"Que modéstia, prefeito, foi feito muito na sua gestão, principalmente no caso da água. Água deve ser concedida mesmo, mas concedida ao povo e não a grupos privados... Água é um bem público e não uma mercadoria pra ser usada obtendo lucro a alguém. Na realidade o capitalismo selvagem à moda do século XIX está a tomar conta das diferentes políticas governamentais e, o que é ainda mais grave, da forma de ver o mundo por parte significativa dos cidadãos. Por que privatizar, ceder, doar, conceder a água? Simples, porque o ser humano 70% é composto de água. A água é um bem fundamental à vida e património comum de todos. Num quadro onde se aponta para a sua escassez, que fazer para a melhor gerir? A solução parece óbvia: a adopção de um modelo de gestão capaz de garantir quatro coisas: 1 Que ninguém fique privado de água por motivos econômicos, ou seja, que qualquer situação de pobreza não seja impeditiva do acesso à água; 2 Que o tarifário a implementar pelo consumo da água desonere os consumidores de poucas posses e onere fortemente aqueles que a esbanjam sem necessidade; 3 Que nenhum aglomerado populacional, por menor que seja, fique impedido de aceder à água por muito que isso custe em termos de investimento; 4 Que a distribuição da água seja alvo dum tratamento científico adequado de forma que seus padrões de qualidade junto do consumidor sejam sempre elevados. Aora, qual o modelo que garante estas quatro condições consensuais? Um modelo onde um bem comum é apropriado por algumas empresas para ser transformado num negócio? Um modelo onde o objetivo é transformar a água numa mercadoria para através dela se obter o máximo lucro possível, o objetivo natural de qualquer homem de negócios? Ou um modelo de gestão pública da água onde o Estado (ou as autarquias locais que também são Estado), com o dinheiro de todos nós recolhido através dos impostos, controla todo o processo da gestão da água tendo como única preocupação o bemestar das populações e não o lucro? A resposta parece não merecer dúvidas para todos aqueles que possuem respeito pela humanidade e que conseguem ver para além dos euros das suas contas bancárias. Enquanto os grandes grupos econômicos nacionais e internacionais tentam abocanhar o terceiro mundo, ja na europa; Vejamos o Texto da Declaração do Parlamento Europeu Tendo em conta o artigo 123.º do seu Regimento A. Considerando que as Nações Unidas reconheceram o direito humano universal à água e ao saneamento (Resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas A/64/L.63/Rev.1), B. Considerando que muitos cidadãos europeus não gozam do direito à água como "um bem comum para a humanidade" (Resolução P6_TA(2006)0087), devido à privatização e à mercantilização da água, C. Considerando que a privatização conduziu à desigualdade e à exclusão, levando muitas vezes a aumentos sensíveis das tarifas da água, ao excesso de fugas nas redes de distribuição, a interrupções do fornecimento e a uma gestão pouco viável, de tal forma que, em alguns casos, a gestão dos serviços regressou ao setor público, 1. Reitera que 'a gestão dos recursos hídricos não deve ser sujeita às regras do mercado interno' (Resolução P5_TA(2004)0183); 2. Solicita às instituições europeias e aos Estados-membros que desenvolvam todos os esforços para garantir que a totalidade dos cidadãos, sem exclusões, possa gozar do direito à água e ao saneamento; 3. Insta a Comissão a rever a legislação pertinente, em especial no que diz respeito à contratação pública e às concessões, a fim de garantir que a propriedade e a gestão da água, bem como das empresas de distribuição, permaneçam no setor público; 4. Encarrega o seu presidente de transmitir a presente declaração, com a indicação do nome dos respectivos signatários, às instituições da União, bem como aos governos e parlamentos dos Estados-membros. Mas aqui no terceiro mundo tudo vai na contramão do primeiro mundo; Lá estão mudando, aqui estão começando a besteira... É, prefeito, o senhor e seus vereadores fizeram muito, muito estrago para o povo, principalmente aqueles que mais necessitam. Lamentavel!" LEO SANTOS, Cuiabá/MT
[email protected] PM propõe a restrição na venda de bebida em VG "Apesar de não fazer uso de bebidas alcoólicas, sou contra esse projeto. Veja bem: o Estado deve assegurar os direitos dos cidadãos e não restringir para tentar amenizar um problema, o direito de ir e vir, permanecer, etc...A população pode fazer tudo dentro da lei, beber não é proibido, proibido é dirigir alcoolozado, brigar, matar, roubar, etc. O Estado na sua incompetência tenta solucionar um problema ferindo a Constituição?" EDSON JUNIOR, servidor público, Cuiabá/MT
[email protected] Para brasileiro ver "Desarmamento é o meio de se implantar ditaduras nas nações. Todas as ditaduras mundiais começaram assim: URRS, Alemanha Nazista, Cuba, Coreia do Norte, etc. Excelente materia essa, pois demonstra a verdade sobre o desarmento: só serve para tirar arma legal de circulação. Bandido e tirano não entregam arma! Desarmamento é um ato ilegal, pois visa acabar com armas legais." GUILHERME F. LAMB, agroempresário, Assis/SP
[email protected] *** "Puxa, finalmente alguém enxerga o que acontece. Parabéns à redação do Diário de Cuiabá e ao autor da matéria." OSCAR LUIZ, empresário, Ivoti/RS
[email protected] Jovem é vítima de bala perdida "A verdade sobre a morte de mais um inocente é outra, infelizmente. Esta foi mais uma tragédia anunciada, fruto da guerra de gangues do bairro. O assassino tentava vingar a morte de dois jovens que foram abatidos há cerca de 15 dias, não conseguiu matar o desafeto e atirou no inocente "pra não perder a viagem". É assim que esses marginais estão agindo e devem ser indiciados dessa forma (se conseguirem prendê-lo) para que não tenham as penas amenizadas. O pior é que todos os moradores sabem quem são os membros dessas gangues, e parece que só a polícia não. E infelizmente se nao for tomada uma posição firme contra essas organizações de exterminio, que atuam também com comércio de entorpecente, mais pessoas, inocentes ou não, terão suas vidas ceifadas para honra e glória da inércia de nossas autoridades, pois, repito, eles atiram para matar, não interessa a quem. Temos diversos exemplos de inocentes mortos e inválidos vítimas dessa guerra. A verdade é essa, e infelizmente nossas autoridades não estão vendo dessa forma. Não foi bala perdida, foi um assassinato cruel e planejado, repito. Infelizmente, é só, e até a próxima morte. Repito, repito, repito, infelizmente..." LEANDRO PINTO DE OLIVEIRA FILHO, autônomo, Cuiabá/MT
[email protected] Leis estão marginalizando os fumantes "O fumante deve mesmo sofrer restrições, pois, além de colocar a própria vida em risco, coloca a dos outros. Muitas pessoas são alérgicas ao cigarro. Assim, restaurante e boite são lugares de diversão, não de aborrecimentos. Deve-se ainda frisar que o cigarro deixa mau cheiro nas roupas e cabelos. Realmente, é um horror. Impossível educar fumantes, todos são farinha do mesmo saco. Não ao cigarro! Sim à vida saudável!" ROSANGELA FERNANDES, vandedora, Cuiabá/MT
[email protected]