Discriminações e preconceitos generalizados não levam a nada. Pelo contrário só fazem por piorar a imagem de Mato Grosso no cenário nacional. O comentário da internauta Sandra são absurdas e deselegantes, depondo contra as tradições de Cuiabá, além de muito mal redigido e sem nenhum respeito para com a gramática, acentuação, pontuação e outros cuidados que devem ser observados com a língua portuguesa, demonstrando realmente que há uma necessidade premente de dar educação a certas pessoas. Seus preconceitos são inaceitáveis por não dar nomes aos bois como o fez outro internauta. Generalizar sem propor soluções serve apenas como calunia e difamação, armas dos ignorantes e mal preparados intelectualmente. Sou um pau rodado com muita honra e sou cuiabano por opção e não por um mero acidente geográfico. Moro em Cuiabá desde janeiro de 1968, portanto há mais de 45 anos, trabalhei e aposentei na cidade, casado com uma poconeana e com três filhos já adultos e me orgulho e agradeço tudo que a cidade e o povo me ofereceram em termos de cordialidade, respeito, amizade e oportunidades de vida. Desculpe-me a dona Sandra, mas não aceito nenhum de seus descabidos qualificativos mal intencionados dirigidos ao laborioso povo de Cuiabá que recebe a todos os paus rodados com a elegância e distinção que poucas cidades do Brasil são capazes de dispensar. Quem tem vergonha da cidade onde mora deveria procurar outro lugar melhor para se viver. MARCELO MATTOS, Aposentado, Cuiabá/MT
[email protected] *** A única informação que não tem graça está no penúltimo parágrafo. Este tipo de fim que se destina nosso suado dinheiro extorquido através de impostos. ITAMAR NUNES, Cuiabá/MT
[email protected] *** O verdadeiro culpado é a própria secretária de trabalho, que não revisou as apostilas e contratou uma empresa incompetente. RENATO N BORSSARI, Cuiabá/MT
[email protected] *** É brincadeira, como cuiabano ainda tenho que ouvir essas coisas, ler e aturar essa gentália. FRANCISCO JOSE, Biólogo, Cuiabá/MT
[email protected] *** Trabalho em uma editora séria e que já produziu muito conteúdo sobre história e geografia do Estado de Mato Grosso através de autores regionais renomados, porém o governo corre atrás do que é mais barato (R$ 633,8 mil?!) e sabe-se lá o que mais tem por trás disto! Revoltante desvalorização de nossas editoras. Governo, seja competente: saiba contratar quem sempre prestou serviço decente! HELTON BASTOS, Designer gráfico, Cuiabá/MT
[email protected] *** Sempre que se fala de Mato Grosso em rede nacional é noticia ruim. HIRTO GERVÁSIO, técnico, Agua Boa/MT
[email protected] *** Modernoso e desastroso. Soube neste momento da divulgação de uma cartilha cujo teor revoltou comunidades da nossa terra. Depois de ter lido as notícias fiquei imaginando como se sentiu D. Roseli Barbosa vendo desvirtuada a sua melhor intenção. Entendo os dissabores sentidos quando são deturpados de forma maquiavélica as metas desejadas. No maquiavelismo não se coaduna o ato, pois além de acintoso, de logo a intenção foi compreendida, dando assim tempo para imediata reação. Quem dará agora o corretivo merecido por tal feito? Nós, cidadãos de Mato Grosso, devemos contar com um amparo legal contra divulgação da cartilha que vem a deslustrar a nossa gente e não lhe causa sentimento positivo. Termos desairosos, de baixo calão, desfigura a função louvável e, condignamente, preparar pessoas que se dispuserem a receber visitantes na época da Copa, ou seja, em 2014. Não posso compreender como pode ser divulgada tal cartilha, em que mão passou, por quem foi elaborada e quem deu o sinal verde para a sua divulgação. Sou uma senhora de 85 anos de idade e não consigo aceitar que a modernidade chegue ao ponto de usar palavras de baixo calão, como fator de se incluir na vida contemporânea. Mesmo aceitando as mudanças sociais e a maneira de viver o hoje, não podemos abdicar dos princípios morais e cívicos. A Modernidade não exclui a ética dentro da arte de viver. Neste momento o que posso fazer? Escrever! MARIA LYGIA BORGES GARCIA, Escritora, Cuiabá/MT
[email protected] Prefeitura aciona 500 maiores devedores Demorou prefeito Mauro Mendes, quem não paga o IPTU, não é digno de viver na cidade, esses nó cegos como são chamados os maus pagadores, eles não estão só lesando a prefeitura como um todo, até parece que rico quando é sonegador isso é uma etiqueta, é normal; só pobres que pagam seus impostos. E o Tribunal de Justiça tem como obrigação dar uma atenção especial para o município. Fazendo isso está colaborando com as causas sociais isso é justiça. Paus nos nó cegos, bando de abutres, sanguessugas. VERÍSSIMO LEMES DO NASCIMENTO, Servidor Público Municipal, Cuiabá/MT
[email protected] Dilma garante que ajuste não eleva patamar de juros Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; Quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício. Então poderá afirmar, sem termos de errar, que sua sociedade está condenada. Espero que esse pequeno texto com grandes palavras, possa mudar a mentalidade de alguns e fazer valer tudo aquilo que Gil, Caetano, Elis Regina, Geraldo Vandré, Henfil, Jô Soares e muitos outros que sempre acreditaram e seguem acreditando que o Brasil, um dia será uma terra descente e com leis. REMY WESZZENAAR, jornalista, New York/EUA
[email protected] Construção da cultura da paz Prezada Mestra Benedita Enildes de Campos Corrêa: Artigos como este assinado por você, multiplicam a urgente mobilização pela ação institucionalizada da pedagogia da paz. Informamos que enquanto embaixador da paz em Mato Grosso, nomeado em janeiro deste ano, protocolamos no mês de março na Câmara Municipal de Cuiabá, bem como na Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso, através do vereador Professor Alan Kardec, e do deputado estadual Emanuel Pinheiro, respectivamente, anteprojeto de lei do Círculo Universal dos Embaixadores da Paz, França-Suíça, que institui a data de 21 de setembro como o Dia da Cultura pela Paz, municipal e estadual, e, que já vigora em diversos estados do Brasil, bem como em vários países do mundo ameaçado pela mesma degradação de valores inerentes a cultura da paz. Saiba que as suas reflexões nos irmanam numa mesma causa urgente pela conjugação do verbo pazear no presente do indicativo. Nos colocamos a sua inteira disposição, bem como a de todos os leitores e leitoras deste renomado jornal, para outros informes relacionados com a mesma temática mais do que cidadã. AIRTON REIS, Professor, Cuiabá/MT
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