Visita institucional se faz aos chefes dos poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário) e não a determinados membros. O dr. Julier contribui melhor com a sociedade no exercício da função de magistrado. Ele está tomando gosto por promessas de políticos profissionais. Vai perder o cargo de juiz e não será eleito ante as tratativas que vem fazendo com pessoas que o eleitor, através das manifestações nas ruas, já disse que o troco será dado nas eleições de 2014. Depõe ainda contra o juiz o fato de estar tratando com pessoas que respondem a processos criminais que ele mesmo irá julgar. Pode? ARLINDO FERREIRA, Cuiabá/MT *** Vejam do que a ambição humana é capaz. Um juiz federal, que tem plena certeza do conteúdo dos inúmeros processos contra esse tal Riva, que em tese deveria abominar esse tipo de individuo, está estreitando relações. Como podemos confiar nessa independência dos poderes, se de tempos em tempos existe um membro do Judiciário, em todas as esferas, se estreitando com um tipo desses? Eles devem partir da máxima: todos são inocentes até que provem ao contrário, até mesmo para uma pessoa que tem mais de cem processos, para todos os gostos, tramitando em passos de uma tartaruga com extrema lassidão. APOLINARIO USKNOV, comerciante, Primavera do Leste/MT
[email protected] *** Até tu, Julier, vai se curvar diante de José Geraldo Riva? É muito pragmatismo. LUCAS P. SOUZA, professor, Cuiabá/MT Nova farda da PM não agrada à corporação Confesso que a minha seara não é a segurança pública, muito menos Polícia Militar. Porém, como cidadão e contribuinte, acho salutar a mudança da farda ou uniforme da corporação. Assim como já aconteceu na Bahia, Ceará, São Paulo, Pará, etc. Acho também, que além do conforto proporcionado aos militares, conforme estudos do referido cadete "compatível com as condições climáticas do Estado", passará também, uma imagem menos agressiva, ao contrário do que disse o presidente da Associação de Cabos e Soldados "Eles acreditam que não impõe respeito". Creio que todos sairão ganhando, tanto os PMs quanto a sociedade. HERMISON LEVI, servidor público, Cuiabá/MT
[email protected] *** Esse estudo deveria ser amplamente discutido e não apenas ter feito uma pesquisa dentro comando geral, mas sim na tropa em todo o Estado. E por outro lado deve ter alguém lucrando com isso. Existem mil coisas, para se poder ganhar dinheiro... CESAR MORENO, Cuiabá/MT
[email protected] *** Ao invés de gastar dinheiro com coisas úteis, trocam a cor dos uniformes...mas a qualidade continua a mesma... MOISES MELO, engenheiro, Cuiabá/MT
[email protected] *** Mais importante que trocar a farda dos militares é dar mais segurança, saúde e emprego à população. Se 60% dos militares não estão satisfeitos com a mudança, pra que mudar??? R$ 5 milhões poderia ser usados em prol da população mato-grossense. ANTONIO CARLOS, administrador, Cuiabá/MT
[email protected] *** Tenho minhas dúvidas. Alguém saiu ganhando com a mudança dessas fardas. Privilégios dos nossos gloriosos coronéis. ROBSON RAMOS, func. público, Cuiabá/MT Complexo do Pomeri agora tem uma rebelião por dia É estupidez imaginar que adultos e adolescentes amontoados como animais enjaulados podem um dia voltar à sociedade recuperados de seus erros... O Brasil precisa repensar seu sistema de ressocialização... Nosso sistema presidiário esta falido... Os presos, em sua maioria, são jovens oriundos das camadas sociais mais pobres, já marginalizados socialmente, filhos de famílias desestruturadas, que não tiveram e não têm acesso à educação nem à formação profissional. São pessoas que estão numa situação já delicada e, se não encontrarem as devidas condições necessárias nos presídios, jamais poderão voltar à sociedade como cidadãos de bem. É triste saber que os presos brasileiros são forçados a se amontoar em espaços minúsculos, tendo sua autoestima diminuída e suas chances de recuperação, também, uma vez que não são só eles que sofrem com isso, mas suas famílias também. Portanto, um caso torna-se vários e o sofrimento e a revolta se multiplicam. Hoje temos 500 mil presidiários, que roubaram um toca-CD? Um vídeo game? Pegos com 10/15 cabeças de drogas? Todos presos... aí se pergunta: e esses que desviaram R$ 500 milhões em SP? A turma do Mensalão? Existem casos em que o melhor caminho a ser seguido não é a reclusão e sim penas alternativas como prestação de serviços à comunidade, doação de alimentos aos necessitados, enfim penas que não retiram o condenado do meio social. No Brasil matar um passarinho é crime, derrubar a mata toda e queimar tudo é empreendedorismo... não estamos falando em soltar bandidos com crimes pesados, mas sim apenados leves, com penas alternativas... É burrice quer punir alguém de forma cruel sabendo que ele não ficará o resto da vida preso. Tratado pelo sistema como animal, quando voltar às ruas será fera... Quem paga? É a própria sociedade. LEO SANTOS, Cuiabá/MT
[email protected] Recursos do FCO já estão no fim Gostei das informações relatadas na entrevista de Dimas Gomes Neto. PERY FIGUEIREDO, agrônomo, Cuiabá/MT
[email protected] Após 2º ataque, Câmara reforça segurança Aí já saí da esfera do achismo para ir para a acusação. O Onofre acusa o prefeito pelo ato, ou simplesmente diz que não tem segurança. Essa segurança cada órgão municipal, estadual e federal deve fazê-la com suas espenças. Se não fosse o fato de terem seus salários aumentados de forma descomunal, sobraria dinheiro para contratar uma empresa que colocasse ali 2 ou 3 vigias, seguranças. Afirmar que se a prefeitura tivesse guarda municipal, isso é pura acusação. LUIZ ARRUDA, microempresário, Cuiabá/MT
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