As cultivares Inox são resistentes à ferrugem asiática, desenvolvidas pela Fundação MT. Já sei que existem cultivares até para fora do Estado, para região Sul, testados e aprovados! HENRIQUE MATIAS, agrônomo, Sorriso/MT
[email protected] *** Já existem cultivares resistentes à ferrugem! Há mais de 10 anos a Fundação MT, junto à TMG, desenvolve cultivares resistentes, ajudando os produtores mato-grossenses. Verifiquem isso. Grande abraço! GUILHERME VARGAS, agrônomo, Vale do Araguaia/MT
[email protected] *** Eu vi que realmente caiu o número de focos de ferrugem nesta safra. Isso é muito importante, pois vemos que o dinheiro investido na pesquisa está dando resultados. É importante ressaltar que já planto cultivares Inox da Fundação MT/TMG resistentes à ferrugem em minha propriedade e gostei do resultado que vi. Acredito que a causa mais importante são as cultivares resistentes e a prevenção que temos que aplicar. Todos que plantam as Inox fazem o dever de casa completo. Por isso que tivemos esse resultado. RODOLFO SCHMIDT KLEIN, produtor, Lucas do Rio Verde/MT
[email protected] Silval sanciona lei que cria Zoneamento O governador demonstra que vacila frente às grandes questões de Mato Grosso e repassa a sua responsabilidade de governador a Brasília. Eis que ignorar um projeto de anos de estudos e que envolveu todo o Mato Grosso e sancionar um projeto feito às pressas para agradar a um pequeno segmento produtivo reduzindo áreas indígenas, florestas nativas e recursos hídricos é uma dócil genuflexão a alguns que trará sérias consequências econômicas e políticas a todo o povo mato-grossense, a contar sua excelência, o governador Silval Barbosa. AMARO AMADOR, aposentado, Cuiabá/MT
[email protected] AL cobra explicações da Cemat A privatização da Cemat foi necessária pela irresponsabilidade das autoridades políticas que sucatearam a empresa de economia mista que chegou a ser a sétima do setor elétrico, antes do início da ingerência política. Não fosse a privatização, com certeza MT estaria mergulhado numa crise sem precedentes em termos energéticos. Os deputados deveriam, ao invés de discutir monopólio ou coisa parecida, batalhar para diminuir a incidência do ICMS que foi bandeira eleitoreira da maioria dos candidatos a cargos majoritários e proporcionais, mas que até hoje continua com a maior taxação do Brasil, da ordem de 27%, equiparada a supérfluos como bebidas, cigarros, perfumes, etc. Está na hora de começarem a discutir coisas sérias em termos reais e não meramente subjetivas. MARCELO MATTOS, empresário, Cuiabá/MT
[email protected] Caça-fantasma atrasa salários em VG O problema na prefeitura de Várzea Grande são os cargos de confiança enviados por partidos políticos. Eles ganham acima de quem realmente prestou concurso. Cargos de confiança ganham o salário da função mais uma suposta ajuda de custo de meio salário mínimo e nisso aí vai saturando a prefeitura. ALEX TOLEDO, vigilante, Cuiabá/MT
[email protected] Só acontece aqui Dr. Gabriel Novis Neves nos presenteia com mais um excelente texto reflexivo. São estas mesmas pessoas, as que estão no comando do poder e ignoram as políticas públicas e as que sofrem nas filas da precária, para não dizer falida, saúde pública, que um dia crucificaram Jesus Cristo, o Salvador do Mundo. E que não venham os pobres homens pecadores invocá-Lo culpando-O pelas tragédias humanas. Que a Páscoa da Ressurreição nos sirva de reflexões e nos ensine e direcione na busca de um mundo realmente novo para todos. JOSÉ CEZÁRIO M.ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT Machado é nomeado novo desembargador Até que enfim aparece um homem público íntegro respeitado pela sociedade mato-grossense, para ocupar cadeira no TJ, que tem se transformado em um mar de denúncias de corrupção. Marcos Machado é defensor intransigente da ética no governo Blairo. Ele é idôneo e de reputação ilibada. Sucesso, Marcos. VALDECIR CHAGAS, jornalista, Lucas do Rio Verde-MT Pulsões do inconsciente no trânsito O trânsito mata e é inconteste que a população adulta está sendo ceifada aos poucos, levando muitas vezes crianças e adolescentes, além dos idosos, a seguirem a escolha fatal da morte precoce nos acidentes. Contudo, é preocupante que o símbolo da campanha do trânsito consciente seja um jovem que arrisca sua vida através de malabarismos e outras peripécias extravagantes em cima de sua motocicleta. Ora, se isso virasse moda como seria a campanha para combater o tabagismo? Um homem fumando o máximo de maços de cigarro alternando suas baforadas em números circenses? Estranhíssimo, para não dizermos bizarro. Os jovens de hoje não são os jovens de ontem. Isso também é incontestável, pois é parte das verdades naturais da vida. Daí que um jovem não viverá sua verdadeira catarse da vida no trânsito por meio de uma epifania circense. Há, inclusive, o picadeiro certo e com a mensagem de ousadia e coragem, além de sangue-frio nas horas de perigo, para expor as pessoas à reflexão do valor da vida. Acredito que o tiro sairá pela culatra em vez da verdadeira educação que a campanha busca ser a meta final, pois se hoje os jovens são mais inconsequentes na própria educação formal, lugar onde professores não estão apresentando espetáculos circenses, que dirá na educação para o trânsito onde o modelo é um jovem que demonstra ser possível domar os pulos da máquina e nunca os impulsos do homem? O mau exemplo atrai mais que o bom, devido que é nele que o animal humano se sente livre dos condicionamentos impostos pela sociedade. O trânsito nosso é uma forma dos impulsos primitivos aflorarem e o homo sapiens voltar ao estado de natureza. Para mim a campanha no ano que vem precisa ser melhor definida em seu modelo de cidadão cumpridor de seus deveres como condutor de veículos no caos do trânsito das grandes cidades. FLÁVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT
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