Dois pesos e duas medidas; quando pobre invade area pública é grilagem, malandragem, desocupado, aproveitador, a prefeitura ou Estado entra na Justiça e pede reintegração de posse... Agora, quando é o rico? - com direito a lei ainda por cima, quem construiu a rua em frente à sua residencia? Quem construiu a avenida? Quem construiu a praça do bairro? O centro comunitário? Falta de segurança? Grilarem na cara-dura em nome da insegurança, se apropriar de um bem público. Essa lei poderia até ser chamada, digamos, roubamos legalmente para não ser roubados ilegalmente? Senhores, as ruas, as avenidas, praças, benfeitorias no geral são construídas com dinheiro público, público quer dizer de todos. Vai o pobre invadir pra ver quantas denominações ele consegue e no final sair abaixo de pau. Por anos e anos o apartheid foi desmontado na Africa do Sul, as antigas Alemanhas Ocidental e Oriental derrubaram o muro. Agora por que esses bairros não reinvidicam ruas para ricos e ruas para pobres, avenidas para ricos e avenidas para pobres? Conversa fiada, a insegurança está em todos os lugares e devemos lutar pra diminuir, ou vocês irão conseguir seus condomínios e não sairão mais nas ruas? Vão querer se aprisionar? Na cara-dura, que coisa feia, querem grilar ainda legalmente bens públicos. A sociedade precisa cada vez mais lutar pra investimentos em segurança, jamais usar a insegurança pra benefício próprio. LEO SANTOS, Cuiabá/MT
[email protected] *** Aos ricos, tudo é permitido. Inclusive ao shopping usar a rua pública para construir e ganhar dinheiro. DUARTE CONSOLI, Cuiabá/MT
[email protected] *** Engraçado, esses vereadores que querem ou já aprovaram o projeto fazem tudo isso por conta própria ou a pedido de terceiros que sem dúvida devem ser empresarios, políticos, etc..., pessoas com poder aquisitivo. A questão é o direito de ir e vir do cidadão, de andar aonde ele quiser e até mesmo passear nas praças que possam existir, pois segurança é da alçada do Estado e do município. Rua sem saida é conversa fiada, isso não passa de candidato pobre de família pobre que hoje quer aparecer. Você, vereador, como político devia criar projetos para a segurança e não só para a sua casa. Então, vamos fechar todos os bairros, como, por exemplo, Residencial Despraiado. Lá existem muitas ruas em que só os moradores no seu pensar transitam. Quem mora próximo não poderá andar pelas ruas e praças por que pode ser suspeito, ou melhor, um assaltante. Vamos murar também uma mais pobre e onde moram pessoas descentes que é o caso da Vila Real, assim os tanseuntes só terão a avenida Osvaldo da Silva Correa. Isso para mim parece mais discriminação, e infelizmente de pessoas que não nasceram em berço de ouro. Bela lição vereador democrático para os jovens desse país. HÉLIO SILVA, estudante, Cuiabá/MT *** Adorei essa ideia, com certeza vai dimunir muito a violência no bairro e o vandalismo de pessoas que só querem prejudicar a sociedade. LUCIANA LUZ DE OLIVEIRA, aux. contabil, Cuiabá/MT
[email protected] *** Enfim, uma proposta para ajudar a população a se defender dos bandidos. Parabéns ao vereador autor do projeto. Outros bairros devem se mobilizar e fechar as ruas para impedir o tráfego de marginais, eles respeitam mais os locais que dispõem de guarda armado e cães de guarda, pois sabem que lá correm risco de vida. As grades fechando as ruas torna o ambiente familiar mais sadio, onde as pessoas buscam proteger mutamente suas famílias. O poder público, responsável pela segurança pública, deve oferecer os guardas para as guaritas, pois os assaltos continuam, como já dissemos, só mudam os endereços. Insistimos na prioridade dos investimentos dos recursos públicos em tecnologia avançada para dar melhores condições aos técnicos que querem trabalhar; melhorar a informática com conexão entre os diversos órgãos que tratam de segurança. Hoje cada área tem um arquivo próprio com fotografias e outras informações. O mercado de trabalho oferece mão-de-obra qualificada capaz de melhorar o nível. A Sefaz montou um sistema de informática capaz de emitir notas fiscais, on line, ou seja, as operações são monitoradas no momento da emissão da nota fiscal. Bem, estamos falando de arrecadação. Na segurança pública o bandido assalta todos os dias, é identificado, abre-se um BO, vira processo e vai aguardar investigação, daí ..., e continuam os assaltos. A impunidade é a garantia dos marginais continuarem nas ruas. O Poder público está perdendo a guerra, e o pior, na área de Segurança. ACIR CARLOS OCHOVE, aposentado, Cuiabá/MT
[email protected] Professora Gracildes Não tive a oportunidade e prazer de conhecer a professora Gracildes. Infelizmente! Mas, pela idade, posso supor, com justificadas razões se tratasse de uma educadora dos velhos e bons tempos, quando o mestre era efetivamente preparado para o exercício do cargo, demonstrando saber, cultura, personalidade e espírito de sacerdócio em benefício de seus alunos. A professora Gracildes certamente contribuiu com a formação de centenas e mais centenas de cuiabanos e irmãos de outros estados que tiveram a oportunidade de saborear de seus conhecimentos e sua cultura. Infelizmente, a vida é assim. Em dado momento Deus chama a seu lado pessoas que, no plano terrestre, se doaram continuamente em benefício de terceiros, proporcionando-lhes ensinamentos essenciais à sua formação, transformando-se em grandes homens e mulheres. Recordo-me de minhas professoras, e lá se vão muitos anos, quase meio século, Milena Addor Nunes da Silva, Maria Sofia de Albuquerque, Edna Maria de Albuquerque Affi, Octayde Jorge da Silva, Albacete Santana Lopes, Emílio Albernaz Polzin, professor Pedroso e e tantos outros que contribuíram com a minha formação e conhecimentos. A todos eles a minha justa e comovida homenagem, e minha solidariedade e pêsames aos familiares da professora Gracildes que, com sua energia e capacidade, certamente estará no Reino de Deus ajudando-o no aprendizado daqueles que, chamados intempestivamente, necessitarão, naquele Plano, de seus conhecimentos. PAULO MATTOS, aposentado, Cuiabá/MT
[email protected] Febre ou veneno? Eu apostaria na antropização, processo desencadeador das atividades humanas, sendo a urbanização a principal causa, onde os espaços dos animais ficam cada vez mais restritos, prejudicando a biota, ou seja, servindo somente aos homens aquilo que era natural aos animais. Lembro-me bem ali onde hoje está a hoje Av. Dante de Oliveira, nos anos 70/80, era comum ver os primatas pulando nos galhos, muitas vezes invadindo os quintais das casas para se alimentarem, com isso estariam completamente fora de sua cadeia alimentícia, pois era no lixo seu principal alvo na procura de algo para seu alimento. Com a explosão demográfica, as zonas de convivência deste e outros animais, se limitaram ou, no mínimo, se extinguiram acabando com grandes áreas verdes desta cidade que tem como slogan Cidade Verde. Pouco ou quase nada fora feito para manter algumas áreas de preservação, tendo como foco a fauna e flora, desmatou-se e continua desmatando sem o conceito do princípio da preservação. Como é possível vermos o descarte de lixo por toda a periferia de Cuiabá, não seria difícil dizer que os animais têm como hábitos aos dias de hoje se alimentarem destes dejetos humanos totalmente contaminados, e por que não?, com o tão destruidor chumbinho? LUCELIO COSTA, agente do terceiro setor, Cuiabá/MT
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