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Quarta-feira, 02 de Maio de 2007, 21h:25

Futuro secretário troca adjunto financeiro

O chefe de gabinete do deputado licenciado Ságuas Moraes (PT), Antônio Carlos Ioris, será o novo secretário-adjunto de Gestão e Administração Financeira da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), em substituição a Yuri Bastos Jorge. Questionado sobre os atributos técnicos do assessor para assumir o novo cargo, Ságuas argumenta que o currículo de secretário de planejamento e também de finanças no município de Juína dão “know how” pleno a Ioris. Embora o PT não tenha emplacado a verticalização na Seduc em função da permanência de Ezequiel Ângelo da Fonseca em uma das secretarias-adjuntas, a legenda marca “território” ao se posicionar sobre a área que de fato administrará a maior detentora de recursos entre no organograma estadual. A Seduc apresenta um orçamento de aproximadamente R$ 740 milhões este ano. A secretaria-adjunta de Gestão de Pessoas será ocupada por Vera Araújo. Hoje, a secretaria é liderada por Osvaldo Sobrinho. Já a secretaria-adjunta de Estrutura Física permanecerá sob as rédeas de Ezequiel Ângelo da Fonseca, a pedido do atual secretário de Educação, Luiz Antônio Pagot. Braço-direito de Ságuas Moraes na Assembléia Legislativa, Ioris despontará na Seduc com a missão particular de encontrar mecanismos para otimizar os recursos da Pasta e ampliar o poder de investimentos. Ioris exerceu a função de secretário de Planejamento no primeiro mandato de prefeito exercido por Ságuas em Juína, de 1997 a 2000. Reeleito, Ságuas remanejou o membro do staff local para a Secretaria de Finanças, onde permaneceu por dois anos, depois migrando para o posto na AL. O assessor é descrito por Ságuas como um homem de “grandes feitos”, ao apontar Ioris como grande responsável por um aumento superior a 200% na arrecadação do município de Juína em quatro anos. O deputado licenciado relata que em 1997, ao assumir a prefeitura, o recolhimento de tributos rendia aos cofres locais R$ 680 mil ao mês, montante elevado para R$ 2,1 milhões em 2001. Em paralelo, o plano de quitação das dívidas da prefeitura junto a fornecedores resultou na amortização do bolo de R$ 800 mil em cinco anos de mandato. “A secretaria-adjunta é um cargo técnico de orçamento e gestão. Por isso, ele é plenamente habilitado para a nova função”, defende Ságuas. (JS)

Edição EDIÇÃO 16964




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