O presidente da Agecopa, Eder Moraes, rebateu críticas de que estrutura da Agência está inchada. Segundo ele, nas cidades-sedes em que o número de servidores é mais enxuto o Estado gasta com terceirização de serviços, enquanto em Mato Grosso são técnicos da Agecopa que elaboram a maior parte dos projetos estruturantes. Embora não tenha citado o nome do diretor de comunicação da Agência, Roberto França, a fala de Eder rebate a declaração do diretor. Conforme o próprio presidente, a Agência tem hoje 220 servidores, entre cargos comissionados e servidores efetivos cedidos por outras secretarias do governo. Pelo novo projeto, deverá ficar com 70. Roberto França não gostou dessa transformação da Agecopa em uma secretaria extraordinária de governo, pois alguns diretores deverão perder os cargos. Apresentador de um programa de televisão, o Resumo do Dia, França aproveitou seu espaço na TV e na edição de terça-feira a noite teceu críticas ao governador, a Eder Moraes e à Assembleia Legislativa. Conforme o diretor, em outros Estados, os órgãos responsáveis pela Copa funcionam até com 10 pessoas e utilizam a estrutura de outras secretarias de governo para a execução dos projetos. O diretor ainda disse que se o número de servidores hoje está alto é porque o próprio Eder Moraes levou mais 50 pessoas depois que foi nomeado presidente, em março deste ano. Para Eder Moraes, a Agecopa estava com o tamanho para executar projetos importantes e estruturantes. Aonde há uma estrutura muito enxuta estão terceirizando tudo, contratando consultorias. Já economizamos em termos de projetos estratégicos mais de R$ 50 milhões, porque o corpo que está lá está fazendo boa parte dos projetos. É preciso que se faça justiça ao explicar isso. Não dá para comparar a nossa estrutura com a de outros Estados, disse Eder Moraes. (ARF)