Eleição chegando e o debate ou ataques entre grupos e pessoas estão aumentando e muito. Começando pelo nosso Estado.
No União Brasil a coisa esquentou. Os Campos, Júlio e Jaime, partiram para o ataque a membros do partido.
Mauro Mendes é o presidente da sigla no Estado e já hipotecou apoio a Otaviano Pivetta ao Governo.
Pivetta é do partido Republicanos e os irmãos Campos gostariam, é óbvio, de ter o Mauro e seu grupo apoiando reivindicações políticas do partido. E uma delas é a candidatura de Jaime Campos ao Governo.
As falas dos irmãos pegaram até o Fabio Garcia, Chefe da Casa Civil.
Até o chama de ingrato porque, no passado, disseram, eles ajudaram a crescer politicamente a família do Fábio que, na visão deles, estava em baixa política.
A pergunta do momento é: quem tem maioria no União Brasil, o grupo dos Campos ou o do Mauro?
Apareceu agora até o Pix nesse assunto ou a alegação de que os EUA querem acabar com esse achado nacional. Vamos ver qual ponto de vista ganha mais votos. Pesquisas logo mostrarão isso
Tem gentes de um ou outro lado falando que é seu grupo que tem maioria ali.
Ataques também começam a ocorrer entre dirigentes do União Brasil e do PL e também com o Republicanos do Pivetta.
Wellington Fagundes, liderança do PL, ao falar sobre o asfalto de uma rodovia, levou o grupo do Mauro a responder que ele está equivocado e muito mais coisa foi dita nesse assunto.
A direita política no estado está bem dividida para esta eleição.
Com ataques agora, com ferimentos políticos que podem não cicatrizar, como seria em um segundo turno em que fosse alguém da direta, desse ou daquele grupo, contra uma candidatura de esquerda?
Podem até apoiar, mas não vão se esforçar na busca de votos para o “adversário” dentro do mesmo grupo.
A esquerda de longe observando e vendo como pode se beneficiar desse rolo todo. Ou vão para o segundo turno dois candidatos da direita?
No plano nacional a coisa está esquentada. Falando o óbvio, é o Lula de um lado e do outro, ou direita política, Flávio Bolsonaro, Ronald Caiado e Romeu Zema.
Até o momento, Flávio vem á frente dos outros dois nas pesquisas. O nome Bolsonaro funciona ainda na direita nacional.
Apareceu um problema no caminho do Flávio ou o caso Vorcaro. A fala dele gravada e com certa camaradagem com o Vorcaro não pegou bem.
Para diminuir as falas sobre o assunto conseguiu um encontro com Donald Trump em Washington.
Fotos, apertos de mão e aquele cerimonial conhecido foi mostrado à exaustão pela campanha dele.
Conseguiu diminuir as conversas sobre o caso Vorcaro.
A esquerda está batendo na mídia social que aquele ato atinge a soberana brasileira.
Que eleição é daqui e não tem nada a ver com os EUA.
Apareceu agora até o Pix nesse assunto ou a alegação de que os EUA querem acabar com esse achado nacional.
Vamos ver qual ponto de vista ganha mais votos. Pesquisas logo mostrarão isso.
Do jeito que a coisa está andando é de se acreditar que Zema e Caiado manterão suas candidaturas.
Uma eleição no segundo turno com o Lula, se a direita toda se juntar, bateria Lula ou não? Ou não se juntam?
ALFREDO DA MOTA MENEZES é historiador e analista político.




