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ARTIGO
Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2011, 19h:16

LEITOR

Júri absolve Josino pela morte de juiz

“Se o Josino Guimarães não tem nada a ver com o crime do juiz Leopoldino, qual seria o interesse dele em provar que Leopoldino está vivo e condenado à prisão por esse fato? Então, precisa-se descubrir a verdadeira causa da morte do juiz, quem mandou, ou não e o porquê. Essas coisas deixam a gente chateado e sem poder confiar na Justiça e legislação brasileiras. Mataram um juiz de direito que também parecia não ser gente boa, mas era uma vida. Como disse aqui no jornal, era uma verdadeira guerra de gangues, mas teria que ser apurada com a verdade. Isso é lamentavel para nós, brasileiros. O que se espera de um país desse jeito?” DANIEL BATISTA, Cuiabá/MT [email protected] *** “Juízes...desembargadores... etc. Alguém ainda teria dúvidas de que o Josino seria absolvido?... Só faltam falar que foi suicídio”. MOISES C. DE MELO, engenheiro, Cuiabá/MT [email protected] *** “Coisas interessantes... o Tribunal do Júri sempre foi festejado pelos operadores do direito como ‘a verdadeira aplicação da Justiça, o símbolo da democracia na aplicação da justiça, a participação popular na decisão judicial’, enfim, o verdadeiro Tribunal do Povo. Mas o mesmo povo que aclama o Tribunal do Júri reclama de sua inoperância, quando dali saem decisões que contrariem o ‘clamor da sociedade’. Aí aparecem aqueles para insinuar que a decisão se deu em razão do poder econômico, político ou social do réu. Mas não foi o próprio povo, que ali se fez representar, quem orientou a decisão judicial? Não foi o povo, representado pelo Ministério Público, pago com recursos públicos para investigar, colher provas e analisar o processo, quem atuou na acusação? Não seria correto analisar que a decisão dos 7 do povo que ali estavam a representá-lo foi no sentido de entender que o réu possuía todos os indícios de ser o mandante do crime no entanto? A Polícia Federal e o Ministério Público não reuniram elementos de convicção (provas irrefutáveis, sem margem de dúvida) desta participação? Não discuto se a decisão do júri que absolveu Josino foi ou não correta, pois tenho comigo que decisões judiciais são para ser cumpridas, aqueles que discordarem que recorram a instâncias superiores do próprio Judiciário. Clamor público é algo que não deve nunca orientar as decisões judiciais, sejam aquelas a serem decididas monocraticamente, por órgãos colegiados ou mesmo pelo ‘Tribunal do Povo’. Não me surpreenderei se já não irão aparecer aqueles que defenderão a extinção do Tribunal do Júri.” ANTONIO FELIX, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] *** “Devido ao cansaço, decorrente de três dias de julgamento, não podendo se ausentar das dependências do fórum, e também pela repercussão do assassinato, em nível estadual e nacional, deixaram todos estressados. Como os dois primeiros quesitos, para condenar o réu a resposta teria que ser sim. O cérebro dos jurados estava esperando o quesito que para condenar o réu levaria a resposta sim. No cérebro dos jurados a pergunta seria: condenam ou absolvem o réu. Como foi noticiado pela imprensa escrita e televisada a pergunta formulada foi: srs. Jurados, absolvem o réu? Simplesmente o estresse é que decidiu este julgamento. É só consultar um neurologista, ou psicólogo, para tirarem as dúvidas, do acontecido neste julgamento.” JOSÉ DIAS, vendedor, Cuiabá/MT [email protected] *** “Como pode alguém cometer um crime e ser inocente? Agora, ou o júri se equivocou ou por que não se dizer já estaria direcionado. Porque todos sabem o poder político e financeiro do cunhado do acusado. Pra mim, nessa água tem timbó!” JOSÉ NICÁCO DE ARIMATÉIA, professor, Cuiabá/MT [email protected] Família vive o horror “Há meses venho falando que o Santa Rosa virou terra sem-lei, a praça virou um terreno baldio, ponto de encontro de marginais, mas o IPTU ah, esse continua alto. Afinal, senhor prefeito e governador, é bairro ‘nobre’ aonde infelizmente os moradores não votam por causa de asfalto ou postes de luz porque isso é um direito de todo mundo que paga imposto, inclusive a tal sonhada segurança?” ROBERTA FOLZ, Fürth/Alemanha *** “O bairro Santa Isabel sempre terá essa má fama de ter ‘malas’, porque os bandidos vão presos e logo estão de volta às ruas. É hora da polícia fazer o seu papel, porque nós, pessoas de bem e corretas, pagadores de impostos e cumpridores das leis, vivemos trancados em casa. Precisamos que haja ações diárias da polícia e acima de tudo justiça. O ano eleitoral está chegando, quem sabe as autoridades voltam a olhar a este crônico problema do bairro, onde a minoria é de bandidos que agem à solta, acabando com a paz? A maioria é gente de bem e tem que conviver com esta tão dura realidade. Como será o futuro das crianças deste bairro?” JOCINEIDE SANTOS, adm., Cuiabá/MT [email protected] *** “O caos na segurança pública do estado de Mato Grosso nos torna reféns da marginalidade. Já foram identificados os marginais, inúmeras vezes pelas vítimas, nos álbuns das delegacias, mas eles continuam nas ruas assaltando nossas residências, instalando o terror nas nossas famílias. Não é de hoje que vem acontecendo e apenas vemos veículos da segurança rodando pela cidade. Mas prender bandidos, nada. A população de nossa cidade deve promover passeatas, fechando avenidas e mostrando que está insatisfeita com o serviço prestado pelo governo estadual. Deve exigir providências urgentes para garantir a vida na nossa cidade. Devemos cobrar os nossos deputados, pois são eles os representantes políticos da população com poder de mudar o quadro caótico em que se encontra a segurança pública e, inclusive, se for o caso, os responsáveis pelo governo do Estado. Com a palavra, a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso. Reiteramos mais uma vez: é mais importante cuidar dos direitos do cidadão que sustenta o Estado do que dos direitos humanos dos bandidos.” ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT [email protected] Jayme e Maggi veem atrasos em obras da Copa “Algo vai ser feito??? Segundo pessoas ligadas a construtoras, não temos mais tempo hábil para qualquer execução e que no máximo um ou dois trevos (Beira-Rio e Santa Rosa )poderão ser construídos. No mais, o máximo será o início sem término. Quanto à mudança para o VLT, creio ser a mais correta por ser um modal anos luz à frente do BRT e essa briguinha de ministro mais parece lobby de quem queria o BRT, apesar de que político brasileiro ser corrupto não é exceção e sim regra.” LUIZ MARAN, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16962




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