Estou em Mato Grosso há mais de 30 anos, e fico triste ao ver os Campos & cia voltando para a política, principalmente querendo cargos no Executivo. Sou e sempre serei contra esse tipo de político, pela simples razão de amar esta terra e desejar o melhor para ela. Mas a atitude e a coragem do Jonas e Jayme merecem o meu respeito e os parabenizo por isso. Ao Blairo Mággico, meus pêsames pela posição que tomou, porque ele mais que ninguém deveria saber que o problema não está na quantidade arrecadada e sim na maneira de gastar os recursos. RUBENS DE ALMEIDA, economista, Cuiabá/MT Mais de 3 t apreendidas e 2 são presos O que dificulta o combate a qualquer natureza de crime chama-se preguiça. Isso mesmo: preguiça. Não haveria ladrão - e isto também é um roubo - se não houvesse receptador, só que entre os receptadores há um bom percentual de protegidos, muitos pela força do próprio dinheiro, que leva à corrupção. Não houvesse preguiça e, claro, estrutura material e de pessoas, haveria como se buscar os receptadores. Por exemplo: além da multa aplicada aos "pescadores", multa igual aos receptadores além de lacrar seu estabelecimento por um tempo correspondente à gravidade da infração. Só que isso dá trabalho! JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT
[email protected] Rosa aposta em aval do TCU para obras Isto sem se falar em outros problemas enfrentados pela prefeitura. Como a questão de certos secretários estarem em seus postos apenas para alavancar negócios de suas falidas e tradicionais famílias. FELIX UDALL, administrador, Cuiabá/MT
[email protected] Guerra no varejo local É, essas lojas estão mesmo deixando muito a desejar! Muita demora no atendimento e um ano pra você pagar, muito pouca gente no atendimento. E não é só isso, é a qualidade do produto. E tomem cuidado: se não melhorar vai ficar lá em baixo mesmo, porque a Casas Bahia não veio pra brincadeira. É isso mesmo, precisamos de lojas que tenham compromisso com o cliente, ou melhor, com a sociedade de forma que não venham perder seus clientes que vocês conquistaram. Por isso, acordem essas lojas que estão em Cuiabá: melhoras no atendimento e mais agilidade. WELINGTON SILVA NASCIMENTO, militar, Cuiabá/MT
[email protected] Quedas acidentais em idosos No decorrer da vida, as pessoas estão expostas a diversas situações que podem levar à perda de autonomia e independência, como a queda. Geralmente, esses acidentes estão relacionados à insuficiência do sistema central, responsável pelo equilíbrio e pela manutenção da postura, ao ambiente em que vive o idoso ou, ainda, a situações externas importantes, que devem ser consideradas. Dados do Sistema de Informações de Mortalidade do Ministério da Saúde aponta que, entre os anos de 1975 e 1995, mais de 55 mil pessoas morreram no País em virtude de problemas conseqüentes da queda, das quais 52% tinham 60 anos ou mais de idade. A queda é a principal causa indireta de mortalidade nesta faixa etária. A morte pode ocorrer com maior freqüência principalmente em indivíduos do sexo feminino, de idade mais avançada e com história de acidentes anteriores. Em se tratando de queda acidental com o idoso, é preciso estar atento às causas. Fraqueza muscular, problemas de equilíbrio, problemas visuais, dificuldade de perceber a si próprio e de se situar no ambiente, incontinência urinária que impõe a necessidade de um deslocamento rápido para ir ao banheiro , osteoporose e calçado mal ajustado são algumas delas. Além disso, é preciso considerar que a queda pode ter sido sinal de uma doença grave e iminente. Tal situação deve ser vista pelos familiares e cuidadores do idoso como um sinal de alerta e servir de estímulo para procurar o mais rápido possível um médico geriatra ou um serviço de fisioterapia para auxiliar nas possíveis conseqüências e prevenção de futuras quedas. As seqüelas decorrentes desses acidentes podem ser de ordem física (fraturas, contusões, feridas, lesões neurológicas e associadas à longa permanência no chão, etc.) e psicológica. Esta última é caracterizada pelo medo de voltar a cair, pela perda da autonomia pessoal e da auto-estima e pela modificação de hábitos anteriores de vida. Para prevenir a queda do idoso, é preciso orientá-lo sobre o risco do acidente e suas conseqüências. Essa informação poderá fazer a diferença entre cair ou não. Além disso, há a avaliação geriátrica global, com medidas corretivas adequadas que enfocam a função cognitiva, o estado psicológico, a capacidade de viver sozinho e executar as atividades de vida diária e a condição econômica. De uma maneira geral, racionalizar a prescrição e correção de doses de remédio e suas combinações, reduzir a ingestão de bebida alcoólica, praticar atividades específicas e fazer uma avaliação anual (oftalmologista, otorrinolaringologista, nutricionista e, principalmente, fisioterapeuta), visando à melhora do equilíbrio e da marcha e o fortalecimento e alongamento muscular, são medidas que podem ajudar substancialmente, assim como corrigir fatores de risco ambiente, como, por exemplo, instalar uma barra de apoio no banheiro e colocar piso antiderrapante. RODRIGO PENHA MACIEL, fisioterapeuta e docente da Universidade Guarulhos, Guarulhos/SP