Nem começou direito a campanha política e meu saco já está cheio. Será que estou a caminho de me tornar um velho ranzinza?, pergunta o nobre articulista. Pois, se for isso, então somos dois! Minha paciência para com o que somos obrigados a conviver nesse período que já era curta quando nos tempos de estudante-engajado, há muito foi para o espaço! Se eu pudesse, juro que hibernaria seis meses nos anos eleitorais! Além dos contumazes pede votos profissionais, há aquela legião de idiotas querendo aparecer e somente por isso, se candidatam sabendo que não há a menor chance de se elegerem. E nós, pobres mortais é que pagamos o pato, duas vezes, por sinal! NATAL SANTANA, Educador, Cuiabá/MT
[email protected] Situação de Chapada está mais preocupante Na verdade, a configuração do Parque de Chapada excluiu a região de morrarias que fica à direita da rodovia que vai pra chapada. É sempre por ali que se iniciam os incêndios. Existem loteamentos no meio dessa morraria, praticamente na divisa do parque, e não há qualquer fiscalização. A solução é alterar as dimensões do parque para incluir todas essas áreas especiais. Outra questão, não existe um aceiro, uma estrada sequer em volta do parque com o fim de impedir incêndio ou de viabilizar a locomoção de veículos e pessoas para contê-lo. Existem milhares de chácaras de lazer e sítios no entorno de todo o parque. Essas pessoas é que vem ano a ano provocando queimadas. Quanto as trilhas de motoqueiros, muito ao contrário do que acha o Cecílio Villaverde, elas tem ajudado a conter as queimadas. Esse incêndio desta semana o pessoal só conseguiu apagar porque atingiu um limite em que havia uma trilha de enduro. Essa moçada é ecologicamente correta. Pratica esse esporte por ser amigo da natureza. E essas trilhas não ficam no parque, mas nos morros que estão fora dele. ANTONIO SELVIO, Cuiabá/MT
[email protected] *** Ah! Alguém resolveu trabalhar... Pelo menos agora começam a aparecer os primeiros nomes dos criminosos, dos terroristas, que é como eles deveriam ser tratados. Tenho para mim que são poucas pessoas e as mesmas de sempre. Isso tem nome: impunidade. Sempre há quem diga que são empreendedores, que (coitados...) produzem a nossa comida... Credo! MARIA FATIMA R. MACHADO, Professora, Cuiabá/MT fatimac@terra. com.br Instalação de teleférico a ser debatida Não é no Mirante que a Sedtur quer construir o teleférico. É na área particular do Leivinha, íntimo e doador de campanha de Yuri. A região do Mirante foi a opção apresentada pela Promotoria de Chapada através do Romaquelli. Outra coisa problemática. Falam em audiência pública para consultar a sociedade. Na outra audiência feita pela Sema foi mais uma apresentação em prol da Sedtur do que consulta. Ninguém podia fazer pergunta, só ouvir um monte de propagandas. quem comparece a essas audiências são pessoas ligadas ao ramo de hotéis e restaurantes que não tem qualquer investimento em Chapada. Querem, na realidade, que Chapada se dane, contanto que eles se saiam lucrando. Fica aqui o meu grito de indignação, para que a população da cidade de Chapada compareça a essa palhaçada e mostre que não quer parquinhos para atrapalhar a natureza. A natureza é o único patrimônio, de valor mundial, da Chapada. Tudo que ofendê-la causará perda para a região. Quem procura Chapada não quer ver construções de restaurantes e torres de teleférico. Quer ver a natureza, a cultura, o povo belo que ali existe, os sítios arqueológicos. Lembremos que se a Sedtur instalar metade dos restaurantes que vem prometendo todos os empresários do ramo em Chapada vão ter que fechar as portas. Vão ser eliminados pelo próprio Estado, que tem a obrigação de lhes dar incentivo. ELIEZER VIEIRA, Cuiabá/MT
[email protected] Sem professores, estudantes padecem Sou pai de um casal de alunos ambos concluintes do ensino médio. Eu estou tirando dinheiro que seria inclusive destinado ao bem estar e ao sustento de ambos e pagando cursinho preparatório para o ENEM, tudo para ajudá-los a realizar seus sonhos que é fazer medicina na UFMT. Os ânimos já foram alterados, a auto estima desmorona-se, existe um dano enorme se observada a dimensão do transtorno ora posto sob a celeuma. Eu pergunto quem é que vai pagar por isso? Fico muitíssimo triste por saber que ninguém ira arcar com essa falha torpe, tosca, imoral por parte do Governo-MT e do TRE-MT. Depois de ler sobre a opinião do Ministério Público, terei que reaprender IED e pedir socorro a OAB. Esta passada a procuração, intervenham urgente porque moral e objetivos não tem preço. JOSÉ SOUZA SOBRINHO, Vigia, Barra do Garças/MT
[email protected] *** Mais uma campanha eleitoral milionária e as propostas para uma educação pública de qualidade mais uma vez certamente ficarão nos cansativos discursos retóricos-demagógicos. Um povo culto e educado sabe escolher melhor seus representantes nos parlamentos. Portanto... JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT *** Para não influenciar no pleito, contratem em regime urgentíssimo, professores de Estados vizinhos, se é que está mesmo em jogo a educação e não o interesse de uns e a vaidade incontida de outros. ROQUE PEREIRA NETO, advogado, Rondonópolis\MT
[email protected] *** Essa situação é um absurdo e mostra bem a preocupação de nossas autoridades - governo, juízes - com a educação. Enquanto os políticos profissionais fazem campanha, usando a educação como bandeira, os estudantes ficam sem aulas. É o retrato do Brasil e de Mato Grosso. Muita demagogia e pouca ação! MARTHA BAPTISTA, jornalista, Cuiabá/MT
[email protected] Cadastramento da polícia parado Permitir e legalizar a profissão de flanelinha é o cúmulo do absurdo. Essa atividade é exercida através de coerção e não agrega absolutamente nada para a sociedade. LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, Administrador, Cuiabá/MT
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