As informações prestadas pelas autoridades nesta reportagem somente demonstram o total desconhecimento com a realidade da Santa Casa. Será que é pelo fato de não precisarem do atendimento via SUS? Em 1999, antes da atual Diretoria assumir, a Santa Casa estava acabada, arruinada, judiada. Em 2000 tudo começou a melhorar. Hoje, a Santa Casa é um hospital-referência, que cumpre os seus compromissos com os funcionários, com os fornecedores e, principalmente, com a população. O ato abusivo desse secretário foi, sim, para atingir a pessoa do dr. Saboia, mas na verdade atingiu a população carente que lá é atendida com tanta presteza. Meu Deus, reclamar da Santa Casa, então, o que dizer do pronto-socorro? Mas Graças a Deus temos homens de bem, como o dr. Saboia, que irão conseguir reverter essa situação. O desejo de alguns políticos é acabar com a Santa Casa e/ou repassá-la para um grupo empresarial de educação, que financia campanha política. Que vergonha... Mas, o bem vencerá! FERNANDO GOMES, médico, Cuiabá/MT
[email protected] Trilha pode ser fechada permanentemente Cabe uma ação contra o Ministério do Meio Ambiente e o Ibama. O decreto que criou o Parque Nacional dava prazo de cinco anos para que fosse implantado o plano de manejo que por certo deveria contemplar: infra-estrutura para o turismo ecológico, lazer coletivo, unidade temática pertinente (arqueologia ou geologia) e projeto para proteção contra invasões, queimadas e ações antrópicas. Nada disso foi feito e o Ibama é o maior responsável por mais este crime, cuja catástrofe poderia ser ainda maior. BENTO PORTO, engenheiro agrônomo, Cuiabá/MT
[email protected] Arrecadação de tributos federais é carro-chefe Fico intrigado, toda vez que o assunto é reforma tributária, com os pareceres/previsões de economistas, tributaristas e/ou especialistas da área, que acabam sendo - até perdi a conta no tempo - uma mesmice ou, no popular: Chover no molhado. Como se reduzir carga tributária, quer seja com redução de alíquotas ou extinção de tributos, sem perda de receitas, pois que, pelos seus desvios - corrupção, mesmo! - e a incapacidade administrativa da grande maioria dos gestores públicos, de todas as esferas, as receitas atuais já são insuficientes para se ter um atendimento digno em todas as áreas de suas obrigações, o que não dizer, se houver redução dessas receitas, visto que os investimentos tenderão a cair, mas, os desvios não? Jamais vi - ou ouvi - desses bambas, uma proposta de solução que não fosse se isso, se aquilo, tudo baseado numa ficção fisco/contábil das bases tributáveis. Não há - fica aqui o desafio, apesar da minha insignificância - quem faça reforma tributária, incluído aí a do INSS e IRPF (assalariados), sem que se conheça a real - ou muito próximo dela - base tributável do país. Será que só eu sei como? Se não, então porque não acontece? Ou não serei, assim, tão insignificante? JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT
[email protected] Comissão legitima vitória de Maria Lúcia Parabéns, professora Maria Lucia Cavalli Neder. Conheço seu trabalho em prol do ensino superior e da UFMT. Justo o resultado da consulta. LUIZ CARLOS BANDEIRA, aposentado, Paris/França
[email protected] A última derrota da democracia Dante foi um dos maiores líderes políticos que este País teve. Mato Grosso, em particular, reverencia o eu nome. Merece sim o nosso orgulho e respeito. É lamentável que depois de sua entrada no PSDB a sua notável presença política começou a desaparecer, dando lugar a um ostracismo que o levou à derrota para uma vaga de senador da República. Envolveu-se com um entourage que contribuiu em muito para esta derrota. Todos sabem que alguns colegas seus de partido evitavam até mesmo a sua participação nos palanques. Na última eleição para prefeito de Cuiabá isso ocorreu. Todos ficaram sabendo, porque a mídia publicou. Dante, humildemente e numa demonstração cabal de fidelidade e lealdade ao seu partido calou-se, retirando-se aos poucos da vida política. O que restou do PSDB em Mato Grosso foi a criação de um ácido e amargo Comitê da Maldade. Dante foi aprender no espaço da luz! JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT Casos de som alto vão parar na Justiça Nosso país está à deriva. A desobediência civil é comum, pois impera a impunidade. Ninguém assume responsabilidades. Cadê o Ministério Público, a PM e outros? Em Chapada está insuportável. É a mesma coisa. Ninguém toma providências. Um decibelímetro custa cerca de R$ 300,00 Vamos doar um para a PM de Chapada? ELLY ROBERTO DE OLIVEIRA, aposentado, Cuiabá/MT
[email protected] Seis anos de investigação O Ministério Público deveria atuar mais nos municípios, em Barra do Bugres, em São José do Rio Claro, onde tem cartel e adulteração, quadrilhas especializadas; é só investigarem, e só eles vendem para as prefeituras... BENEDITO PEREIA, pecuarista, Diamantino/MT
[email protected] *** Essas atitudes são muito importantes, já não suportamos mais ser enganados e roubados por essas máfias. Já basta a carga tributária! EDNO CLEMENTINO FILHO, funcionário público, Cuiabá/MT
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