Primeira Página
Sexta-feira, 12 de Novembro de 2010, 20h:54
A
A
Presidente diz que havia adotado providências
Em nota oficial divulgada ontem, o presidente interino da Agecopa, Yênes Magalhães, informou que a Agência já havia tomado providências com relação às obras apontadas como irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado por determinação do próprio órgão. Yenês assumiu a presidência interinamente no mês passado, depois de uma crise interna com o então presidente, Adilton Sachetti, que pediu a demissão do cargo. Conforme a nota, a decisão de suspender as obras de pavimentação das avenidas Mário Palma e Estrada do Ribeirão, iniciadas no dia 8 de setembro no bairro Ribeirão do Lipa, foi tomada pela Agecopa no dia 27 de outubro. Segundo o presidente, antes mesmo da determinação do conselheiro Antonio Joaquim, divulgada hoje no site do Tribunal de Contas do Estado, a Diretoria de Infra-estrutura da Agecopa havia determinado à Encomind Engenharia a paralisação dos serviços a partir da análise do projeto executivo da obra de pavimentação. Conforme o relatório da TCE, nessas obras do Ribeirão do Lipa houve alteração no objeto licitado na assinatura do contrato, reduzindo o serviço a ser executado, porém mantendo o mesmo estipulado no edital, gerando, assim, sobrepreço. Na nota, o presidente fala que o referido projeto apresentou serviços e quantitativos que justificavam uma análise técnica criteriosa, incluindo um maior detalhamento das drenagem e da possibilidade de substituição da capa selante em virtude do grande movimento de veículos pesados naquela pista. O projeto executivo está sendo ajustado para posterior aprovação pela Agecopa a partir das recomendações dos auditores do TCE. Com relação às obras de pavimentação do complemento da rua Eucaliptos e construção de ponte sobre o Rio Coxipó, no bairro Jardim das Palmeiras, a nota informa que Diretoria de Infra-estrutura solicitou a anulação no último dia 8. O presidente interino da Agecopa, Yênes Magalhães, aguardava uma comunicação do TCE para efetivar a anulação. Segundo o presidente, essa providência não havia sido oficializada pelo conselheiro Antonio Joaquim. (ARF)