Quem foi mesmo que disse aquela célebre frase? Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Será que Lavoisier estava errado? Quanto a dizer que nada se perde, isto fica para aqueles que supostamente vierem a sobreviver às transformações, caso em contrário, ninguém perderá nada. O planeta terra está, e sempre esteve em constantes transformações, independem do homem para tanto, o homem apenas colabora para isso. Não importa sua inteligência, o criador o fez, já com esta intenção, dando-lhes o livre arbítrio, o deixou a sua própria sorte, ou seja, cavando a sua cova de forma mais rápida. Nada aqui será eterno. LUCÉLIO COSTA GONÇALVES, bacharel em direito, Cuiabá/MT
[email protected] Os casais homoafetivos já podem fazer tratamentos de reprodução Eu só queria saber por que diabos o Diário de Cuiabá acha que todo mundo que lê jornal sabe o que quer dizer o termo casais homoafetivos e não se dá ao trabalho de explicar o que significa isso em bom e claro português. É o mesmo que casal gay? Se é como é que eles vão ter filhos? Inseminação artificial? Será que já chegamos ao avanço de homens gerarem uma criança, que nem naquele filme com o Arnold Schwarzenegger e Danny De Vito? Se for o caso não custava nada explicar, não acham? Obrigado. JESIEL PINTO, jornalista, Cuiabá/MT
[email protected] Mato Grosso será o maior produtor de peixes do país Mesmo sendo servidor publico, já tentei criar peixes em cativeiro, mas não prosperou devido ao alto custo com alimentação dos peixes, na época um saco de ração de 25 Kg custava 17,00 hoje custa 30,00 a gente trabalha com lucro muito baixo quase que nem compensa, é preciso que o governo dê incentivo aos criadores para que os mesmos possam fabricar a ração, que é muito cara, caso contrário esse projeto já nasceu morto. AVELINO P. NETO, servidor publico, Cuiabá/MT
[email protected] Panela Cheia atinge 11 mil na 1ª fase É meus amigos eleitores começou a corrida pelos votos e vocês estão sendo caçados como lebres, principalmente com este programa (Panela Cheia, não se esqueça que isso tem troco e o troco sem duvida é seu voto). PEREIRA SOUZA, vendedor, Cuiabá/MT
[email protected] R$ 3 bi são sonegados Estes agricultores são os mesmos que trocam de carro de luxo a cada 6 meses, plastificam suas esposas e amantes, mantêm seus filhos em escolas e faculdades particulares caríssimas e lhes presenteiam com carrões e viagens ao exterior; são os mesmos que bloquearam a rodovia em 2007 usando suas caminhonetes importadas e exigiram do Governo Federal o perdão de suas dívidas para que pudessem manter os carrões, as amantes e as viagens... Seria hilário se não fosse absurdo! LIA CÂNDIDA, Cuiabá/MT Estado reduz alíquota do Super Simples Seria interessante que o governador, já então senador, guardasse esta matéria e este comentário, para, então, entender - e legislar - como e quando reduzir impostos. Primeiro saber, melhor lembrar-se, que empresa alguma, de qualquer porte, paga qualquer tipo de impostos, taxas, contribuições sociais, encargos trabalhistas. Não paga nada, mesmo porque não tem obrigação de pagar, tem, isto sim, a obrigação de recolher aos cofres públicos todas essas obrigações que são, por dever e coerência, de responsabilidade dos consumidores e, por isso, todas embutidas nos preços de todos e quaisquer produtos e serviços. A falha, Sr. Governador - e se o senhor sabe, estará cometendo crime de omissão - está no fato de assinar um ato que beneficia empresas, não interessa se micros ou pequenas, que são meros repassadores - quando o fazem - dos impostos embutidos, todos eles, nos preços dos produtos vendidos, quando deveria, pelo menos dizer, que reduzido esses impostos o consumidor teria um produto mais barato. O Sr., bem como esse mega empresário, defensor das fracas e oprimidas empresas, poderiam me dizer de quanto foi a redução dos preços dos produtos e serviços ao consumidor, a partir de quando essas coitadinhas optaram pelo Simples Nacional? Ficando apenas com o ICMS, quanto? Não sabem? Saabeem! Por exemplo, um produto vendido por R$ 120,00 reais, por quanto teria que ser vendido após essa opção? Olha o Enem aí?! Não sabem? Vou dizer: R$ 100,00 mais (+) R$ 1,50 a R$ 3,00, dependendo do faturamento da empresa. O Srs. poderiam apontar-me uma, pelo menos uma, empresa que reduziu seus preços quando dessa opção. E olha que os representantes - esse em especial - esbravejam que as empresas não suportam uma carga tributária lá pela casa dos 36% do PIB, levando muitas delas a quebrarem. E, então? Reduzidos, via benesses do Simples Nacional, esses tributos para pouco mais de 11%, por quando deveria ser vendido aquele produto, exemplificado, de R$ 100,00? Pois é, Senhor Governador, chame seus técnicos e os dos representantes dessas coitadinhas e convide-me para, em audiência pública, coberta por toda mídia, a provar quem tem razão. Já tenho suíte reservada no Adauto Botelho, se não provar, porém, seria prudente fazer reservas proporcional ao número dos debatedores, menos (-) uma, claro, a minha. Este comentário, embora entremeado de deboches, é da mais pura seriedade. Eis o ponto: Todo estudo tributário deste país e feito com dados fisco/contábeis e estes são, salvo exceções que não conheço, pura ficção, ou num bom português: Uma mentira descarada frente a realidade, principalmente das coitadinhas, o que afirmo com o conhecimento de mais de duas décadas com escritório contábil. Que tal, vamos conferir? Ah! Só a Sefaz não sabe disso. JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT
[email protected] MPF suspeita de 150 casos de corrupção O MPF precisava chegar na Unemat, pois houve aprovação de duas novas fontes orçamentárias para tirar a Unemat da crise e o resultado foi o contrário. A reitoria nunca explicou nada, nunca abriu a contabilidade. Então cabe uma investigação para saber o que aconteceu aí. DENIZALDE PEREIRA, Professor, Sinop/MT
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