Em paralelo às discussões envolvendo a verba indenizatória, também será abordada na reunião entre os vereadores a realização de concurso público na Câmara de Cuiabá. A ideia original é a de que cada gabinete passe a contar com dois servidores efetivos, em substituição a parte dos chamados cargos de confiança. Informações dão conta de que a proposta não teria agradado nem mesmo a alguns dos aliados do presidente da Casa, Deucimar Silva, o que promete forte resistência e muita polêmica na Câmara, marcada por escândalos envolvendo funcionários fantasmas e efetivados ilegalmente. De acordo com Deucimar, a assessoria jurídica da Casa foi acionada para fazer uma análise dos dois pontos que serão discutidos no encontro. O parecer será apresentado aos vereadores. Vamos buscar resolver esse impasse. Não quero polêmica. Quero apenas cumprir o que estiver correto, o que estiver dentro da lei, argumenta o presidente do Legislativo local. Quando o assunto é o valor do teto mensal da verba indenizatória, que foi reajustado no ano passado de R$ 4,5 mil para R$ 9 mil por vereador, Deucimar se esquiva. Não vou dizer se esse valor é alto ou baixo. Isso depende do trabalho de cada vereador. E não posso julgar nada em relação a isso, desconversa. (JS)