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Cuiabá MT, Quinta-feira, 11 de Junho de 2026

ARTIGO
Quarta-feira, 08 de Dezembro de 2010, 20h:47

LEITOR

Impasse sobre casarão

“Em nome do vil metal (eta capitalismo selvagem desgraçado) a proprietária do imóvel destruirá a riqueza de um patrimônio histórico secular. Infelizmente todo o centro histórico de Cuiabá acabará em ruínas sepultando toda uma riqueza cultural.” JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT *** “Se houve tombamento passou a pertencer ao governo. Por que, então, ele (o governo) não cuida? e olha que tem um monte de casas ‘tombadas’ que, do jeito que estão têm que ser tombadas (derrubadas) mesmo. Aliás, tem gente que recebeu de herança esses prédios, vive numa pendura, e não pode vender. E o pior, foram tombados mas o governo não desembolsou nada em favor dos proprietários.” ANTONIO CARLOS ALMEIDA, estudante, Cuiabá/MT “Joanice de Deus, li sua reportagem no Diário, denominada o ‘Impasse sobre o Casarão’. Este imóvel foi tombado pela fúria de tombamento do órgão competente em 2006, Como você informa, depois de um instrumento mais amplo, anterior que desejou preservar os imóveis do outro lado da rua. A única e grande importância deste imóvel é que ele foi moradia de D. Ecila, educadora, seu marido Dr. Palmiro Pimenta e seu filho Renato expoentes da Justiça do Estado, este já nascido com seus mais ou menos, 10 anos de idade. Convenhamos que chamá-la de Casarão é exagero: era uma casa de meia morada, como ensina o Professor Dr Moacir Freitas, que foi reformada em torno de 1931, pelo Dr Palmiro, nesta ocasião sendo-lhe modificada a parede de frente e tornado aberto o corredor lateral de entrada. Continuou de meia morada. O que não pode é ficar desta maneira, em ruínas documentando o desconhecimento do Estado. Felicito-a pela reportagem em que você transmite dados pesquisados nos órgãos competentes, que explicam esse desleixo na cidade.” LUIZ ALVES CORRÊA, Cuiabá/MT [email protected] *** “Sou 100% humilde e 0% modesto e, dentro desta avaliação, digo que tenho a solução. Aliás, tenho uma foto dessa fachada no meu celular, quando certa vez procurei, no hotel, saber quem era o(a) proprietário(a), para fazer-lhe a proposta de manutenção da ‘arquitetura’ e aproveitamento da área. A proposta é tão séria que tenho até direito autoral registrado quanto à metodologia. Mas, como sempre começo dez coisas ao mesmo tempo e acabo deixando onze sem terminar, esta é mais uma delas. Mas, com o assunto em pauta, vou tentar contribuir, embora que o grande problema para solução do imbróglio chame-se IPHAN. Tudo uma questão de coerência; leis são para atender os interesses das partes. Partes.” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, Tributólogo, Cuiabá/MT [email protected] Diagnósticos “Pois é Mariana Peres! Há mais ou menos 30 anos, as Associações Médicas, do eixo Rio-São Paulo, tentaram - não sei se conseguiram - processar uma revista da época que, se não me engano, chamava-se Época, por uma matéria denominada "A Máfia de Branco", cuja conotação dá a ídeia de exploração pecuniária. Hoje, pouco mudou mas, com os planos de saúde, essa exploração passou pela proliferação dos pedidos de exames, de um simples de fezes para os dos mais sofisticados aparelhos e sempre muito caros. Minha patroa adoeceu em fins de 1998 e somente após mais de cinco anos de sofrimento, tendo passado por mais de 30 médidos ‘especialistas’ - e se puder mencionar, graças à Unimed, que bancou - e dezenas de exames, dos mais sofisticados e, somente após diagnóstico de um médico de Curitiba - sem nenhum bairrismo - aconselhando-a a procurar, urgente, um oncologista, quando, então teve a felicidade de encontrar aqui - se puder, também direi o nome: Dr. André, já que seria até um ato de humanidade a quem possa precisar - que lhe pediu exames que confirmaram: câncer de medula que, graças a Deus, com quase um ano de quimioterapia - tratamento e reforço - sarou há já quase seis anos, embora continue com seu acompanhamento. A conduta censurável desses profissionais leva-nos a pensar como conseguiram chegar a uma Universidade de Medicina, dando-nos a liberdade de conjecturar sobre um escândalo atual divulgado em toda mídia, sobre conduta de marginais pretendendo abraçar a nobre carreira de Hipócrates, sem competência, sequer, para encarar um vestibular. Quanta ‘hipocrisia’. Para os que não tiveram competência para encarar um vestibular licitamente, em qualquer época, aproveito para esclarecer que ‘marginal’, significa: que está à margem, ou seja, fora do centro. Por exemplo, as margens dos rios e, no caso mencionado, da lei.” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, Economista, Cuiabá/MT [email protected] TCE condena Murilo a devolver 3,5 mi “Nossa, essa história é tão velha que ninguém acredita mais, condena, condena e condena. Falam que vai mais não vai, desde o tempo de fuzil de sola, já existiam esses mitos. Políticos condenados pela justiça, ou pelo Tribunal de Contas do Estado ou da União, devolver dinheiro de sua própria rapinagem, ah isso é difícil de acreditar, desde que me entendo por gente, nunca vi ninguém devolver nada que roubou. Ainda falando de políticos jamais, quando é preso por tão pouco tempo, logo eles já estão soltos prontos pra traquinar novamente. E se for candidato ainda é eleito novamente. E as situações continuam as mesmas nunca mudam nada, ou melhor, muda só o matador mas o chicote é o mesmo. Fica tranquilo Srº Murilo dormindo, bons sonos pro sinhô.” VERÍSSIMO LEMES DO NASCIMENTO, Servidor público Municipal, Cuiabá/MT [email protected] Shoppings sorteiam cerca de meio milhão neste fim de ano “Gostaria de saber se após as festividades de final de ano, tomando por exemplo apenas os Shoppings, a Sefaz terá o zelo - embora seja obrigação -de verificar se houve um incremento de receitas do ICMS na proporção dos índices propalados de aumento de vendas. Notem que, para as empresas, os custos desses prêmios deverão ser cobertos pelos lucros extras das vendas ocorridas e que o ICMS tributa exatamente o lucro. Aguardemos, embora tenha minhas dúvidas.” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, Economista, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16960




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