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Cuiabá MT, Quinta-feira, 11 de Junho de 2026

ARTIGO
Sábado, 19 de Dezembro de 2009, 01h:05

LEITOR

Governo e MPE comprovam que certame foi fraudado

“Ainda daqui a 15 dias, que as fraudadoras do concurso serão denunciadas. Isto já era para ontem mesmo ter acontecido. Talvez a quanto tempo essa trinca não vinham fraudando principalmente nos vestibulares, a Geysa Atala já é contumaz fazer isso, enlameando nomes de famílias tradicionais de Cáceres (Atala e Curvo), bem como esse policial militar que esta sendo investigado também. E agora reitor da Unemat, Taisir como e que fica sua moral, para vir em canal de TV, de seu apadrinhado político dizer que não houve fraude, e você defendendo sua coordenadora com unhas e dentes, dizendo que era adversários políticos que estavam fazendo tempestade em copo d’água. O copo agora quebrou, aparece na mídia e vem dizer que o fato ocorrido não foi comprovado. Parabéns ao Gaeco, que mostrou a sociedade os fatos de desmando na Unemat, com essa gestão que ai esta.” JOSE CARLOS POUSO, aposentado, Cáceres/MT *** “Tudo neste governo é de ponta cabeça. Ora a Secretaria de Justiça e Segurança Pública é a primeira secretaria de Estado, tanto que no início dos governos é o primeiro secretário empossado, e é indigno se criar uma comissão onde o secretário de Justiça não seja o carro chefe, até porque anteriormente a Casa Militar nem tinha status de secretaria. Dr. Diogenes vossa Excelência não devia aceitar a subordinação, pois não fica bem.” CARLOS ROBERTO DE AGUIAR, advogado/delegado de polícia aposentado, Cuiabá/MT [email protected] *** “Este pente fino deveria ser em todos os concursos e exames realizados nos últimos 5 anos), pois essas ratazanas e seus ratinhos sujam nossas amadas instituições a muito tempo. Então, imperador da soja o que podemos esperar é, no mínimo, uma tratora de demissões ao bem do serviço público e do mundo natural.” ANTONIO LUIZ, docente, Cuiabá/MT [email protected] Prisões de menos de 24h “Tenho sustentado, embora não seja especialista no ramo do Direito, que essas prisões temporárias são injustificáveis na medida em que afrontam a Constituição Federal e demais mecanismos legais que regem a matéria. Não é admissível, no estado de direito contemporâneo, que investigadores, sem nem mesmo intimar os eventuais suspeitos de práticas ditas criminosas, solicitem e consigam em juízo as prisões pretendidas, com o objetivo único de colher seus depoimentos. Um despropósito, uma agressão à aplicação da lei em todas as suas vertentes. Os casos midiáticos que estampam diariamente as páginas de jornais, manchetes televisivas e noticiário em blogs e sites já de plano apenam os suspeitos, enlameando seus nomes antes mesmo do julgamento judicial e posteriormente nada fica suficientemente comprovado quanto à sua atuação específica naquela ação dita criminosa. Ao prender por cinco dias, prorrogáveis por mais cinco, vários cidadãos, que podem sim ter praticado algum ou alguns crimes, simplesmente para ouvi-los nas Delegacias é algo impensável num estado de direito, uma agressão ao cidadão. Se a Polícia possui os elementos suficientemente probantes, consubstanciados num manancial de elementos de convicção inquestionável (provas documentais, testemunhais, periciais, fiscais, tributárias e outros elementos probantes) que se solicitem de plano as Prisões Preventivas dos envolvidos que, se concedida, acelerará não somente o Inquérito Policial, bem como a apresentação da denúncia pelo MP e o transcurso mais célere da Ação Penal, resultando numa sentença mais rápida, pelo menos à princípio. Operações como essa da Delegacia Fazendária, embora acreditando na competência, honestidade e dinamismo de seus delegados, não levam à nada e servem somente para desmoralizar publicamente pessoas que, às vezes, sequer possuem culpabilidade em Juízo. Ou não temos outros exemplos que justifiquem minha assertiva? Por isso, andou bem, com legitimidade, o Desembargador Luiz Ferreira, que não se deixou seduzir pelo colorido dos holofotes e determinou a soltura dos suspeitos, para que as investigações prossigam sem mácula e sem infringir os princípios basilares das leis que norteiam nossas vidas.” PAULO MATTOS, aposentado, Cuiabá/MT [email protected] Após Soares, Eliana pede exoneração “Há quem ache que é uma perda a saída dos secretários da Sanecap e da Saúde. Realmente a falta de critério foi distribuída democraticamente. A Sanecap não consegue concluir a ETA Tijucal e a Saúde de Cuiabá ficou sob a responsabilidade de Várzea Grande. Afinal, quem perde mesmo com a saída dessas duas pessoas? Sugiro que o secretario de infra-estrutura também procure se ocupar em outras coisas, pois a cidade está um caos.” MARCO ANTONIO MOURA, professor, Cuiabá/MT [email protected] Rondonópolis 56 anos “Como rondonopolitano que já fui, quero junto ao Diário de Cuiabá, saudar a cidade de Rondonópolis em seu 56º aniversário.” JOÃO FERNANDES VARGAS NETO, administrador, Cuiabá/MT [email protected] Dom Aquino “Seria muito bom, que o Sr. Prefeito viesse até o Bairro D. Aquino, para ver o ‘andamento’ da obra de recuperação da praça São José Operário. Obra essa, que fora lançada durante a campanha eleitoral , com fogos de artifício, banda de musica, discursos e muita, muita hipocrisia e infelizmente aqueles que se auto-intitulam líderes receberam os tradicionais ‘cala bocas’. E nós temos que ver nossa praça transformada em criadouro de mosquito.” LEANDRO PINTO DE O. FILHO, autônomo, Cuiabá/MT [email protected] PM é suspeito de roubar picapes em MT “Em quem vamos confiar agora? Esses policiais andam muito autoritário na rua. São mandões. Só falta pisar nas pessoas. Acham que são dono do mundo. Eles precisam passar 3 meses no Rio de Janeiro. Lá os policiais tem que sair para casa sem uniforme se quiser viver. Aqui eles são metidos. Saem até de camiseta patrolando todo mundo como se a gente fosse bandido. Não são amigos. Tenho até medo de passar perto de um policial. Que Deus me livre de um dia ter que ser revistado por um policial. Não tem educação. Fazem teste e curso para entrar na polícia, mas parecem que são analfabetos. Torne-se um líder, oh intelectual, e mude o sistema.” ALEXANDRE ALBERTO OLIVEIRA, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16960




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