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ARTIGO
Segunda-feira, 20 de Julho de 2015, 19h:39

ADMAR PORTUGAL

Mãos às obras

A população carcerária em todo o país está crescendo desenfreadamente. Os presídios estão cada vez mais lotados e a onda de crimes e a impunidade caminham lado a lado. Medidas drásticas devem ser tomadas o quanto antes para inibir a ação dos criminosos em todo o Brasil. A criação da tornozeleira foi uma saída para diminuir o grande número de pessoas com crimes de pouca repercussão. Uma medida que deveria ser adotada é a progressão das penas aos condenados que se prontificasse em trabalhar fora. Em todo os estados da Federação existem centenas, se não milhares de obras paralisadas, onde os detentos em suas respectivas funções poderiam trabalhar. A remuneração seria diferente dos profissionais comuns. Os presos poderiam usar a tornozeleira e trabalhar fora de seu domicílio. Exemplo, o criminoso do Estado de São Paulo trabalharia no Amazonas, Acre ou mesmo em um estado da região norte do País. Os detentos que cumprem penas por crimes hediondos, esses devem permanecer encarcerados por pelo menos metade do tempo que deve cumprir, sem as devidas regalias que hoje tem nos presídios, como direito a receber visitas por pelo menos duas vezes na semana. Reduziria a visita por uma vez ao mês e apenas duas pessoas por detento. E isso em todos os presídios do País. Oferecendo essa oportunidade aos condenados de reduzirem suas penas com trabalhos prestados aos mais diversos segmentos das obras de um dos Estados, a criminalidade, com certeza diminuiria no Brasil. Os detentos serão identificados com uniformes padronizado em todo território nacional e todos, sem exceção usaria a tornozeleira para evitar qualquer tentativa de fuga. Aqueles detentos que preferirem trabalhar onde mantém seu domicílio residencial e seus familiares, terá mais chances de recuperação com menos prazo de tempo, pois o convívios com seus familiares, com certeza o fará a voltar a tornar-se uma pessoa de bem e exercer o seu papel de cidadania em um todo. Vamos por as mãos as obras e dar ocupação aos presidiários, que sem o que fazer, ficam arquitetando mais crimes, pois sabem que nada mudará para os mesmos. ADMAR SILVA DE PORTUGAL é repórter

Edição EDIÇÃO 16965




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