O diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot, disse que o governador Blairo Maggi (PR) deverá reavaliar a possibilidade de deixar ou não o comando do Estado em dezembro. Ele já havia anunciado a possibilidade de deixar o governo um ano antes de terminar o mandato. Mas agora, como as questões da Copa de 2014, ele (Maggi) deve repensar sobre esse cenário, avaliou. De acordo como Luiz Antônio, o chefe do Executivo estadual assumiu uma série de compromissos relacionados ao Mundial, o que poderá mudar os planos traçados anteriormente. Caso opte pela permanência no comando de Mato Grosso até o final do mandato, o PMDB perderá a oportunidade de ampliar o projeto em torno do nome do vice-governador Silval Barbosa (PMDB) candidato da legenda ao governo. No entanto, Pagot entende que devido a responsabilidade de Maggi diante da Copa, caberá ao chefe do Executivo estadual delinear a concretização das propostas. Ele está analisando o formato do comitê que ficará responsável pela organização dos trabalhos do Mundial. Mas é um compromisso muito grande e ele terá de encontrar um avia que garanta as ações porque o Estado se comprometeu com vários projetos, ponderou. Luiz Antônio rebateu ainda as críticas dirigidas pelas autoridades do Estado vizinho, Mato grosso do Sul, no âmbito da competição em torno das subsedes. O que precisa ficar claro é que Cuiabá não concorreu com Campo Grande e sim com 13 das 19 cidades que pleitearam o Mundial. Como seis já estavam praticamente asseguradas como subsedes, Cuiabá concorreu com 13 cidades e conseguimos porque Mato Grosso teve competência além de belos projetos, disse. (SF)