Nestas alturas do campeonato das intrigas dos nossos ilustres homens públicos, onde o jogo ainda nem começou, por que o governo do Estado não propõe então à Fifa o cancelamento definitivo da Copa Mundo 2014 em Cuiabá? Nesse jogo de interesses pessoalíssimos fica claro que quem perde uma vez mais é o cidadão-contribuinte-bucha-de-canhão. JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT *** Ao leigo, parece que o interesse pessoal de certas autoridades está sempre acima dos interesses públicos. A Arena Pantanal corre sério risco de paralisação das obras devido a uma greve geral dos trabalhadores e o secretário da Copa se preocupa em batalhar no seu interesse pessoal de ser nomeado para um cargo vitalício de conselheiro no TCE. Uma pena! O governador deveria aceitar o seu pedido de demissão e não indicá-lo para mais nada no serviço público. MARCELO MATTOS, universitário, Cuiabá/MT
[email protected] *** Platão já dizia que o castigo dos bons que não fazem política é serem governados pelos maus. Todos nós acompanhamos uma crescente e aparentemente infinita onda de corrupção no Brasil. Olhando de fora, parece que não resta ninguém: soa como um roubo conjunto e indiscriminado, nojento, asqueroso, enfim
Para quem aprendeu a ser correto, as esperanças vão sumindo cada vez mais e aí está o perigo. Não tem hospital, não tem transporte, não tem educação, não tem segurança, não tem nada. Enquanto isso, milhões e milhões (em espécie, pra não deixar rastro) são espalhados por várias cuecas por aí. É rabo preso para todo o lado. Infelizmente, neste país as leis são brandas demais. Ladrões dos cofres públicos, criminosos hediondos, estupradores de crianças, exploradores de idosos e deficientes, policiais corruptos, motoristas bêbados e assassinos e toda gentalha que aterroriza a sociedade são protegidos de leis severas e tolerantes. Para começo da história, réus-confessos e presos em flagrante gozam da legítima privilégios de ser tratados como suspeitos, e assim, considerados inocentes até que se prove em contrário, ou seja, por sentença irrecorrível. A regra é que respondam aos processos em liberdade. Neste país ser ladrão de cofres públicos é mais fácil do que ser ladrão de banco... são negociatas daqui, negociatas dali... A lei só é dura para criminosos pés-de-chinelo, que habitam onde o diabo perdeu as botas e não têm um centavo de patrimônio, nem nos bolsos furados. Enquanto isso, a epidemia de dengue continua aumentando, não se vê movimentação nos hospitais e policlínicas para aumentar o número de leitos e de médicos; apenas se vê muito político chorando lágrimas de crocodilo pra não perder a boquinha... Vergonhoso, senhores representantes do povo, o povo está sofrendo enquanto por outro lado vocês ficam de reuniãozinha pra cá e pra lá pra ver quem continua ou sai do poder. Pelo povo? - Não, o povo só é lembrado 3 meses antes das eleições. É triste, muito triste, não aparecer no horizonte deste país um estadista. LEO SANTOS, Cuiabá/MT
[email protected] *** O Eder de Moraes é gente boa, mas bem longe da administração pública, porque esse cidadão só vem causando problemas ao governo de Sival Barbosa, que até agora nos parece que está sempre fazendo vista grossa às asneiras praticadas pelo então secretário da Agecopa, Secopa, sei lá o quê. Porque essa coisa vai passando de incompetente a incompetente e sempre nas ocasiões trocando de nome. Até quando, sr. Governador, isso vai acontecer, porque até agora as obras que tanto falam que vai mudar a mobilidade em Cuiabá não saíram da maquete. Será que vão esperar a Copa passar para depois realizá-las? ROCHA MATOS, funcionário público, Cuiabá/MT
[email protected] *** Cidadãos cuiabanos e mato-grossenses, lembram-se de que o ex-governador Blairo Maggi disse que não haveria interferência política na Secopa? Infelizmente, são homens sem-palavra, pois o que existe é só a briga pelo poder. Quem ganhará com essa disputa? Nós já sabemos... FRANCE WILLIAM DE CAMPOS LEITE, Cuiabá/MT
[email protected] Governador posterga anúncio de nome O homem é forte mesmo. Indicado para assumir a Ager, órgão técnico por excelência e que deveria ter como missão o equilíbrio entre os agentes (públicos e privados) e em benefício da sociedade, não pode e nem deve ser atrelado a interesses puramente do governo ou empresariais e muito menos político-partidários ou pessoais. Não conheço nem tenho referências sobre a formação do indicado, mas ele demonstra não possuir perfil adequado para o cargo (pelo que mostrou na Secopa) que exige coerência e conhecimentos administrativos e técnicos especializados relacionados com vários setores da infraestrutura urbana como transportes, saneamento básico e energia elétrica, entre outros. É pura utopia, mas os homens de bom-senso e de responsabilidade deveriam pensar mais em defender os interesses da sociedade como um todo, lamentavelmente abandonada e relegada a um plano meramente figurativo em todos os sentidos. MARCELO MATTOS, universitário, Cuiabá/MT
[email protected] MPF apura danos ao rio Paraguai Essas ONGs na verdade são escritórios bancados por outras nacionalidades com o intuito de atrapalhar, atrasar o desenvolvimento mato-grossense e brasileiro. JOSÉ DE ARIMATÉIA, professor, Cuiabá/MT
[email protected] Beber,só se for escondido É perfeitamente possível entender a argumentação do referido cidadão. No entanto, a aprovação e aplicação da lei terá uma repercussão catastrófica no comércio de bebidas que hoje é potencialmente regadora de muitas frentes de trabalho, direta e indiretamente. Assim como a aprovação da lei quanto à permanência deste indivíduo no cenário nacional está fadada a sucumbir. MARCIO MOREIRA, consultor de Vendas, Cuiabá/MT
[email protected] *** Quando a gente pensa que já viu de tudo, aparece mais uma figurinha carimbada. Será que ele já ouviu falar da lei seca nos Estados Unidos, que serviu apenas para criar o crime organizado? Proibidos a maconha, a cocaína, o crack e outros bichos já são, e se o deputado estiver com problemas para encontrar consumidores à luz do sol ou da lua, é só comprar um óculos. O que o deputado quer de fato é espaço na mídia. Acorda, Emanuel, vamos trabalhar de verdade, deixe de brincadeira com o povo! RUBENS ALMEIDA, economista, Cuiabá/MT
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