativo ganhar numa noite ou semana o que se ganha com empregos formais em um mês, principalmente nossas humilhadas empregadas domésticas. Esta satanização da prostituição e sua clandestinidade dá lugar a cafetões e assemelhados que lucram com a prostituição que a delegada reconheceu não ter como combater. Se fôssemos menos hipócritas e o Estado Brasileiro fosse realmente laico, sem qualquer interferência religiosa, o problema seria resolvido com a regulamentação da profissão e a obtenção de direitos trabalhistas por parte das mulheres como já ocorre na Alemanha, Holanda e tantos outros países. Lá, todas têm os direitos assegurados pela Lei que fiscaliza com o devido rigor as casas com tal destinação, enquanto nossas autoridades fingem que a prostituição não existe e assim vai empurrando com a barriga para não desagradar ao padre, pastor ou outros falsos moralistas que se portam como arautos da moral e dos bons costumes em público e na vida secreta entre quatro paredes aprontam das suas. É tudo uma questão de querer resolver o problema e não apenas constatar que ele existe. Isso todos sabemos”. ALCIR MARTINS ATAÍDES, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] População recrimina prática de candidatos “No dia em que o povo tiver Educação e Cultura, esta ‘emporcalhação’ da cidade servirá para sabermos em quem não votar”. LUIZ MARAN, representante comercial, Cuiabá/MT [email protected] Estacionamento pago se espalha “Essa desculpa dada pela Unimed é simplesmente ridícula. Caso ela quisesse mesmo proporcionar o estacionamento apenas aos usuários da Unimed bastaria exigir um ticket carimbado e assinado pelo funcionário da empresa que atendeu o usuário. O que ela vislumbrou foi apenas mais um nicho para arrecadar dinheiro dos seus usuários que já pagam uma mensalidade alta todo mês no plano de saúde”. MOISES C. DE MELO, engenheiro, Cuiabá/MT [email protected] *** “Se a nota da Unimed fosse verdadeira, porque eles não isentam quem comprovar que foi atendido por eles? É muita cara de pau. Estive lá semana passada pra resolver um problema causado por um erro administrativo deles, e fui surpreendido com essa extorsão na hora de ir embora”. ADEMIR BUSTAMANTE, professor universitário, Cuiabá/MT [email protected] Governo versus Servidores “Greves, como estamos em campanha política os funcionários vão ser atendidos, todos. A greve é uma forma, já acertada, para justificar a decisão; é claro com o nosso dinheiro”. ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT [email protected] Copa: pouco tempo e muito a ser feito “Cuiabá tem méritos de sobra para ser uma das sedes da copa, porém somos forçados a lamentar, não por ser do contra, mas sim por coerência, contra os fatos que envolveram a postura política na gestão dos assuntos relacionados, especialmente quanto às obras da arena, da mobilidade social, hotelaria e turismo etc. que estão atrasadas e que acabarão em obras emergenciais com a nefasta dispensa ou inexigibilidade de licitação. Outros fatos como a aquisição duvidosa de dez Conjuntos Móveis Autônomos de Monitoramento (Comam), que incluiu até veículos Land Rovers blindados para vigilância da fronteira com a Bolívia (será que a copa vai ser na fronteira?), através da extinta Agecopa, sob investigação e ação da PGE para reaver a concessão de ‘adiantamento’, expressamente proibido nas práticas do serviço público. O governador, principal culpado pela situação, criou dois órgãos e nomeou pessoas sem capacitação suficiente para a gestão da coisa publica, ficou em indecisões de interesses político-partidários, além de ficar contestando e questionando o Ministro das Cidades sobre os atrasos, resultando na sinistra perspectiva de Cuiabá vir a perder a sede da copa. Ainda assim, continuo com a convicção de que Cuiabá conseguirá vencer todas as etapas e os cronogramas previstos para em 2014 ser uma das sedes da copa do mundo”. MARCELO MATTOS, universitário, Cuiabá/MT [email protected] Grupo é preso por roubo de veículo “Liberado? Não deveria ser liberado não, ele faz parte do elo criminoso. Estão vendo como é difícil, acabar com a bandidagem. Haja policiamento”. JOACIL PEREIRA, policial militar, Cuiabá/MT [email protected] Festival de Inverno “Esqueceram de falar da maldita festa eletrônica, que começou no sábado e terminou no domingo lá pelas 11 horas da manhã! E terminou com uma queima de fogos! É demais, com essa gente, Chapada não tem futuro, só passado. Basta ver os ‘tipos’ feito zumbis saindo da casa maldita no final. O sofrimento da população do entorno é comovente, pessoas humildes que não tem pra onde correr, para se livrar daquele inferno. Sempre aparece o nome de um certo ‘desembargador’, que libera a muvuca de rico, regada todos sabem com o quê. E a prefeitura? Dá o alvará? Como pode?! Como pode?! A lei tem que ser para todos, o direito é ao silêncio e não ao barulho”. MARIA FATIMA R. MACHADO, professora, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16962




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL