Se depender dos deputados, com certeza não será cassado. Cadeia neste país é para pobre e preto. Para infelicidade do povo mato-grossense, ainda teremos que aturar esse nefando e nefasto sujeito, nos voos de segunda e sexta entre Brasília e Cuiabá. Dá um mal-estar ver esse elemento no saguão do aeroporto. PEDRO DA SILVA, Cuiabá/MT
[email protected] Educação por decreto Apesar da boa intenção, preocupado com a sobrecarga do currículo das escolas brasileiras, o bem-intencionado repórter equivoca-se à larga quando afirma que, segundo os parlamentares brasileiros, os nossos alunos "deveriam" aprender o Esperanto, pois essa obrigatoriedade não existe no projeto de lei já aprovado no Senado e ora em fase de apreciação na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. O projeto de lei, de brilhante iniciativa do sen. Cristóvão Buarque, se aprovado, prevê a introdução do ensino do Esperanto apenas para aqueles alunos que optarem pelo ensino desse idioma, que vem se mostrando cada vez mais pujante nas últimas décadas, graças ao impulso recebido pelas possibilidades de comunicação internacional abertas com a Internet. O equívoco do repórter decorre naturalmente da falta de conhecimento do conteúdo do projeto de lei e da atual situação do Esperanto no mundo. Vai então uma sugestão ao bem-intencionado repórter para atualizar-se sobre o assunto, estudar os diversos projetos de lei sobre a introdução de novas disciplinas nas escolas brasileiras e escrever uma bem elaborada e objetiva reportagem informando a seus leitores os fatos reais, de modo a permitir-lhes formar uma opinião sóbria sobre o assunto e eventualmente interferirem juntos a seus representantes no Congresso Nacional, para que orientem seus votos de acordo com a vontade dos eleitores. No pertinente ao Esperanto e sua introdução nas escolas brasileiras, o repórter está redondamente enganado e deve à não-desprezível comunidade de falantes do Esperanto no Brasil e no mundo e, principalmente, a seus leitores, uma nova manifestação, esclarecendo os equívocos apontados. Se errou com relação ao Esperanto, pode também ter errado em relação a várias das outras disciplinas, cuja introdução está sendo avaliada, cometendo, igualmente, profunda injustiça com os propositores e apoiadores e cometendo o maior erro atribuível a um jornalista: divulgar informações não-verdadeiras a seus leitores. "Errare humanum est". E quem não erra? Injustificável seria calar-se ante o erro, nele perseverando. O jornalista deve, portanto, a todos, voltar a tratar a matéria, porém após abalizado estudo dos fatos. JOSÉ MÁRIO MARQUES, procurador federal, Natal/RN
[email protected] Escola pública e o Enem A culpa por essa situação em parte também é dos alunos que em sua maioria vão para a escola só para passar o tempo e não dão valor aos estudos. Só fazem bagunça e não têm interesse em nada. STELA CAVALHEIRO, professora, Cuiabá/MT
[email protected] A PEC 37 O MP nunca teve atribuição para realizar diretamente investigação criminal. Faziam isso contra expressa disposição constitucional e legal. A PEC 37 só visa restabelecer a legalidade e reafirmar, sem deixar espaço para novas interpretações enviesadas, o autêntico sentido do preceito constitucional. Nenhum outro órgão ou instituição será atingido pela referida PEC, pois suas atribuições já constam da CF. Esta PEC prevê ainda que até mesmo as investigações já realizadas ilegalmente pelo MP estarão preservadas. ANTONIO CELSO DOS SANTOS, advogado, Brasília/DF
[email protected] Poeira Zero Vejo com preocupação o projeto Poeira Zero destinado ao bairro Santa Amália, aqui na rua João Pinto e rua Pinguim. Nestas ruas estão muito devagar as atividades da empreiteira contratada. Espero que o novo prefeito Mauro Mendes tenha condições de prosseguir com os serviços, pois aliado ao tempo chuvoso não acredito que até dia 10 de dezembro haja finalização, a não ser que a prefeitura intervenha e faça a sua parte. HAROLDO FURTADO DE SOUZA, vendedor, Cuiabá/MT
[email protected] Rodízio não pega, dizem autoridades Cuiabá não comporta esse tipo de rodízio de veículos. O que precisa é uma racionalização e fiscalização eficiente das autoridades de trânsito para exigir o cumprimento das mínimas regras de trânsito que a maioria absoluta dos condutores nem ao menos conhece. Filas duplas para compras e em frente de escolas, estacionamento em locais proibidos sinalizados inclusive em cima de passeios para pedestres, abuso de velocidades, transitar na contramão, descumprimento das sinalizações de trânsito nas faixas de pedestres e nos semáforos, utilização indevida de vagas especiais para idosos e PNEs, não ceder preferência nas rotulas sinalizadas, etc., etc. Um doce para quem conseguir tirar uma foto de um único amarelinho multando os infratores. RODRIGO FONSECA, administrador, Cuiabá/MT
[email protected] *** Esse vereador deveria ter mais o que fazer. Ao invés de querer aparecer em cima de algo que foge à nossa realidade, deveria ele se preocupar em melhorar nosso meio de transporte coletivo que é uma m... Faça-me o favor, Júlio! CELSO GOMES, funcionário público, Cuiabá/MT
[email protected] Motorista atinge 4 pessoas e mata 1 Enquanto existir a impunidade para motorista ignorantes irresponsáveis, que bebem e saem dirigindo seu carro, nós sempre teremos notícias como essa nos jornais. Precisa sair do papel a lei para punir motorista que dirige bêbado. MARCOS FELIPE, estudante, Cuiabá/MT Posseiros vão recorrer NAILZA PRADO, produtora rural, Posto da Mata/MT
[email protected] Não estamos discutindo se tinha índios, sabemos que não tinha e nem vai ter. Nesse conflito quem é verdadeiro culpado e bispo Pedro Casaldáliga, de S. Félix do Araguaia, que fraudou documento. Veja nos autos do processo, pois já tinha assentado varias famílias na área indígena. Queremos ser ressarcidos dos nossos prejuízos, tanto índios como produtores rurais. Permuta já, urgente! NAILZA PRADO, produtora rural, Posto da Mata/MT