As testemunhas de defesa dos envolvidas no processo que apontam suposto desvio de dinheiro dos cofres da prefeitura de Várzea Grande ainda serão ouvidas no dia 3 de junho na 1ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande. A nova audiência de instrução e julgamento irá ouvir testemunhas de defesa arroladas pelas partes envolvidas do processo que não compareceram na primeira oitiva. Das nove testemunhas arroladas pelo prefeito Murilo Domingos ainda restam Luciano Racci Lima, Carlino de Campos Neto, Alana Darlene Sousa Cardoso, e Dézio Capistrano de Alencar. São pessoas que se dividem no papel de funcionários da empresa Casa Domingos, ex-funcionários públicos e empresários. Na defesa do empresário e irmão Toninho Domingos há algumas testemunhas arroladas também pelo prefeito. Deverão ser ouvidos Luciano Racci, ainda, Clarisse Aparecida dos Santos e Sebastião da Costa Marques Filho. Já Sirlene Fagundes também seguiu a mesma estratégia e indicou testemunhas as mesmas testemunhas. Após ouvir as testemunhas será dado o prazo de dez dias para que as partes possam fazer alegações finais. Ao término deste período o processo poderá ser julgado em primeira instância porque a improbidade administrativa se enquadra na área cível e os prefeitos gozam de foro privilegiado apenas em ações criminais. (RC)