NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Terça-feira, 23 de Junho de 2026

ARTIGO
Terça-feira, 18 de Dezembro de 2012, 21h:12

LEITOR

Mais de 10 ficam feridos

“É bom que se diga que a Fazenda Jordão é do ‘Alemão’, ex-vice-prefeito de Alto Boa Vista. Segundo a Procuradoria do Trabalho, é o maior latifúndio dentro da reserva indígena, com cerca de 6 mil hectares. Essa ‘propriedade’ foi multada pelo Ibama por crime ambiental e também responde por prática de trabalho escravo. Possivelmente, o pessoal que resistiu são peões da fazenda. Mas o que se discute é o cumprimento de uma ordem da Justiça Federal que, até o presente momento, não foi revogada. Essa área foi homologada como terra indígena em 1998, pelo então presidente Fernando Henrique. Ou seja: há 14 anos os xavantes esperam para ter de volta sua terra”. JONAS SILVA, Cuiabá/MT [email protected] *** “Parabéns ao Diário de Cuiabá pela forma como vem conduzindo suas reportagens sobre essa questão. Não está sendo parcial, como alguns jornais virtuais. Jornal sério trata os assuntos de forma séria. Parabéns!” HERCULES POTHOLA, professor, Cuiabá/MT [email protected] Obras do VLT podem ficar sem recurso “Basta saber ler. Não é nenhuma adivinhação ou vontade de que as coisas saiam erradas. Quem confirma as dificuldades com grande autoridade e com conhecimento de causa é nada menos que o Tribunal de Contas da União, que fez o mesmo alerta com a Controladoria Geral da União e não um mero palpiteiro. Acreditar é muito bom, mas não um inocente útil, pois faz tempo que as irregularidades estão sendo apontadas e ninguém esclareceu absolutamente nada, e as obras duvidosas estão a todo vapor. O mais cego é aquele que não quer enxergar e depois se dar ao direito de reclamar...” MARCELO MATTOS, Aposentado, Cuiabá/MT [email protected] Secretário de Planejamento se reunirá com deputados “O governo tem que acabar com cargos comissionados e cargos para coordenadores. As pessoas já são funcionárias, pra que ganhar para ser coordenador? Temos que ter consciência do nosso trabalho e ajudar nossa empresa e o Estado. Uma das medidas seria esta, a outra seria cortar esses celulares para cargos comissionados e gerentes. São usos indevidos.” ADRIANE SOUZA E LIMA, Cuiabá/MT [email protected] Ocupação planejada “É, se temos que devolver terras aos Índios, então, saiamos todos do país, pois, tudo foi deles um dia, não? ONGs por trás disso tudo, que almejam no futuro com seus governos de origem dominar estes territórios que hoje querem ‘dedicar’ aos Índios, pois, com o título de ‘Nação Indígena’, pela ONU, quer dizer ‘povo soberano’, assim será considerado um país dentro do Brasil. E imaginem se forem dominantes os americanos... Farão o que fizeram com os seus índios e se adonarão das incalculáveis riquezas que há no subsolo destas mesmas reservas... a pensar!!!” JOSÉ NILSO LAITARTE, produtor, Porto Nacional/TO [email protected] Toca tudo. Toca você. “Parabenizo toda equipe da Radio Cultura pelos 50 anos. Sou cuiabano radicado no MS, mas na juventude (anos 60)curti muito essa emissora.” EMIDIO DOS SANTOS BARBOSA, professor, Aquidauana-MS [email protected] Contrários à fusão “É a mesma elite cultural cuiabana, ou pelo menos grande parte dela (os culturetes cuiabanos), que apoiou o candidato socialista Mauro Mendes e que agora esperneia contra tamanho absurdo! É esperar e pagar pra ver no que dará tamanho imbróglio gestado pela equipe de transição socialista!” JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT Mato Grosso registra mais de 40 mil casos de dengue “De um lado, um mosquito; de outro, o descaso do poder público. E no meio, o povo como vítima da incompetência generalizada... Dengue é coisa de terceiro mundo. Como somos um país de terceiro mundo, parece que tudo está no seu devido lugar. Mas aí nos perguntamos: não somos a sexta economia mundial? A dengue é um dos mais graves absurdos, desencadeada pela inoperância e descaso do gestor público, responsável direto pelo despreparo dos profissionais no atendimento ao paciente, postos de atendimento superlotados, rede de saúde pública sucateada, falta de medicamentos adequados e tantas outras mazelas que envolvem o setor. Na realidade, temos uma epidemia, com muitos infectados, muita subnotificação e vários óbitos. Ainda temos que assistir a coordenadores despreparados ‘apadrinhados políticos’ ocupantes de cargo dizer que ‘graças às ações desenvolvidas a dengue está controlada’... Onde? Quando? Milhares de pessoas estão sendo infectadas e entre estas estão os perigosos e fatais casos hemorrágicos, onde a população assustada e indefesa vê pessoas queridas perdendo a vida para um mosquito miserável, mantido dolosamente para ser usado em discurso falacioso e potoqueiro nas campanhas eleitorais. Hoje temos um Chico e ontem tínhamos um Tião na Baixada. Pelo menos os nomes estão melhorando, pois vem aí um Mauro e um Walace. E a dengue? Domingo pegarei minha foice, meu chapéu, minha luva, minha lima e vou atacar um terreno baldio, de quem? Não sei, só sei que minha parte vou fazer: uno o útil ao agradável. Meus vizinhos riem, pois vão às academias levantar um monte de ferro e acham moderno. Eu faço o mesmo esforço enquanto queimo caloria: faço limpeza pública. Precisamos combater a dengue, mas primeiro precisamos combater a preguiça de muita gente, gente que vive no meio do lixo, sentada em sua cadeira de balanço, ou na sua rede, ou sofá, com casa de meio do mato. No fundo, dengue é doença de povo porco, sem higiene, sem educação... Infelizmente, é isso: criamos o mosquito e depois não temos coragem de combatê-lo. Cabe ao Ministério Público cobrar quem for de direito. O que vivemos hoje é um caso de polícia! Principalmente quem age assim ou não age, em relação à Saúde Pública, tem que ser preso! Por outro lado, se prender todos vão faltar lugares onde colocar gente deste tipo! Os casos de dengue se repetem, ano após ano e a cada epidemia. Centenas de pessoas são infectadas ou reinfectadas e muitos perdem a saúde. Ou pior, perdem a vida para um mosquito miserável mantido pela incompetência e ingerência e pelo descaso! Infelizmente, precisamos de uma vacina com urgência, que ataque não um mosquito e sim a incompetência pública.” LEO SANTOS, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16968




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL