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ARTIGO
Sexta-feira, 21 de Setembro de 2012, 21h:30

LEITOR

Governo negociará com estados redução do ICMS, diz ministro

“É mentira dizer que as alíquotas dos ICMS dos Estados são iguais. A nossa é a mais cara de todo país, quase chegando à casa dos 42%. O governo coloca na conta 27% mas eles fazem a conta por dentro que dá os 42%. Além de ser um roubo é uma maldade que fazem com a população de Mato Grosso, onde a energia deveria ser uma das mais baratas, devido ao calor excessivo que faz aqui. Obrigando o povo a ficar no ar condicionado o tempo todo o que acarreta uma conta impagável no final do mês.” MOISES C. MELO, engenheiro, Cuiabá/MT [email protected] A farra das promessas eleitorais “Iniciou o estelionato eleitoral, infelizmente. Não se pode dizer o que não é função e nem responsabilidade de realizar. Muitos candidatos a edil estão trocando as bolas ao prometer ação do executivo e não do legislativo. Os verbos fazer, construir, executar são do executivo municipal, já os elaborar, controlar, fiscalizar e propor são do legislativo municipal. O problema são as vãs promessas e as massas ignaras que acreditam que estão jogando na loteria e seu palpite irá abrir as portas para a felicidade. Eleitor consciente expulsa os 96% que estão nessa para locupletar e enriquecer do erário municipal.” FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] Aneel inicia trabalhos para um novo cálculo da tarifa “Todos sabemos que a conta de energia elétrica se tornou um veículo para arrecadar tributos pela eficiência do sistema de cobrança e o respeito que o consumidor tem, já que não aceita viver sem energia elétrica. É um modelo perverso; se não pagar corta. O Poder Público, aqueles eleitos pelo povo garantem a receita financeira para pagar os salários dos seus escolhidos, que vão desde a Folha de Pagamento do Governo do Estado, Assembleia Legislativa e demais penduricalhos. Se o consumidor resolver não vai pagar mais impostos, fica sem energia; é o maior abuso que se comete contra a população. Enquanto isso o consumidor fica até sem comprar alimentos para pagar impostos que vão até cinco salários por ano. É hora de votar, procure corrigir agora, com o seu voto'.” ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT [email protected] Romoaldo: MT deve enxugar a máquina “É incontestável que o senhor todo-poderoso, o chefão Riva, manda e os súditos obedecem. É um contrassenso com todos os processos hibernados por imunidade parlamentar ainda se cogita ser candidato a governo. Político em final de carreira vai para o Tribunal de Contas como prêmio. É o caso do vice-governador, quem assume o governo é Riva, tudo maquinado e todos falam amém. E viva o Brasil!” Julio C. Carvalho, Cuiabá/MT [email protected] *** “Com um discurso assim, o Sr Romualdo deveria se filiar ao PSDB, de Serra e FHC.” LUIZ EDUARDO ARRUDA, bancário, Cuiabá/MT [email protected] Aumenta a tensão com os haitianos “Alguns milhares de cidadãos haitianos têm entrada no Brasil. Além de razões humanitárias, pesa o fato do Brasil se julgar o Farol da Humanidade. Temos como mantê-los indefinidamente? Emprego, renda, moradia, educação, saúde, segurança, etc.? Se para os brasileiros, estes direitos não existem, como bancar o benemérito? Vai chegar o momento em que ou serão reenviados ao Haiti ou teremos uma série crise social e política, o que já está ocorrendo no Acre.” AUREMÁCIO CARVALHO, advogado, Cuiabá/MT [email protected] ‘Farpas’ são trocadas no 1º enfrentamento “Dentre as mudanças de nosso sistema eleitoral que deveriam ser implementadas, seria a eliminação de partidos de aluguel nos debates. Temos um monte de partidecos com candidatos que nem a sério devem ser levados em função de suas possibilidades de chegar à vitória, que servem apenas de ‘aluguel’ para tentar detonar este ou aquele que realmente tem possibilidade de ganhar ... Puro circo em nome de nossa "palhaçocracia" ... De disputar todos devem ter o direito, mas ir para a televisão só quem realmente tivesse representatividade. Chega de palhaçada...” LUIZ MARAN, Cuiabá/MT [email protected] Chegada de trabalhadores amplia índices “Com a Copa de 2014 a tendência da baixada cuiabana não é crescer em si e sim inchar; aqui se tornará um grande garimpo, e com o término das obras restará um exército de desempregados... Na realidade o Brasil é um país que cresce desgovernado... E as favelas se multiplicam. o número de moradores nas favelas brasileiras deve chegar a 55 milhões em 2020, de acordo com um relatório das Nações Unidas sobre os centros urbanos no mundo. De acordo com relatório do programa Habitat, quase 1 bilhão de pessoas vivem em favelas em todo o mundo. Se esta tendência continuar, o número subirá para 1,4 bilhão em 2020, o que equivale à população da China. O Brasil cresce pra um lado só, enquanto que o povo, o povão são excluídos. E um dos problemas mais característicos de países em desenvolvimento como o Brasil é a desigualdade social, no Brasil não é diferente. Isso ocorre entre as Regiões, Estados, Cidades e Bairros, refletindo em aspectos como a qualidade de vida, educação, segurança, entre outros. Uma pequena parcela da população brasileira é muito rica, enquanto a maioria é pobre; o que é um reflexo da grande desigualdade na distribuição de renda. OUTRO problema urbano que também preocupa a população atualmente é a violência, pois todos estão vulneráveis aos crimes que ocorrem, principalmente nas grandes cidades do Brasil. Diariamente têm-se notícias de assassinatos, assaltos, sequestros, agressões, e outros tipos de violência. Esse fato contribui bastante para que a população fique com medo, e o que é pior, muitos já não confiam na segurança pública. outro são os serviços públicos de saúde, na sua maioria, apresentam problemas estruturais, com filas imensas e demoradas, ausência de aparelhos e medicamentos, pequeno número de funcionários, ou seja, total desrespeito com o cidadão que necessita desse serviço. E a educação então? - A educação de baixa qualidade gera vários transtornos, pois parte da população não consegue obter qualificação profissional exigida pelo mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Com isso, ocorre o aumento do desemprego e se intensificam atividades como as desenvolvidas por vendedores ambulantes, coletores de materiais recicláveis, flanelinhas, entre outras do mercado informal. O Brasil é um verdadeiro apartheid, é escravidão pura, discriminação em massa. Milhões e milhões jogados no ralo, na construção de imensos prédios e construções faraônicas, onde o povo é chamado somente pra construir e depois se manter longe, bem longe. Uma arena pantanal pra 50 mil pessoas e um pronto- socorro onde as pessoas são jogadas em macas em corredores abarrotados de gente. Agora já não temos problemas sobrando na baixada cuiabana, virá um exército de todo tipo pra cá. Infelizmente somos um país desgovernado onde o povo são os trilhos pra essa máquina simplesmente massacrar.” LEO SANTOS, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16962




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