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Cuiabá MT, Terça-feira, 16 de Junho de 2026

ARTIGO
Sexta-feira, 23 de Julho de 2010, 20h:12

LEITOR

ECAD

“Em relação ao comentário do músico Guapo, o Ecad posiciona-se enfaticamente contra as afirmações caluniosas. No ano de 2009, o Ecad distribui mais de R$ 318 milhões em direitos autorais de execução pública musical para mais de 81.250 titulares de direitos autorais, entre eles compositores, intérpretes e músicos. A atuação do Ecad é pautada pela ética profissional e transparência. O trabalho da instituição é auditado anualmente por empresas independentes de renome no mercado e por órgãos públicos como Receita Federal e INSS, sendo seu desempenho aprovado ano após ano. Por isso, nada se comprovou contra o Ecad em CPIs e Audiências Públicas realizadas até hoje, comprovando a lisura de sua atuação.” ECAD - Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, Cuiabá/MT 500 execuções em MT “Antes tarde do que nunca, já há alguns anos vinha chamando a atenção do Município sobre estas caçambas que se espalharam pelas ruas e avenidas de Cuiabá, em certos momentos, tomando quase que em definitivo as vagas dos veículos e dos transeuntes. Houve casos de acidentes fatais com a má colocação destas engenhocas que poluem a cidade em todos as suas formas. Espero que daqui pra frente este problemas esteja realmente resolvido, sendo assim, parabenizo esta ação da Secretaria do Meio Ambiente pelo ato.” LUCELIO COSTA, Funcionário Público, Cuiabá/MT [email protected] Produção posta em xeque “A Kátia Abreu tem condições de representar o produtor. O ministro do Mapa é uma vergonha, deveria pedir licença e se exilar em Cuba que é o local propício para desenvolver este tipo de pensamento atrasado e de intenção duvidosa. O nosso Governador tem que se posicionar firmemente sobre o assunto, aí não tem como fazer média. Ou é ou não é a favor dos novos índices. De penalidade o cidadão já está cansado, reforma agrária se faz com as terras públicas que estes governos anteriores não cuidaram adequadamente. Ou já se esqueceram de Rondolandia(PSDB) Aripuanã(PFL) foi invadido e legalizado pelos governos do passado.” RENATO RODRIGUES, agropecuarista, Cuiabá/MT [email protected] *** “Não tô entendendo nada! Se o agricultor cultiva a terra, derrubando as árvores ali existentes (porque em cima das arvores não dá para plantar e nem criar boi), o Ibama e a Sema multam. Se ele não planta, o Governo Federal quer puní-lo com desapropriação! Que diabo é isso??? É muita pressão sobre os produtores rurais, fico me perguntando; vale a pena querer produzir nesse país? Acho que deveríamos fazer uma lei obrigando cada um produzir seu próprio alimento, porque daqui a pouco ninguém vai querer ser agricultor.” GILDA DE PASSOS, Dona de Casa, Cuiabá/MT [email protected] *** “O Governo cria problemas para o produtor rural e para o próprio governo. Ou se produz alimentos, ou se planta árvores, ou se dá terra para sem terras. Como fazer reforma agrária, se na Amazônia não se pode derrubar mais árvores, e no resto do Brasil ás áreas produtivas são de propriedade particular e, pequenas, em relação aos Estados Amazônicos. Ou se faz reforma agrária, definitivamente, somente com terras públicas ou se encerra a Reforma Agrária no Brasil. Acredito que com a atual legislação, não há mais como fazer reforma agrária, acabou. O Governo criou este problema, agora que arrume solução, sem tomar a terra do proprietário rural, experiente e produtivo (os superavits da Balança Comercial comprovam), mesmo enfrentando intempéries climáticas, cadastrais, bancárias...” SIRLENE GOMES PESSOA, Economista, Cuiabá/MT [email protected] O mentiroso “Caro Dr. Gabriel Novis, Gostei muito do seu artigo. Agora, me responda, é possível viver sem a mentira. Uma vendedora está olhando a cliente gordinha com um vestido atarracado no corpo. Está bom? pergunta a moça. - Está ótimo. Caso contrário ela perde o emprego. Você faz uma visita e lá é servido um bolo solado. A senhorinha pergunta. Que tal? Está ótimo. Se falar que está ruim, a pressão da senhora sobe pra 26, o diabetes para 400. Então é melhor mentir. Agora, quanto aos políticos, o sr. está repleto de razão. Esses senhores deveriam passar por um curso de ética e ficarem de castigo, um mês, carregando um enorme nariz de Pinóquio, em caso de mentira. Essa seria a pena mais adequada, porque prisão não ressocializa ninguém, pelo contrário é na prisão que os grandes golpes são tramados. Abraços ao ilustre médico e professor.” ROSANA FERNANDES, vendedora, Cuiabá/MT [email protected] Atitude impessoal “A relação de impessoalidade, como tal, resulta, indispensavelmente, do grau de evolução e discernimento do ser vivente, um decorrente de conquista pessoal. E deste modo, pressupõe-se haver, pelas atitudes, uma inteireza de caráter, diante do cumprimento do dever, em quaisquer das nossas atividades, desde que, colocando sempre o mérito antes da preferência. O que é isso? Isso significa que só devemos arrimar e segurar aquilo que nos garante ser devido, sobretudo, amparado por uma justiça sociocêntrica. É cumprir o dever fundamentado na transpessoalidade, isto é, por desprendimento intacto dos interesses egocêntricos da pessoalidade. Os interesses pessoais, quase sempre são intimamente impelidos pela ansiedade de auferir vantagens, às vezes, não meritórias, portanto, em detrimento de outrem, logo, opondo-se a um posicionamento altruístico. É uma investida egocêntrica, vez que é daí que advém a ganância. Constitui-se também, como irreverência, a isso, na hipótese de se distinguir pessoas, no intuito de agradar, decerto, em prejuízo de muitos, quando, de uma forma ou de outra, todos estão na mesma relação de direitos, ainda que variáveis. É negligenciar perante a execução dos deveres pessoais em trato de excelência, em especial, quanto ao que deve ser feito, por direito, quanto para si, quanto para outrem, pois o direito pessoal deve ser semelhante ao direito do vizinho, extinguindo-se, incontestavelmente, qualquer idéia de que possa haver neste mister, uma relação de egoísmo. Por outro lado, alguém, diante de tudo que fora aqui aventado, poderá alegar que por muitas vezes surgem instantaneamente circunstâncias imprevistas sobre nossas relações de direitos e deveres, que impossibilitam terminantemente o cumprimento de dever com outrem. É justo e devido o alegado, porém, não exime o dever de contatar imediatamente, aquele com quem havemos de cumprir este ou aquele compromisso, embora que, em alguns casos, possa ser isso impossível, por um motivo ou outro, mas, mesmo assim, quase sempre não é possível por negligência de uma atitude de diligência em tempo hábil, remediável ou sanável. A agilidade é de fundamental importância nos trâmites de nossa vida, sem exclusão desta, ou daquela atividade. No âmbito da relatividade, porém, ninguém está totalmente errado e nem totalmente certo.” FRANCISCO FREIRE DA SILVA, Cuiabá [email protected]

Edição EDIÇÃO 16963




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