Código Florestal. Esperamos que a comunidade urbana se envolva e peça que o Novo Código Florestal seja aprovado. Todos sabem que o Brasil ainda é eminentemente agrícola, desse setor sai todo o resultado positivo da balança comercial. Os dólares em caixa que estão lá no Banco Central provem da agricultura. Quem segurou o Plano Real foi a agricultura, fornecendo alimentos baratos e segurou a inflação. O IBGE divulgou recentemente que 7,86% do território nacional são ocupados pela agricultura e 23% pela pecuária. Portanto, resta 70% de terras para cidades, reservas indígenas e parques nacionais. Sem terra para plantar, haverá escassez de alimentos. Está na hora do homem do campo ser valorizado, para que continue a preservar, afinal com um ambiente equilibrado ele conseguirá produzir melhor, ... sem burocracia. MARIA CECILA BENIATTI, Dona de casa, Cuiabá/MT
[email protected] Ação judicial para proteger casarão Que sirva de lição, afinal ninguém conhece o trabalho do Iphan dentro de Cuiabá, apenas sabemos que existe um tal de Superintendente que ninguém conhece. Na Rua Pedro Celestino, esse foi o primeiro, logo o de frente a escadaria será o segundo, pois lá já tem grande parte do reboco desmoronado, não esquecendo que ao lado da Sanecap existe um outro que já se encontra bem deteriorado. O centro Histórico de Cuiabá precisa de um grande projeto que seja executado, pois existe muitas casas antigas de Adobe e até mesmo Taipa que precisa urgentemente ser preservada. HÉLIO SILVA, Estudante, Cuiabá/MT *** Acho um absurdo que o governo do estado e município queiram preservar essas ruínas de barracos que só servem de abrigo de bandidos e usuários de drogas, devemos zelar de nossa cultura e história de uma forma séria,se a uma construção secular que tem importância e está em condições de uso após reforma tudo bem, exemplos como a casa cuiabana, o museu do calçadão e demais casarões usados para fins culturais e sedes de algo útil para sociedade, mas ruínas inapropriadas e inviáveis para tal acho piada do Iphan, Cuiabá precisa olhar pra frente e renovar esse centro que é uma vergonha! PATRICK PAUST, Cuiabá/MT
[email protected] Obra do Atacadão parada Nem obra privada anda mais nesta capital. As públicas já não avançavam há tempos, nem usar recursos do PAC eles dão conta, agora também a iniciativa privada está parando. Importem políticos de Campo Grande para administrar, quem sabe as coisas melhoram. ADRIANO MORAES, servidor público, Cuiabá/MT
[email protected] *** A prefeitura quer dinheiro do Atacadão, porque eles não fizeram isso com os prédios que estão construindo perto do Shopping Pantanal, todos os anos na semana de comemoração do aniversario de Cuiabá, os prefeitos anteriores inauguravam obras, Galindo faz o contrário quer tirar uma obra que vai beneficiar 40 bairros da região. Preocupa com uma escola que a prefeitura tinha que entregar no bairro Tres Poderes em novembro do ano passado, e até agora nada. PAULO SANTOS, Estudante, Cuiabá/MT
[email protected] *** Uma pena mesmo uma obra que só traria benefícios para aquela região acontecer isso, ainda mais a prefeitura querendo negociar o terreno do outro Atacadão. Se fosse a diretoria do Atacadão depois de uma dessa não aceitaria retirar o outro Atacadão e ainda levaria mais esta filial para outra cidade, criando assim mais impostos para a outra cidade, por isso que Cuiabá não vai para frente com pessoas com pensamentos igual estes desse pessoal da prefeitura! ROGERIO INOCENCIO, Empresario, Cuiabá/MT
[email protected] Cuiabá: alguns motivos para te amar Cuiabá 292 anos Eduardo Póvoas, encerrou o artigo, ser cuiabano, é gratificante ser teu filho. Corroboro, avalizo, mas, esta mãe, avó, bisavó, nunca será esquecida, pois, humilde, silenciosa nos primórdios, hoje majestosa, barulhenta, e cincunvalada por todos que aqui apearam. Aos 392 anos, neste visionário nunca veja além de uma bela cidade mulher: Meio dia, quarenta graus todo dia, brisa leve nas folhas das palmeiras, você lânguida e plácida ao sol, sol de setembro, pele morena, vestuário verde, verde vivo, ainda teimosa, hálito morno, cheiro de caju, mulher terra, que tentam elevar-te ao céu, você é chão, corpo feminino, com sabor de manga madura, temperamental com os que chegam, tinhoso com os que saem, curvas sensuais e provocantes, seios fartos a mostra, siliconizados nem pensar, mulher dada a favores, a todos oferece o corpo, acolhe com sinal de boas vindas, e todos se apaixonam, paixão forte, pulso acelerado, corpo amado, num triunvirato, de respiração ofegante, mulher fértil e forte, não a vejo de cabelos grisalhos. Nunca. Religiosa, dadas à festa de santos, você mulher do povo, que gosta de rir, as gargalhadas, que finge chorar, quando quer um agrado, você é única e insubstituível, doirada e ardente. JONY AUGUSTO PACHECO, servidor publico, Cuiabá/MT
[email protected] IPAS se mantém na disputa por hospital Quais serão os reais motivos do Ministério Público para intervir e solicitar a suspensão do contrato da IPAS com a Secretaria de Saúde de Alagoas? E o que aconteceu com o contrato da UPA do Rio Grande do Norte, também objeto de intervenção do Ministério Público? Sobre o assunto, o secretário-adjunto de Saúde, Vander Fernandes, disse que a assessoria jurídica da SES não encontrou nenhuma irregularidade com o instituto e que apenas os contratos estão sendo investigados. Só isso? É muito estranho que não se aprofunde na verificação dos reais motivos que resultaram na intervenção do Ministério Publico em dois contratos da mesma instituição em estados diferentes e ainda assim adjudicarem a licitação para a IPAS em Mato Grosso. Não se sabe qual a modalidade de licitação foi adotada para a contratação dos serviços, mas apenas dois concorrentes, um dos quais indicado para vencer o certame estar sendo investigado pelo Ministério Público é muito suspeito e merece um esclarecimento mais contundente. O povo merece, para dirimir dúvidas e não ficar a mercê de acontecimentos como os relatados pelo leitor Sergio Campos. MARCOS BARBOSA, Administrador, Cuiabá/MT
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