NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Terça-feira, 23 de Junho de 2026

ARTIGO
Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007, 18h:52

LEITOR

Maggi chateado com voto de Jonas e Jayme

“O voto contrário à prorrogação da CPMF dos senadores Jonas e Jayme é um claro indício de favorecimento à sonegação, e conseqüentemente o crime organizado, para atender vaidades partidárias minúsculas, esquecendo as necessidades do Estado e dos produtores agropecuários, para os quais se bem não eram destinados recursos diretamente, existiam com maior probabilidade sobras no orçamento para atender as necessidades de renegociação de dívidas, equalização de preços, e para o estado de Mato Grosso, a reestruturação da dívida com o Governo Federal e a concretização dos projetos de infra-estrutura imprescindíveis ao nosso desenvolvimento. Podemos pedir e reclamar em de agora em diante, mas a resposta nós já conhecemos: ‘é preciso aguardar a adequação dos recursos orçamentários’. Obrigado, senadores, já temos os nomes dos responsáveis pelo atraso do Estado no futuro e pelo custo do esforço para reverter essa situação.” MANUEL LIRA, agrônomo, Rondonopolis/MT [email protected] *** “O DEM (antigo PFL, PDS e Arena) tenta justificar a rejeição da prorrogação da CPMF alegando ‘boas intenções’ de defender o povo brasileiro. Isso é uma ‘balela’ de bom tamanho, já que parte desse Partido que sempre participou do governo até 2002 e cujas ações ‘massacraram’ o ‘ouro’ e o ‘couro’ do povo brasileiro, enquanto faziam o ‘bolo’ (renda) crescer somente para poucos brasileiros. O povo não quer saber mais disso, não adianta querer prejudicar as políticas sociais. A maioria do povo já aprendeu a ‘fazer governo’.” ÉBER JOSÉ DE OLIVEIRA, acadêmico de Direito, Nova Canaã/MT [email protected] *** “Nas últimas negociações da CPMF, Lula propôs os 40 bilhões para a saúde (sonho antigo do povo brasileiro). Não sei quanto Mato Grosso deixou de ganhar para a Saúde com o fim da CPMF. O estado de Goiás, segundo seu governador, Alcides Rodrigues, perdeu 8 bilhões que segundo o mesmo resolveria em muito os problemas de saúde de Goiás. É lamentável que o sr Jonas Pinheiro, em fim de vida e de sua carreira política, e o sr. Jaime, que, apesar de nunca ter mostrado competência em suas administrações, mesmo assim obteve outra chance dada pelo povo de Mato Grosso (pela situação de sempre de Várzea Grande, acho que os Campos não amam aquela cidade), novamente deram as costas para o Brasil e sua terra... essa o povo não vai esquecer, vai mandar os dois ‘pra casa’.” JÚLIO ARRAIS, Geólogo, Cuiabá/MT [email protected] *** “A carga tributária no Brasil é muito baixa, e eu acho que deveria girar em torno de 55 a 60% do PIB, e que deveria ser usado para forçar a desconcentração da renda (quase campeã mundial), fazendo, assim, a violência cair e o país crescer (uma vez que, assim, conquistaríamos o capitalismo, que pressupõe consumo e, portanto, maior poder de compra). Na Europa, que tem demanda social muito menor, quase sempre a carga tributária é maior que 50%. Essa é minha sincera opinião, e faço uso da democracia para expô-la. Fora, Bope, fora, pelotão de elite. Viva a distribuição de renda!” GILMAR VIEIRA DA SILVA, contador, Cuiabá/MT [email protected] Piracema “Estamos na piracema, temos que ficar de olhos bem abertos para estes pescadores que são chamados de profissionais, que na piracema recebem para ficar em casa mas nunca ficam, preferem passar rede, tarrafa, espinhel, etc. Os policiais florestis têm que agir antes do peixe sair da água do rio; este é o nosso dever e, como cuiabanos, devemos defendê-lo.” CELSO MARCOS, vendedor, Cuiabá/MT [email protected] Leitor “Em relação ao comentário do sr. Francisco Martins, publicado na seção Carta do Leitor na edição de 28 de dezembro, temos a informar que: a competência e o comprometimento com o bem público e com os interesses do cidadão são as primeiras condições exigidas pelo prefeito Wilson Santos para que alguém faça parte de sua equipe de governo; em relação especificamente ao secretário Oscar Soares Martins, temos a informar que, em sua gestão à frente da SMTU, sob a supervisão pessoal do prefeito Wilson Santos, entre os ganhos do cidadão estão: criação e solidificação da tarifa social, em que o usuário de ônibus, nos feriados, paga um real pela passagem; renovação e ampliação da frota de ônibus da capital com 145 ônibus zero-km; renovação da frota com 15 ônibus adaptados com elevador para usuários portadores de deficiência física; implantação de 500 novos abrigos em pontos de ônibus e reforma de outros 600; campanhas educativas para o trânsito, envolvendo diretamente cerca de 20 mil pessoas; modernização dos semáforos da capital, que agora são digitais; e intensificação e melhoria das sinalizações horizontal e vertical. Um dos resultados de ações como as nomeadas acima é que Cuiabá, em 2005, era a 7ª capital em número de acidentes com mortes. Hoje é a 24ª. Esses são os fatos, e contra fatos não há argumentos.” MAURELIO MENEZES, secretário municipal de Comunicação, Cuiabá/MT Vanderlei Luxemburgo deixa o Santos “Luxemburgo é, sem dúvida, um dos maiores treinadores de futebol do país. Prova disso é o seu currículo recheado de títulos. Pelos altos valores apresentados na matéria, de fato não condiz com a realidade do nosso futebol. O Brasil é um exportador de talentos. Há uma tremenda disparidade nos salários dos jogadores. Poucos ganham muito bem, baseando-se pela realidade econômica da nação, outros muitos vivem de salários ínfimos. Luxemburgo está confundindo as coisas. O dinheiro está concentrado nos grandes centros da economia mundial. Portanto, deve ele se transferir para estes, pois somente dessa forma ganhará o mar de dinheiro que tanto objetiva.” LUCINEI DE MORAES, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16968




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL