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Cuiabá MT, Sexta-feira, 12 de Junho de 2026

ARTIGO
Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011, 20h:28

LEITOR

Éder Moraes dosa política com futebol

“Indiscutivelmente as respostas dadas pelo secretário da Casa Civil Eder de Moraes, denota-se que o Estado de Mato Grosso, saiu de um amadorismo político que visava apenas interesse pessoal. Hoje o Estado e reconhecido nacionalmente e internacionalmente como um dos grandes potenciais em investimento e crescimento em nosso país. Quando Secretaria da Fazenda na gestão Blairo Maggi, iniciou uma verdadeira via sacra para combater os sonegadores. E o fez com grande louvor uma vez que os sonegadores fizeram varias campanhas para tira-lo da Sefaz. Mas o trabalho proposto dava-o total respaldo na gestão. Nos, amantes do futebol precisamos e queremos de mudança na FMT, esta na hora do senhor Orione passar a bola, e seria mais um grande desafio na vida publica do Eder, portanto, senhor Orione não deixe passar esta oportunidade passando a BOL A. Tenho certeza que na direção do Eder visionariamente a FMT estará em pé de igualdade com as demais federações. Vamos torcer para que isso acontece.” ROBERTO AMORIM, funcionário publico, Cuiabá/MT [email protected] Toninho diz que Pagot e Tião querem denegrir Murilo “Várzea Grande, terra de ninguém, afinal, que é o prefeito desta cidade Tião, Toninho ou o Murilo Dormindo?” MARCIO NASCIMENTO, Campo Novo do Parecis/MT [email protected] DEM reúne cúpula e quer definir cargo no governo “Minha opinião, esse governo do Silval Barbosa vai ser o pior de todos... Não vai ter oposição. Todos vão mamar nas tetas. Menos o povo. Isso é uma vergonha.” JOSÉ SANTOS, Cuiabá/MT [email protected] Leitão também quer presidência “Em Mato Grosso acontece o inverso, os fichas limpa são ‘barrados’ e os fichas sujas são premiados e conseguem alçar altos cargos políticos. O coronelismo e outras práticas deploráveis ainda imperam neste Estado.” LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, administrador, Cuiabá/MT [email protected] Garotas marcam encontro e são estupradas “Antes que comecem a histeria de pedir pena de morte aos autores deste crime, é bom pensarmos um pouco. É claro que ninguém, a não ser os próprios, é louco de defender estupro, de qualquer natureza. Mas, vejamos: primeiro: elas não saíram de casa forçadas; marcaram o encontro de livre e espontânea vontade. Segundo: se o encontro foi marcado via Orkut, eram pessoas com as quais elas tinham contato, portanto, sabiam o que poderia acontecer. Ninguém com boas intenções marca encontro em trio num horário desses! Terceiro: vejam o horário em que essas adolescentes estavam na rua sem o conhecimento dos pais, e só se faz coisas escondidas, quando estas são ilícitas, portanto, elas sabiam que estavam agindo errado. Que os rapazes devem ser punidos, não resta dúvida, mas esse caso merece uma investigação mais rigorosa, até porque o que se tem noticiado é a versão das meninas. Pode muito bem ter sido uma relação consentida, ou vão me dizer que meninas nessa idade não fazem sexo? Creio que os pais dessas meninas precisam impor limites; os sites de relacionamento precisam ser monitorados, sem essa de privacidade, isso é para maiores de idade; a polícia precisa apurar o que de fato houve e aí, sim, a justiça estabelecer as devidas punições. Vi ontem um comentário num outro site, onde se defendia a castração, a morte dos rapazes. Devagar com o andor, não é? Se os caras tivessem invadido as residências e praticados tais crimes, eu também defenderia algo assim, mas não foi isso que aconteceu. Portanto, vamos aguardar as investigações. E que sirva de lição aos pais e às meninas que insistem em serem donas do nariz quando ainda não o são de fato!” NATAL SANTANA, Educador, Cuiabá/MT [email protected] Músico “Leio aqui e ali sobre a desvalorização da figura do cantor nas últimas décadas. Aliás, se configura uma mudança em relação ao artista intérprete desde as mudanças na música brasileira aprofundadas pela Bossa Nova e que possibilitou aos compositores de vozes pequenas e muitas vezes não tão afinadas, se colocarem ao microfone como cantores de suas obras. Mas ali, era um contexto estético. Nas últimas décadas, surgiram cantoras brasileiras que escrevem seus próprios versos e melodias e que não chegam a ser exemplos de composição. Boas intérpretes ou performers como Ângela Ro Ro, Marina Lima, Marisa Monte e Dona Ivone Lara são também grandes compositoras, em gêneros diferentes da MPB. Mas e a importância do intérprete, diminuiu mesmo? Penso ao ouvir as novas cantoras (por que novos cantores hoje são raríssimos) que elas se limitam ao canto limpo e afinado, dentro do estilo a que se propõe. E que ficam fora de contexto: a criação do canto, a ousadia, a alegria de cantar e a descoberta. Parece que as canções são todas iguais. Como isto é impossível, me parece que as cantoras é que são todas iguais... E que o nobre ato de interpretar ganha solidez cada vez mais, ao contrário do que dizem: É só ouvir Cássia Eller, uma das últimas grandes cantoras surgidas neste cenário de deserto e sem criatividade. Cássia Eller é muito diferente do gênio João Gilberto (intérprete da voz e do violão e compositor bissexto, um autêntico criador), mas como ambos são nobres e importantes para a história da nossa música popular! E como João e Cássia são artífices, artesãos e criadores das canções, tanto quanto os grandes compositores. Acho que a decantada ‘desvalorização’ que cantoras dizem sentir entre a mídia e o público, deve ser repensada a partir do que elas próprias produzem, em voz e canções. Espaço para os artistas musicais, criadores ou intérpretes, vai continuar existindo. Mas quem perde é o público e a própria música. Talvez falte correr riscos ou muito possivelmente falte criatividade ou quem sabe falte ouvir Vânia Bastos cantando Londrina, Bethânia cantando Carcará, Elba Ramalho cantando ‘De volta pro aconchego’, Cássia Eller em todo o álbum ‘Veneno Antimonotonia’, Gal Costa no disco ‘Fatal’, Elis Regina cantando ‘Nas curvas da estrada de Santos’ e também ouvir Nana Caymmi, Ângela Maria, Leni Andrade, Tetê Espíndola e Marlui Miranda.” ALDO MORAES, Músico, Londrina/PR [email protected]

Edição EDIÇÃO 16962




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