NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Terça-feira, 16 de Junho de 2026

Primeira Página
Quinta-feira, 25 de Junho de 2009, 22h:16

ALIANÇA

Fagundes pede licença da Câmara

SONIA FIORI
Da Reportagem
O deputado federal Wellington Fagundes (PR) se reúne na próxima terça-feira com o governador Blairo Maggi, do mesmo partido, para definir a data do início de sua licença por 121 dias no Senado. Ele se afasta do Congresso Nacional para se dedicar ao projeto de disputa ao Senado nas eleições de 2010. Assume no lugar de Wellington o primeiro suplente da coligação Mato Grosso Unido e Justo (PL/PMDB), Vitório Galli Filho. De acordo com o parlamentar, o projeto do PR de conquistar o Senado impõe desafios. Entre as maiores metas está a de aglutinar forças entre as siglas aliadas para alicerçar os planos de chegar ao Senado. Segundo Wellington, seu tempo nesse período de afastamento da Câmara Federal será dedicado em especial aos trabalhos que visam fortalecer a organização partidária. Segundo o deputado, cabe ao chefe do Executivo estadual avaliar a melhor data para o início dos trabalhos. “Para definir essa data preciso conversar com o governador. Ele vai definir qual o momento exato para darmos inícios a essas ações”, explicou. O parlamentar assumiu também no PR a condição de um dos principais articuladores das alianças para o próximo pleito. Ele também acompanha entendimento do Partido da República de que a legenda deve apoiar a candidatura ao governo do vice-governador Silval Barbosa (PMDB). Nas próximas semanas deve ocorrer reunião entre as direções do PR e do PMDB para oficializar aliança. Wellington também está empenhado em garantir apoio do PSB para o projeto republicano. Segundo o deputado, o PR tem se esforçado para assegurar composição com a maioria das siglas que hoje compõe a base de sustentação do governo Blairo Maggi.

Edição EDIÇÃO 16963




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL