Parabéns ao casal. O que as crianças precisam é de amor. Que adianta ser mãe e não ter amor aos filhos. Ou ser pai autoritário e abusivo. Que Deus ilumine essa nova família. Esse é o futuro! PRISCILLA PEREIRA, professora, Cuiabá/MT
[email protected] *** A atitude do juiz da Vara de Infância de Juventude da Comarca de Juara/MT Sr. Douglas Romão é motivo de muito orgulho para a cidadania de homens e mulheres mato-grossenses. Este magistrado sim, conhece a dimensão do verdadeiro Estado laico. JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT *** Parabéns pela nobre atitude do casal!!! Até que enfim o judiciário fez alguma coisa que presta!!! BRUNA SINELLI, dentista, Cuiabá/MT sí
[email protected] *** As crianças já foram adotadas porque não têm pai e mãe. Agora adotadas, continuarão sem pai e sem mãe. Toda lei que contraria a natureza não tem eficácia, logo não corresponde à verdade. GILMAR MALDONADO ROMAN, historiador, Pontes e Lacerda/MT
[email protected] Arte cuiabana em apelidar Muito interessante o artigo sobre apelidos. Para aqueles que não conhecem seguem alguns apelidos: Zé Ceguinho, João Côco, Espinha de Cobra, Zé Peteté, Zé Bolo Flô, Luís Bentevi, Paulo Boi, Ana Coruja (de Livramento). Vejam um desafio de cantoria: O meu amigo Milu/ Gosta muito de cerveja/ Para Milu cuia/ Para mim vem na bandeja/ Resposta: Caro amigo seu Neco/ Comigo ninguém graceja/ Sua primeira namorada/ Morava em cima da Igreja/ Quem dá beijo pra coruja/ Não alcança o que deseja. Ah! Bons tempos do Livramento! BENEDITA FERNANDES, vendedora, Cuiabá/MT
[email protected] *** Sou daqueles que admiro a arte de apelidar, mas de minha parte não gosto muito de aplicar tal arte, pois sei que muitas vezes o apelido fia tão bem na pessoa que vira seu verdadeiro nome, e a alcunha passa a ser o nome de batismo. Todavia, reconheço nas andanças e vivências em outros estados e cidades de nosso país como essa arte cuiabana é uma válvula de escape social engenhosa, visto que em regiões onde as pessoas se levam mais a sério apelido é um verdadeiro xingamento. Lembro de minha infância e dos apelidos diversos colocados pelos tios, compadres e amigos de meus pais, cada um deles realizando uma espécie de código de inicialização no mundo adulto, a aceitação pela comunidade por meio de uma referência não oficial, coisas da mixagem étnica cuiabana. O articulista poderia fazer um artigo sobre outra arte incrível cuiabana, a arte de xingar, pois somente os cariocas nos superam nessa espécie de desabafo livre das seriedades institucionais. FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT
[email protected] *** Baixada cuiabana, exatamente para os pós-graduados em analfabetismo e doutorados em burrice persistentes. JOSE LEOPOLDO VIEIA DA SILVA, inspetor de tributos, Cuiabá/MT
[email protected] Fuga de assaltantes provoca pânico Tem tanto bandido, a concorrência entre eles está tão grande, que nem funerária é respeitada. O bom é que esse já foi buscar o seu próprio caixão, parabéns a esse funcionário, e me desculpem os familiares, se tiver, mais foi um bandido a menos. RUBENS ALMEIDA, economista, Cuiabá/MT
[email protected] *** Essa o bandido levou a pior, viva! viva! viva! Vamos comemorar o fim de mais um marginal. Também será que esse bandido não sabe que mexer com funerária dá azar, nunca ouvi falar que alguém levou vantagem roubando funerária, afinal lá já tem de sobra o que os marginais merecem. JOÃO CAVALCANTE STROGENER, contador, Cuiabá/MT Job24@hot mail.com Testemunha em 1 ação, acusado na outra O que se vê, não só na região do Araguaia como em outras do Estado e do Brasil, é a total falta de pudor e muita promiscuidade no trato de documentos que deveriam ser sérios como escrituras, memoriais descritivos e documentos afins. Os cartórios passaram a ser legalizadores de atos praticados por verdadeiras quadrilhas, as quais se unem à banda podre do poder público e fazem o que bem entendem. O interessante é que se a Polícia Federal não apura tudo fica como está, embora todos saibam o que está acontecendo. Quando até um ex-comandante se envolve a coisa é bastante séria. Aí vem a pergunta que não se cala: Por que a Polícia Civil não atua nesses casos? Um deles é a falta crônica de efetivo suficiente que ocorre em todos os municípios. Dias atrás, invadiram a Delegacia de Confresa, balearam um policial e feriram gravemente outro. Isso está se tornando terra de ninguém e, se não fizer nada vai ficar pior porque em todas as operações da PF até prefeitos são presos e agora oficiais que são pagos pela população para agirem exatamente o oposto do que estão fazendo. Coisa de doido! Ou de espertos? ALCIR MARTINS ATAÍDES, funcionário público, Nobres/MT
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