Foi curinga no governo Blairo Maggi. SAD, Saúde e transformou a Fema em Sema. Vai fazer do TJMT num órgão confiável e sustentável! O que é bom pra Justiça, é bom pra cidadania! HÉLIO AUGUSTO GOMES, Cuiabá/MT
[email protected] *** Ao doutor Marcos Machado desejo toda sorte, pois determinação e competência certamente não lhe faltarão. ROBERTO DE FIGUEIREDO, economista, Cuiabá/MT
[email protected] Cuiabano assume Academia Militar das Agulhas Negras Santo Antônio de Leverger sente orgulho de ter 2 generais - Cândido Mariano da Silva Rondon e o Júlio Arruda. Parabéns, Júlio pelo alto cargo... NYNNA MARIA, estudante, Cuiabá/MT
[email protected] *** Esse general passou, sim, por aqui, foi capitão no 9º BEC e mais do que servir em Mato Grosso todos os militares servem à pátria. Um orgulho para nós, cuiabanos! Parabéns aos familiares e ao general Arruda, orgulho para nós! ALINE ALVES, professora, Cuiabá/MT
[email protected] *** Parabéns pela linda reportagem! Sinto-me orgulhosa por ter um cuiabano no mais alto comando do Exército Brasileiro. FERNANDA CAMPIÃO, advogada, Cuiabá/MT
[email protected] *** Parabéns ao general Julio Cesar de Arruda pela brilhante carreira, ainda mais sendo filho da nossa querida Cuiabá. AMARILDO DE A. SILVA, Cuiabá/MT
[email protected] Equívocos nos 100 dias de Dilma Muito boa análise desses cem dias de solidão dilmista. Solidão devido a que, sem o criador a criatura se mostra incapaz de gerir o timão da tão debelada oitava economia mundial. Sua mão é fraca ao não desfazer a quadrilha que toma de assalto os cofres, o tesouro e a consciência pública desse país. Exemplo claro e evidente é a preocupação em alterar o substantivo que a designa como chefe do Executivo invés de alterar a deprimente (ou seria deprimenta?) política educacional brasileira, que para muitos altera muito pouco se é 'enta' ou 'ente' a terminação do radical 'presid', pois as crianças de hoje não sabem mais ler direito. Equívocos existem e continuaram até que o país saia da ressaca dos pseudo-líderes do pré-64 ou pró-64, que invés de serem todos exemplos bons a ser seguidos são aquilo que lhes caracteriza: assaltantes do erário do ontem e do porvir da nação. FLÁVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT
[email protected] FHC, PSD e o momento brasileiro Concordo com o articulista que o ex-presidente tem visões e opiniões bem diferentes das que se encontram em voga na política governamental, e também da maioria de nós eleitores conscientes. Contudo, alguns pontos do artigo são caros tanto à oposição quanto à situação, se é que ainda há de verdade uma dicotomia na política nacional. Um dos pontos é se os ditos 'aparelhos ideológicos' do Estado ainda são os mesmos das teorias de Bienveniste, Jacokboson, Althusser e Foucault, além de outros pensadores, visto que a dita 'sociedade civil' evoluiu no Brasil. Primeiro deve-se saber que ganhos materiais ou novas possibilidades de expressão humana não traduzem de imediato uma evolução nas trocas políticas, pois o que permeia e limita todos os ganhos e as formas de expressão é a língua, e continuamos falando a mesma língua dos nossos antepassados; e se a língua não mudou, o discurso também não, e é por meio do discurso que se dissemina a ideologia do Estado, essa em alta rotatividade no governo petista, através da cooptação do chamado 'povão' pelo FHC. O 'povão' que como um argus possui mais de cem olhos, foi e continua sendo cooptado pelo petismo para perpetuação do partido no poder, mesmo sendo um panoptes (aquele que tudo vê) é facilmente atraído pela ideologia vigente. Mas quem deu o pontapé inicial foi o PSDB do FHC, com políticas compensatórias à esmagante injustiça social brasileira. Isso é fato inconteste pela maioria dos cientista sociais, seja sociólogo como FHC ou autointitulado como muitos se apresentam hoje, que analisam como o petismo tomou de assalto os cofres públicos para fazer do Brasil uma espécie de P.R.I tupiniquim, inaugurando uma nova fase da república brasileira, que para mim é e tem cara da mesma república velha que surgiu com o fim da monarquia, com seus vícios e a hegemonia de Minas Gerais e São Paulo na política nacional. Para isso, basta vermos os locais de nascimento ou de surgimento político para confirmarmos esse troca-troca na cadeira do Executivo: Tancredo, Itamar e Dilma são mineiros, FHC e Lulla são politicamente paulistas, apesar de um ser carioca e outro pernambucano; os estranhos no ninho são Collor, nascido no Rio de Janeiro, e o famigerado Sarney, que caiu de paraquedas na cadeira do Planalto; mas suas trajetórias demonstram o quanto a ideologia mantém o status quo do poder nesse país; são exemplo da polarização do Sudeste na política nacional. O ponto crucial é que no Brasil continua-se fazendo a mesma política de sempre: o sociólogo FHC tentou uma alternativa de independência ao povo, diminuindo o poder do Estado e privatizando os cabides eleitorais que mantêm o cabresto e o curral eleitoral, mas são ralos do dinheiro público quando o quesito são eficiência, competência e produtividade. A ousadia custou caro a FHC, odiado por aqueles que mamam na teta do governo, e que manipulando o dito 'povão' fez com que a maioria no Brasil sinta ojeriza do nome FHC e por tabela PSDB, pois foram elevados a traidores do povo pelo PT e seus apaniguados. Quer prova mais contundente da ideologia sendo repassada e repisada para que o 'povão' não veja a verdade, que é a de que o povo paga impostos altíssimos e os governos se ausentam das responsabilidades oferecendo migalhas para que o povo continue alienado. O partido atualmente no poder conhece por excelência a velha política do 'panis et circenses' e por isso há no Brasil uma institucionalização das piores práticas republicanas nos cento e vinte e dois anos de república brasilis; trocando moral, ética, bom-senso e tradição por compromissos de sua agenda estatizante e planificada, totalmente acorrentada às ideologias de esquerda do século IXX e XX. Pobre povo brasileiro. FLÁVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT
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