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Cuiabá MT, Terça-feira, 23 de Junho de 2026

ARTIGO
Terça-feira, 14 de Abril de 2009, 20h:29

LEITOR

Dengue mata o 8° e casos graves dobram

“Não sei até onde os governos estão ou não preocupados. Minha residência fica nas imediações do Cemitério da Ipiranga. Já denunciei em diversas Secretarias a quantidade absurda de mosquitos presentes nesta região, inclusive apontando possíveis focos criadores, mas até o presente momento sequer vieram à minha residência para constatar a presença dos mosquitos. Isto foi em dezembro do ano passado, já estamos quase na metade de 2009 e continua aumentando os mosquitos e nada da presença dos ‘exterminadores’ do mosquito. Isso é preocupação? Não acredito...” NIVEA MIGLIOLI, Cuiabá/MT [email protected] Aos 70 anos, Shelma deixa o Judiciário “Eu fico super orgulhoso de ser mato-grossense e saber que o judiciário do meu estado teve uma ilustre desembargadora como a nossa Drª Shelma Lombardi. Dessa digníssima desembargadora, podemos citar com orgulho puro, exemplos de honestidade, dignidade, lealdade e simplicidade. No desempenho de suas funções na mais alta corte do poder judiciário sempre manteve seus pés sobre o solo. Nossa digníssima desembargadora pode olhar no espelho e ter a certeza do seu dever cumprido. Meus parabéns Drª Shelma Lombardi.” VERÍSSIMO LEMES DO NASCIMENTO, servidor público, Cuiabá/MT [email protected] Distribua o bife, Mário Cândia! “Pois é, Sr. articulista, acho que não só você é ingênuo. Some comigo. Qualquer governo sério e preparado - entenda-se: governante - deveria saber que gêneros alimentícios só devem ser exportados quando há excedentes e, ainda mais, quando se arroga que não temos mais dívidas externas, logo não dependendo tanto de ‘dólares’ e, se administrador atualizado, sabendo dos riscos que essa malfadada moeda está prestes a oferecer (consolidar?!). Nem precisa ser economista para saber que temos mercado interno de sobra para consumir os excedentes de carne. Uma ressalva: excedentes oriundos de um consumo retraído em razão de preços escorchantes; bastaria, como bem o disse, que houvesse ‘preço’ para tanto, pois que consumidor existe aos milhões. Considerando que, na atualidade, o agronegócio, incluído aí a pecuária, é um empreendimento empresarial e, como tal, deveria estar preparado para, quando não puder ganhar nos preços internacionais, ganhar no volume vendido. Assim, seguramente, não haveria necessidade de interrupção das atividades dos frigoríficos e toda cadeia envolvida, com os consequentes desempregos. Traduzindo o que você não quis dizer: Ganância, principalmente dos agropecuaristas, pois que o segmento é dependente dela. Como disse Obama: ‘Esse é o cara’... que ‘governa’ nosso país. Quanto ao seu amigo e similares... não os invejo; tenho pena!” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, tributólogo-economista, Cuiabá/MT [email protected] Brunetto ‘detona’ indicado de Abicalil no Incra “A matéria mostra a ira dos parlamentares com a política de assentamentos em Mato Grosso, no entanto, não cita nem um caso específico ou localiza o problema nem mostra qual é o problema. O companheiro Wiliam assumiu o cargo há pouco tempo e pela vontade que tem de fazer uma boa gestão à frente do Incra em Mato Grosso mostrará que as mazelas do passado não o impedirá de fazer uma boa gestão. Em relação aos parlamentares é preciso observar a que interesses defendem. Em momento de crise na economia o Incra não pode ser apenas um grande comprador de terras como pensam alguns que se escondem atrás de reivindicações das vítimas do grande latifúndio.” ORENCY FRANCISCO DA SILVA, bancário, Cuiabá/MT [email protected] Pecuária de MT sob risco “Eu gostaria de fazer uma colocação sobre a matéria e esclarecer que o Sr. Antonio Carlos Carvalho de Souza é funcionário público que vem a esse respeitável órgão de imprensa para defender seu emprego. Ele não vê as dificuldades que o pecuarista enfrenta, nem lembra que há uma entidade que tende a defender os nossos interesses ou qualquer ação do governo; o próprio governo, por exemplo, tem suas metas orçamentárias e isso faz parte do próprio órgão. Se o funcionário público está preocupado com seu emprego, que vá ao interior e veja as dificuldades que um pecuarista enfrenta. É uma infinidade de problemas que tem de enfrentar; enquanto isso, ele simplesmente chega ao final do mês e vai lá pegar o seu contra-cheque sem o pavor que atenta os pecuaristas permanentemente, com medo de vender e não receber. Talvez agora ele esteja sentindo na carne o que milhares de pecuaristas estão sentindo com o fechamento de várias unidades de abate aqui em MT, sem o recebimento e sem saber como pagar suas próprias despesas. O Governo com certeza tem como arcar com esses custos, pois trata-se de um assunto assim como tantos outros de competência do próprio governo. É muito triste ler um artigo em que um funcionário público não vê o lado de milhares de produtores que estão à beira do colapso por uma instabilidade, vendo seu próprio meio de sobrevivência ser atacado de uma forma tão ridícula e sem fundamento humano.” MARCIO FERREIRA DE MELLO, produtor rural, Juína/MT [email protected] *** “Caros colegas, Fefa, Fethab e ICMS de mais de 40% na energia elétrica cobrados em nosso estado, são realmente uma vergonha. Só tenho visto pessoas preocupadas com o seu próprio umbigo. Está todo mundo querendo se salvar custe o que custar, doa a quem doer. A maioria destes frigoríficos está dando um grande golpe nos produtores e no dinheiro público. Deixe esses caras quebrarem. As verdades estão sendo manipuladas, o povo só recebe informação manipulada e tendenciosa. Quem sabe da verdade no setor produtivo do nosso país agropecuário, ou não pode ou não quer revelar ao cidadão que trabalha e produz neste estado e país.” RENATO RODRIGUES, agropecuarista, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16968




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